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Dois jogos em casa, duas vitórias. Assim está o Sport na Série B do Brasileiro. Após dois empates longe do Recife, o Leão voltou a vencer em seu domínio na noite desta terça-feira (26). Em confronto perante o Ituano, o Leão contou com a estrela do atacante Bill para derrotar o adversário paulista por 1×0 e se manter no G-4 da competição nacional por mais uma rodada.
O técnico Gilmar Dal Pozzo iniciou a partida com algumas novidades entre os titulares. Na lateral direita, Ewerthon recuperou seu espaço. No meio, após ser elogiado pelo treinador no último final de semana, Giovanni foi acionado na formação inicial, assim como Kayke, que fez sua estreia com o manto leonino.
Entretanto, com a bola rolando, apesar de buscar o protagonismo da partida, o Sport sequer ofereceu perigo ao gol de Pegorari nos 45 minutos iniciais. Com dificuldades de penetrar no bom sistema defensivo visitante, o Leão teve 70% de posse de bola, mas sofria para criar. De quebra, cedendo espaços, viu o Ituano ter as melhores oportunidades do encontro. Na primeira delas, Mailson se esticou todo para salvar o Rubro-negro em cobrança de falta de Kaio. Em seguida, Rafael Elias aproveitou cruzamento para cabecear rente o poste do arqueiro pernambucano.
Buscando dar mais força ofensiva ao seu time, Dal Pozzo voltou do intervalo com Naressi e Rodrigão nas vagas de Bruno Matías e Kayke, respectivamente. As mudanças, no entanto, pouco surtiram efeito. O Leão só passou a criar chances após a entrada de Bill na partida. Foi do atacante as principais oportunidades. Primeiro, aos 31, acertou a trave adversária. Quatro minutos mais tarde, aproveitou a jogada de Vanegas pela esquerda para empurrar a bola para as redes e dar números finais ao duelo.
Ficha do jogo
Ituano Pegorari; Pacheco, Léo Santos, Bernardo e Mário Sérgio; Rafael Pereira (Jiménez), Lucas Siqueira e Kaio (Calyson); Aylon, João Victor (Roberto) e Rafael Elias (Gerson Magrão). Técnico: Mazola Júnior.
Estádio: Ilha do Retiro (Recife/PE)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (CE)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira e Renan Aguiar da Costa (ambos do CE)
VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)
Gols: Bill, aos 35′ do 2T (SPT)
Cartões amarelos: William Oliveira (SPT); Rafael Pereira, Calyson (ITU)
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A Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ) de Pernambuco aderiu à mobilização nacional a favor da PEC 383/17. A Proposta de Emenda à Constituição prevê que a União aplique 1% de sua receita corrente líquida no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). A vinculação de recursos é defendida por gestores, técnicos e especialistas como fundamental para fortalecer essa área, que chegou a ter o orçamento diminuído de R$ 3,06 bilhões, em 2014, para R$ 1 bilhão, em 2022, afetando, especialmente, serviços e ações da proteção social básica e especial desenvolvidos junto à população.
“Essa garantia é fundamental para que a gente mantenha o que já temos, nossa rede socioassistencial, CRAS, CREAS, centros para a população em situação de rua, serviços de acolhimento, serviços de convivência, entre outros, como também que a gente possa expandir de forma adequada e qualificada, garantindo proteção social às pessoas em vulnerabilidade e que precisam da política pública. É importante que a gente mobilize técnicos, gestores, trabalhadores, especialmente os deputados federais e senadores, para que essa matéria, ao entrar em pauta, seja aprovada”, destacou o secretário de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude de Pernambuco em exercício, Joelson Rodrigues, em vídeo gravado para a campanha de mobilização do Fórum Nacional de Secretários de Estado de Assistência Social (Fonseas).
De acordo com a entidade, a regulamentação da vinculação de recursos para o SUAS significa “um importante avanço legislativo diante de um cenário de tantos retrocessos do ponto vista social e econômico”, considerando “a grave fragilização dos sistemas públicos que viabilizam os direitos sociais, e, portanto, os serviços básicos acessados pela população mais vulnerável”. O Fonseas ressalta ainda que “os estados avançaram na gestão orçamentária e financeira do SUAS”, mesmo em um cenário de restrições fiscais. Entretanto, perderam cofinanciamento federal, que caiu de R$ 93 milhões, em 2017, para R$ 44 milhões, em 2019.
A PEC é de iniciativa do deputado federal Danilo Cabral. O objetivo da campanha do Fonseas é que a população, gestores e trabalhadores do SUAS mobilizem deputados federais que têm base em suas regiões para votarem favoravelmente à matéria, que deve ser apreciada na Câmara dos Deputados nas próximas semanas.
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Os pastores lobistas investigados por atuarem numa espécie de gabinete paralelo no Ministério da Educação estiveram mais de 100 vezes na sede da pasta e no prédio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) durante o governo Jair Bolsonaro. Durante a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro, exonerado após a série de reportagens do Estadão, os pastores da Assembleia de Deus Cristo Para Todos Gilmar Santos e Arilton Moura tinham a deferência de usar a “entrada privativa” no MEC.
Como revelou o Estadão, os dois tinham acesso direto ao então ministro e chegaram a cobrar propina até em ouro para facilitar a liberação de recursos da educação para prefeitos.
Além do gabinete do ministro, eles frequentaram a Secretaria Executiva do MEC, cujo titular era, na ocasião, o atual ministro Victor Godoy, a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, e a Assessoria de Comunicação Social. Os dados fazem parte dos registros de entrada dos pastores nos edifícios-sede dos órgãos, entre 2019 e 2022, e foram obtidos pelo Estadão por meio da Lei de Acesso à Informação.
Embora tenha um cargo secundário na estrutura religiosa da igreja, o assessor de Assuntos Políticos Arilton Moura era o principal agente do esquema em Brasília. Ele esteve 90 vezes na sede do MEC e 21 no FNDE, segundo os registros do governo federal. Moura foi acusado por prefeitos interessados em receber verbas do MEC de solicitar propina em dinheiro e barras de ouro
As audiências com o ex-ministro no MEC se estendem até 4 março de 2022, portanto, meses depois de quando Ribeiro afirma ter encaminhado uma denúncia à Controladoria-Geral da União sobre os pastores. Ambos voltaram ao gabinete ministerial no 8º andar do MEC: Arilton Moura, em 13 ocasiões; Gilmar Santos, duas vezes.
O pastor Gilmar Santos, que preside o ramo “Cristo Para Todos” da Assembleia de Deus, foi ao MEC em 13 ocasiões e ao FNDE em 3. Tanto o MEC quanto o FNDE informaram não possuir atas de registro dos assuntos discutidos pelos pastores nas reuniões e tampouco gravações em áudio ou vídeo.
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