Ministro Alexandre de Moraes afasta prefeito em Mato Grosso que incentivou ida de caminhões a Brasília para ‘subverter a ordem’

07/12/22
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O ministro do STF reforçou que o prefeito de Tapurah estimulou um golpe de Estado ao cobrar uma ação do Exército contra o Legislativo e o Judiciário

www.brasil247.com - Carlos Alberto Capeletti (à esq.) e Alexandre de Moraes
Carlos Alberto Capeletti (à esq.) e Alexandre de Moraes (Foto: Divulgação)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta quarta-feira (7) o afastamento imediato do prefeito de Tapurah (MT), Carlos Alberto Capeletti (PSD), por estimulado a viagem de caminhões para Brasília “com a inequívoca intenção de subverter a ordem democrática”. A denúncia foi publicada pelo portal G1.

O ministro citou que o prefeito cobrou uma ação do Exército, ameaçando tomar o Congresso e o Supremo. De acordo com Moraes, na mensagem o prefeito disse que, “se até o dia 15 de novembro o Exército não tomar alguma atitude em prol da nação brasileira e da nossa liberdade, nós vamos tomar atitude”. “Tenho certeza que, aos milhões lá, alguém vai ter uma ideia. Vamos tomar o Congresso, o STF (Supremo Tribunal Federal), até o Planalto. Se até lá o Exército não tomar uma atitude, vamos nós fazer uma nova Proclamação da República”, afirmou. .

De acordo com matéria publicada pelo Poder 360 em 10 de outubro, o prefeito pediu votos para Jair Bolsonaro (PL). “Nós temos que trabalhar para elegermos o Bolsonaro. Não para o Bolsonaro, mas por nós e pelos nossos filhos. Peço a você, eleitor de Tapurah, para fazermos uma grande campanha em prol do Bolsonaro. Nosso município está de parabéns, temos 73% para Jair Bolsonaro, contra 23 (%) do Lula. Então eu peço a vocês que votaram no Ciro, na Simone e em outros candidatos que migrem agora para o Jair Bolsonaro” , disse.

“Eu quero propor aqui ao eleitor de Tapurah para nós sermos o município que mais terá o índice percentual a Bolsonaro. Farei uma rifa de uma picape Strada 0 km se nós atingirmos o 1º lugar do Estado em percentual em prol do Bolsonaro”, complementou.

PL, de Bolsonaro, aciona Justiça para cassar mandato de Moro no Senado

07/12/22

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Intenção é abrir brecha para nova eleição no Paraná e, assim, possibilitar chance de que o candidato do partido, Paulo Martins, que ficou em segundo, ganhe a vaga de senador

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Sergio Moro e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução/Band) O PL, partido ao qual pertence Jair Bolsonaro, entrou com ação na Justiça para cassar o mandato do ex-juiz suspeito Sergio Moro, que foi eleito em outubro como senador da República para os próximos oito anos. A informação é da colunista Bela Megale, do jornal O Globo.

A intenção do partido é abrir brecha para uma nova eleição no Paraná e, assim, possibilitar uma chance de que Paulo Martins, o candidato do PL ao Senado que ficou em segundo lugar nas eleições, ganhe a vaga..

A ação do PL corre em segredo de Justiça e, segundo a colunista, “pede a investigação de supostas irregularidades em gastos e doações antecipadas da campanha do ex-juiz.” O pedido foi feito há poucos dias ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) pelo diretório estadual do partido e contou com a coordenação da cúpula nacional, chefiada por Valdemar Costa Neto.

Ministério Público pede cancelamento do show de João Gomes no MA

07/12/22

A Prefeitura de Timon informou que os recursos para a apresentação já haviam sido garantidos

Ministério Público pede cancelamento do show de João Gomes no MA

O Ministério Público do Maranhão (MP-MA) orientou à Prefeitura de Timon, município situado a 450 km de São Luís, o cancelamento do cantor João Gomes. Segundo o MP, o show do artista foi contratado por R$ 400 mil e a ação, poderia afetar negativamente as contas da cidade que ainda enfrentam as consequências da pandemia de Covid-19.

A Prefeitura de Timon informou ao G1 que os recursos para a apresentação já haviam sido garantidos. Além disso, negou que o show poderia causar crise nos cofres da cidade.

“É um valor inclusive abaixo do mercado. Entendemos que a pandemia está controlada no município, nesse momento não é necessário nenhum tipo de medida mais restritiva”, disse Sidney Sampaio, secretário de Governo de Timon.

Fonte: BNews

Ex-apresentadora de sucesso se torna verdadeiro abacaxi para Rede Globo

07/12/22

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Global faz de tudo para não perder visibilidade na emissora, mas amarga péssimas audiências

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(Foto: Reprodução)

“Fernanda Gentil arrumou um jeito de estar na Globo durante a Copa do Mundo, mesmo após ter sido colocada de escanteio pela emissora neste período — e de estar um ano fora do ar. A apresentadora fará participações no “Mais Você” a partir da próxima sexta-feira, diretamente do Qatar”, escreve o jornalista Lucas Pasin em sua coluna no portal UOL.

“No entanto, engana-se quem pensa que ela é vista como correspondente da emissora no Mundial, como outros nomes amplamente divulgados. Isso nunca esteve, e não está nos planos da Globo. Gentil só conquistou o espaço após insistir apresentando um projeto pessoal para a emissora e garantindo patrocinadores fixos para sua estadia no Qatar”, acrescenta.

Fernanda Gentil
Fernanda Gentil(Photo: Divulgação

“A apresentadora, que já foi considerada a ‘musa da Copa de 2014’, com destaque para seu trabalho no esporte, acabou se tornando, como afirmou esta coluna em julho, um “abacaxi” na Globo, sem gerar bons resultados, o que dificulta que a emissora se arrisque em novos projetos com ela. Apesar disso, Fernanda ainda tem um forte apelo com o mercado publicitário e, com isso, vem movimentando projetos nas redes sociais. Durante a Copa do Mundo, ela vem estrelando diversas campanhas, inclusive em horários nobres da TV, o que garante que a apresentadora siga aparecendo na tela do “plim plim”, mas de outra maneira”, destaca o jornalista.

“Situação é caótica”, diz reitor da UFPE, que teve R$ 31 milhões bloqueados pelo governo Bolsonaro

07/12/22
Por Margarida Azevedo/JC
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A UFPE é formada por cerca de 47 mil pessoas, entre professores, alunos, técnicos e terceirizados e tem câmpus nas cidades de Recife, Vitória de Santo Antão e Caruaru
Divulga�§�£o/ UFPE
Reitor da UFPE, Alfredo Gomes se reuniu com alunos do DiretÃ?³rio Central dos Estudantes (DCE) nesta terÃ?§a-feira (06) para explicar a situação financeira da universidade – FOTO: divulgação/ UFPE

Trinta e um milhões de reais. Esse é o montante que a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), maior instituição de ensino superior pública do Estado, teve bloqueado do governo federal na semana passada.

Sem dinheiro para quitar as contas até o final do ano, o reitor Alfredo Gomes anunciou que pela primeira vez em sua gestão – ele está no comando da UFPE desde outubro de 2019 – deixará de pagar bolsas para cerca de 6 mil alunos. “A situação é caótica”, afirmou.

O primeiro bloqueio para a UFPE, no dia 28 de novembro, foi de R$ 19,5 milhões. “Depois, no dia 1º de dezembro, tivemos mais R$ 11,5 milhões retirados. Eram recursos que já estavam empenhados e que seriam usados para as despesas do mês de dezembro”, explica Alfredo.

Ele e demais reitores das universidades e institutos federais estarão em Brasília, nesta quinta-feira (08), para discutir o que fazer diante do cenário de falta de verbas. A reunião foi convocada pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

A UFPE é formada por cerca de 47 mil pessoas, entre professores, alunos, técnicos e terceirizados e tem câmpus nas cidades de Recife, Vitória de Santo Antão e Caruaru.

Alfredo Gomes teve uma reunião com representantes dos estudantes na manhã desta terça-feira (06) para explicar a situação. Somente com o pagamento de bolsas para 6 mil discentes, a UFPE investe R$ 3,5 milhões.

Deixarão de ser pagas bolsas de extensão, de monitorias, de estágios e de assistência estudantil. Normalmente, os alunos contemplados recebem no quinto dia útil de cada mês, ou seja, seria para terem o dinheiro nesta quarta-feira (07). “É um absurdo o que está acontecendo com as universidades federais”, destacou.

REUNIÃO EM BRASÍLIA

Em um vídeo postado nas redes sociais da UFPE, o reitor dá um panorama à sociedade do impacto do bloqueio na universidade.

“É dificílima a situação que vive a nossa universidade e as demais do País. O governo federal não fez o repasse dos recursos devidos às universidades para honrar seus compromissos previamente contratados junto a empresas terceirizadas e com nossos estudantes. Pela primeira vez não vamos pagar as bolsas de assistência estudantil e outras bolsas para nossos alunos”, afirmou Alfredo Gomes.

“Trata-se de uma imposição do governo federal que compromete a saúde financeira e o andamento da manutenção das universidades no último mês do calendário orçamentário”, disse o reitor. Ele informou que além de não ter dinheiro para pagar as bolsas, faltará verbas para pagar contratos de infraestrutura e serviços como de portaria e segurança.

“A situação em que se encontra atualmente as universidades federais é de absoluta dificuldade. Precisamos continuar pressionando o atual governo para realizar a liberação dos recursos necessários para pagar os contratos previamente assinados”, explicou Alfredo.

“Quinta-feira estaremos em Brasília junto com os demais reitores para pressionar o governo e construir soluções. E fazendo as articulações necessárias com a equipe de transição para colocar na pauta nacional a ciência, a educação, a tecnologia e sobretudo a assistência estudantil”, destacou o reitor da UFPE.

MOBILIZAÇÃO ESTUDANTIL

“O prejuízo é enorme e afeta estudantes todos os bolsistas. Os que dependem do dinheiro, por exemplo, para compor o orçamento, como pagar aluguel, passagem de ônibus e se alimentar na universidade. Sem a bolsa, o risco é grande de deixarem de vir para as aulas”, destaca uma das diretoras do DCE, Maria Luiza Barros, 22 anos, aluna do 8º período do curso de pedagogia.

Ela mesma é um exemplo. Ganha R$ 400 de uma bolsa para residência pedagógica. Usa o recurso para custear passagem de Boa Viagem, na Zona Sul, onde mora, para a Cidade Universitária, Zona Oeste, onde fica o câmpus da UFPE na capital pernambucana.

Maria Luiza informa que haverá uma reunião virtual, na noite desta terça-feira, às 20h30, para que o DCE explique aos alunos da universidade a situação e informe o que foi conversado com o reitor Alfredo Gomes na reunião realizada de manhã.

A diretora do DCE diz que está havendo articulação com outros movimentos estudantis do Estado e nacionais, além de representantes de outras universidades de Pernambuco, para tentar organizar um ato a fim de pressionar a União a devolver os recursos da educação.

“A dificuldade é que tem o feriado quinta-feira no Recife (8 de dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição) e jogos do Brasil na sexta. E se a seleção ganhar tem outro jogo na terça da semana que vem. Isso atrapalha um pouco a nossa mobilização, infelizmente”, comenta Maria Luiza.

SITUAÇÃO NAS DEMAIS INSTITUIÇÕES

No Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), o bloqueio é de R$ 3 milhões, aproximadamente, segundo o reitor José Carlos de Sá. “Não estamos realizando nenhum pagamento porque não estamos recebendo qualquer recurso financeiro do MEC, mesmo de despesas já empenhadas. Sem dinheiro, o IFPE não tem como pagar contas de energia, água e outros serviços”, diz o reitor.

José Carlos afirma que 7.800 alunos bolsistas – de pesquisa, extensão e de assistência estudantil – estão sendo prejudicados. Aluna do curso técnico de edificações no Recife, Vitória Gonçalves, 17 anos, recebe bolsa de R$ 130 por mês. É umas das afetadas pelo bloqueio dos recursos.

“O valor da bolsa permanência já é baixo. Deveria ser suficiente para gente pagar passagem, alimentação e material. Mas só consigo pagar passagem. Não ter o dinheiro vai atrapalhar muito pois fazemos muito esforço para estudar”, comenta Vitória, que está no terceiro período do curso.

Na Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE), que tem câmpus em Garanhuns, foram retidos inicialmente R$ 2,3 milhões e depois mais R$ 350 mil que a universidade usa para pagar bolsas para 500 alunos, conforme o reitor Airon Melo. Ele também estará em Brasília para reunião da Andifes.

Na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), segundo o reitor Marcelo Carneiro Leão, o impacto do bloqueio é na ordem de R$ 10 milhões.

“Fora os R$ 4 milhões bloqueados no dia 28, não temos dinheiro para pagar água, energia, terceirizados e bolsas, de empenhos que já haviam sido feitos”, explica. Só com as bolsas a UFRPE deixará de repassar R$ 645 mil para os estudantes.

A UFRPE é formada por cerca de 22 mil pessoas entre alunos, professores, técnicos e profissionais terceirizados.

Há câmpus em quatro cidades pernambucanas: Recife, Cabo de Santo Agostinho (Região Metropolitana), Belo Jardim (Agreste) e Serra Talhada (Sertão). Tem ainda o Colégio Agrícola Dom Agostinho Ikas, que fica em São Lourenço da Mata, no Grande Recife.

Câmara aprova “PEC da Transição” que amplia gastos em R$ 168 bilhões

07/12/22
Por agência O Globo
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O texto seguirá agora para o plenário do Senado
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião para análise da PEC da Transição

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta terça-feira (6), em votação simbólica, a “PEC da Transição” com redução de R$ 30 bilhões na fatura da proposta de emenda à Constituição. Dessa forma, o impacto da PEC ficará em R$ 168 bilhões. O texto seguirá para o plenário do Senado.

O relator da PEC, senador Alexandre Silveira (PSD-MG), apresentou nesta terça-feira seu relatório com um impacto total da PEC de R$ 198 bilhões, e validade de dois anos. Pela solução que foi negociada, o teto de gastos será ampliado em R$ 145 bilhões. A proposta aprovada abre espaço fiscal de até R$ 23 bilhões neste ano, e parte pode ser usada para liberar até R$ 7,7 bilhões de emendas do relator, o chamado de orçamento secreto, que está bloqueada por causa do teto dos gastos. O Centrão se mobilizou para ampliar os gastos ainda neste ano e atender as emendas.

Com esse novo espaço, o governo quer ampliar o Bolsa Família para R$ 600, o adicional de R$ 150 por criança até seis anos, o aumento real do salário mínimo e a recomposição do orçamento de outros programas, como o Farmácia Popular e a merenda escolar.

O valor limite de R$ 22,9 bilhões para investimentos, resultado de excesso de arrecadação, seguirá fora do teto de gastos, como na proposta original do PT. Com isso, o custo da PEC fica em R$ 168 bilhões. Senadores já indicaram que tentarão diminuir o valor com a apresentação de emendas no plenário.

O acordo para votação foi costurado durante a sessão da CCJ, porque o presidente do colegiado, Davi Alcolumbre (União-AP), queria liquidar o tema nesta terça. A votação simbólica foi realizada após o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) cobrar a apresentação de um novo relatório com a redução de R$ 30 bilhões, conforme acordo anunciado mais cedo por Jaques Wagner (PT-BA), articulador da PEC no Senado.

O senador Davi Alcolumbre disse que o texto deve ser votado nesta quarta-feira no plenário do Senado. Sobre o cronograma de votação na Câmara, Alcolumbre afirmou que Arthur Lira (PP-AL), presidente da Casa, se comprometeu a aprovar o texto conforme viesse no Senado.

O senador eleito Wellington Dias (PT-PI), interlocutor da equipe de transição para a PEC, destacou o acordo costurado para garantir a aprovação, mas ponderou que a redução de R$ 30 bilhões em relação à proposta original do PT exigirá mais diálogo para a recomposição do orçamento e que os investimentos devem ter verbas reduzidas.

— A redução de R$ 175 bilhões para R$ 145 bilhões vai exigir um diálogo com o relator do Orçamento, Marcelo Castro, após a aprovação do texto no Senado e Câmara para ver como fazer o ajuste com o valor menor. Provavelmente com redução em áreas como investimentos, porque para programas já tínhamos colocado o valor próximo do que era extremamente necessário — afirmou ao Globo.

O senador Flávio Bolsonaro (RJ), líder do PL no Senado, disse que os governistas tentarão reduzir o prazo da PEC para ficar apenas um ano fora do teto de gastos durante a votação no plenário, prevista para quarta.

— O que deu para fazer na CCJ foi reduzir um pouco o rombo, passou de quatro para dois anos.

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Gonzaga Patriota é homenageado com o título de Cidadão de Olinda

07/12/22

Por Portinalli Alencar

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Ao receber a honraria,  o parlamentar sertanejo  disse:  “Já são mais de cem, graças a Deus”

Durante uma concorrida solenidade realizada ontem (06) à noite em Olinda, o deputado federal Gonzaga Patriota (foto – PSB), com 01 mandato de deputado estadual, e 08  de deputado federal, somando mais de 40 anos de vida pública, ao ser perguntado pelo  blogueiro, quantos títulos de cidadão  já havia recebido,  o parlamentar  respondeu emocionado que já são mais de 100 em Pernambuco, e mais alguns nos estados de Goiás, e Tocantins.

Outra característica de Gonzaga, bastante lembrada pelas autoridades que usaram a tribuna no Legislativo olindense , como o vereador Jesuíno Araújo (Cidadania), autor da  indicação do título de cidadão a ele conferido, e a vice-governadora Luciana Santos (PC do B), foi que além dele usar o mesmo número de celular há décadas, o deputado  atende a ligação de todos que ligam pra ele, independente de quem seja. Nesta horas,  a platéia aplaudiu com  uma sonora  sonora salva de palmas,   concordando com os oradores.

O vereador Jesuíno (foto) , disse ainda que o título de cidadão olindense ao deputado federal Gonzaga Patriota é mais do que merecido, pelos históricos, e relevantes serviços prestados pelo povo olindense, e foi além: “Para mandar emendas parlamentares para Olinda, o deputado Gonzaga nunca quis saber se o prefeito tinha votado nele, ou não, se era aliado político, ou não, ele sempre pensou primeiro nas necessidades do povo.” Declarou Jesuíno.

A vice-governadora do Estado, Luciana Santos (foto) , também declarou que teve a honra de ser colega parlamentar de Gonzaga por dois mandatos, onde sempre houve bastante aprendizado, humildade, e acolhimento por parte dele. “Gonzaga é um dos deputados do nosso estado, que mais inspira a nova geração de políticos pernambucanos. Apesar dele não ter sido reeleito, tenho certeza que sua rica experiência, ainda irá contribuir muito para o desenvolvimento de Pernambuco., ” disse Luciana.

Quem também foi prestigiar a honrosa  homenagem a Gonzaga Patriota, foi o ex-prefeito de Serra Talhada, e deputado estadual eleito, Luciano Duque (SD), um dos seus grandes amios. Segundo Gonzaga, foi Luciano que apresentou a ele sua atual esposa Rocksana, que é serra talhadense, conterrânea de Duque.Após a solenidade, houve um coquetel, com música ao vivo de Pedro Felicidade, voz e violão, tocando às tops da MPB, aí foi que surgiu histórias de Gonzaga, em uma delas, Luciano Duque, contou que certa vez, foi a Brasília-DF, lá chegando foi assaltado, como tinha o número de Gonzaga, ligou pra ele, contando o fato e pedindo ajuda.  Chegando ao encontro de Duque, Gonzaga lhe emprestou R$ 200,00 (duzentos reais) para aliviar.

No dia seguinte, andando com Gonzaga pelos gabinetes do Congresso, por onde passavam, em tom de brincadeira, Gonzaga dizia, “vê ai, veio pra Brasília, foi assaltado, eu fui socorrer, e emprestei R$ 2.000,00 (dois mil)”. Contou Duque às risadas, porque até hoje, Gonzaga conta esse episódio, só que ao invés de R$ 200, ele diz que é R$ 2 mil.

Fotos | Agência de Notícias