Rede aciona Supremo para que Bolsonaro apresente provas de supostas fraudes eleitorais

25/06/21

Estadão Conteúdo

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Rede pede que Bolsonaro apresente provas de fraude eleitoral

Rede Sustentabilidade protocolou um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o presidente Jair Bolsonaro apresente provas de supostas fraudes eleitorais. O partido pede prazo de 10 dias para que a documentação seja apresentada à Corte.

Na live semanal na última quinta-feira, 17, Bolsonaro afirmou que venceu as eleições de 2018 no primeiro turno e que Aécio Neves (PSDB) ganhou da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2014.  “As informações que nós tivemos aqui, talvez a gente venha a disponibilizar um dia, é que em 2014 o Aécio ganhou as eleições”, disse.

A Rede alega que não há indício de fraude nas eleições e que, como servidor público, Bolsonaro tem obrigação legal de divulgar as provas que diz possuir. O partido argumenta ainda que as alegações são “de extrema gravidade para a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro”.

O ministro Gilmar Mendes é o relator da ação no STF. Caso Bolsonaro não apresente as provas no prazo estabelecido, a Rede pede a imposição de multa pessoal de R$ 10 mil por dia, com valor revertido para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. O partido também requer que o presidente e seus assessores sejam proibidos de se manifestar sobre o assunto caso não apresentem a documentação.

Governo Bolsonaro sob suspeita de corrupção que ele jamais imaginou enfrentar

25/06/21
Por Fernando Castilho/JC
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Deputado aliado põe no colo do governo uma crise politica que ele não sabe como administrar diante de uma CPI que sequer imaginou investigar
MARCELLO CASAL JR/AG BRASILOnyx Lorenzoni, o rei Midas ao contrário. Tudo o que toca vira confusão – FOTO: MARCELLO CASAL JR/AG BRASIL

Sabe aquele bicho que tem cara de gato, cheiro de gato, miado de gato, mas não é gato? E é um gambá que quando é atacado exala um cheiro horrível.

Embora esta sexta-feira (25) possa ser de fortes emoções, a verdade é que tem algumas coisas nessa compra da vacina da Índia que não tinham como dar certo mesmo. Ou um forte cheiro de gambá.

Primeiro, um agente intermediário altamente suspeito. Uma empresa que iria ganhar uma bela comissão de vendas quando a prática no mercado era de negociação direta. Depois, o acerto de pagamento de uma empresa Off Shore que entraria no negócio para receber de cara US$ 45 milhões sem que ninguém saiba quem é o dono?

Mas o mais grave disso tudo é falta de cuidado do presidente, da equipe em torno dele e, agora (ao que se sabe), falta de cuidado do próprio ministro da Saúde com o assunto.

Numa pandemia, com o governo sendo atacado por não comprar vacina, ninguém começa a perceber que alguém tem alguma coisa estranha numa negociação de R$ 1,6 bilhão?

E como, num sábado, o presidente aceita conversar com dois sujeitos com uma conversa muito estranha sobre pressões no ministério da Saúde e ele não chama ninguém para dar segmento a isso? E mais ainda quando o deputado aliado tem um histórico muito suspeito?

São questões perturbadoras que acabam levando a atitudes suspeitas. Especialmente depois que o ministro Onyx Lorenzoni tentou defender o presidente atacando, o que acabou chamando atenção dos senadores da CPI da Covid.

Sabe-se agora que Lorenzoni não apurou as informações corretamente e menos de 24 horas depois for desmentido até pela empresa.

Lorenzoni acabou prejudicando ainda mais o Governo porque deu a impressão de pânico e de fogo no parquinho.

Existem gestos que falam por si. Quando um ministro diz que não existe corrupção quando ninguém falou isso, ele atrai as atenções.

De tudo que já se viu hoje, fica claro que o Governo ainda não tem uma estratégia de ação e tentou apagar o fogo fazendo um aceiro de modo a controlar as chamas, até que o deputado Miranda preste seu depoimento.

Mas o problema é que ninguém no governo sabe o que o deputado Luis Miranda e seu irmão têm de provas sobre essa negociação. E se nesta sexta-feira (25) ele vier com áudios da conversa com o presidente, mais documentos e mais transcrições dessa pressão?

No fundo, a CPI da Covid parece confirmar a tese de “Numa CPI se sabe quando começa e não como termina”.

A CPI caminhava para uma constatação modesta de demora na compra de vacinas, má condução do governo na pandemia e uso indiscriminado de cloroquina, quando cai no colo dela uma denúncia sobre corrupção.

Nem nos seus mais delirantes sonhos, os membros da CPI imaginavam que ela chegaria numa linha de corrupção na compra de vacinas, mas parece claro que o próprio governo não só criou as condições de investigação. E aí fica difícil segurar.

O que seria uma grande ironia, pois, no começo da semana, o presidente da Câmara, Artur Lira, disse que ela não daria em nada.

Pois é, Lira, agora pode dar.

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Meio Ambiente: Governador reafirma compromisso de neutralizar emissões de gases de efeito estufa em Pernambuco

25/06/21

Imprensa PE
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Plano para descarbonização vem sendo desenvolvido em parceria com a União Europeia

 

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Paulo Câmara em reunião online.Fotos: Aluisio Moreira/SEI

 

O governador Paulo Câmara participou, nesta quinta-feira (24.06), do evento online “Diálogos sobre mudanças climáticas e biodiversidade”, promovido pela Delegação da União Europeia no Brasil, e reafirmou o compromisso de Pernambuco em neutralizar as emissões de gases de efeito estufa no seu território até 2050, apoiado em uma parceria com a União Europeia firmada em março deste ano. Com a iniciativa, o Estado se torna pioneiro no Nordeste na criação desse tipo de plano, que visa garantir o desenvolvimento sustentável, aliando emprego, renda, qualidade de vida, preservação ambiental e vantagens competitivas no mercado internacional.

“O desenvolvimento desse projeto se dará com o apoio do Fórum Pernambucano de Mudança do Clima, que constitui uma instância de participação de diversos setores do governo e da sociedade. Isso vai ser essencial para a viabilização de uma estratégia robusta e aderente à realidade pernambucana, que possa efetivamente orientar o Estado no caminho do desenvolvimento de baixo carbono”, detalhou Paulo Câmara, relembrando que Pernambuco tem políticas nesse sentido desde 2010 e vem desenvolvendo diversas ações para mitigar as  emissões e adaptar-se aos efeitos da mudança do clima.

O acordo firmado prevê a construção de um Plano de Descarbonização para a economia do Estado, que vem sendo elaborado a partir de projeções da economia atual, considerando os setores que mais impactam em termos de liberação dos gases causadores do aquecimento global. A partir dessa análise será estruturada a trajetória para alcançar a neutralidade carbônica, com medidas mais eficazes para acabar com as emissões ou compensar aquilo que não for possível deixar de produzir. A ação é coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado, e ganha destaque pela metodologia aplicada, a mesma em uso no mais novo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU.

O estudo prevê a apresentação de metas escalonadas de redução, a serem alcançadas em 2025, 2035 e 2050. Serão, inclusive, apontados os investimentos necessários e os impactos sociais e econômicos decorrentes das ações propostas, que visam o corte de emissões, a geração de empregos e a melhoria da qualidade de vida. A substituição de matrizes energéticas por tecnologias de baixo carbono, como o biocombustível, a energia fotovoltaica, a energia eólica e a gerada a partir do hidrogênio, entre outras, é um dos fatores a ser levado em consideração na construção do plano. Também será avaliada a possibilidade de implantação de um mercado de carbono.

A versão final do Plano de Descarbonização do Estado será publicada em fevereiro de 2022, mas vários produtos intermediários serão consolidados e debatidos. Entre eles está a síntese das políticas públicas propostas para adoção das soluções de baixo carbono, a ser apresentada por Pernambuco na COP 26, que acontecerá em novembro deste ano, em Glasgow, na Escócia.

Concurso do Banco do Brasil oferece 4.480 vagas com salário de R$ 3.022,37

25/06/21

Por Giovanna Torreão

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O salário inicial é de R$ 3.022,37 e as vagas são de nível médioGiovanna Torreão

Agência BrasilSão 2.240 para preenchimento imediato e 2.240 para formação de cadastro de reserva – FOTO: Agência Brasil

O Banco do Brasil abriu as inscrições para um concurso que oferta 4.480 vagas, sendo 2.240 para preenchimento imediato e 2.240 para formação de cadastro de reserva. As vagas são para o cargo de escriturário, com os nomes de relacionamento de agente comercial e agente de tecnologia. Confira detalhes das vagas:

– 2 mil vagas para Escriturário – Agente Comercial, mais 2 mil de cadastro reserva, para atuação nas unidades de negócios;
– 240 vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia, e outras 240 de cadastro de reserva, com foco em Conhecimentos de TI.

Os interessados podem concorrer para vagas como agente comercial, que atuam na rede de agências do BB em todo o Brasil, bem como para agente de tecnologia, que trabalha na área de Tecnologia, que fica em Brasília. Serão ofertadas vagas em todos os estados e no Distrito Federal. O candidato deverá escolher, no momento da inscrição, a UF/Macrorregião/Microrregião e a cidade de realização das provas.

O concurso tem validade de um ano, a contar da data de publicação do edital de homologação dos resultados finais, e pode ser prorrogada, uma única vez, por igual período. No caso do cadastro de reserva, os candidatos aprovados serão chamados conforme a abertura de vagas no período da validade do concurso.

Inscrição

Para participar do concurso, os candidatos precisam ter certificado de conclusão ou diploma de curso de nível médio e idade mínima de 18 anos completos, até a data da contratação. É possível conferir o edital no site https://www.cesgranrio.org.br/.

As inscrições devem ser feitas pelo site da Cesgranrio de 24 de junho a 28 de julho e têm valor de R$ 38,00.

A realização das provas está prevista para o dia 26 de setembro de 2021 e seguirá os protocolos de prevenção à Covid-19, conforme regras do edital.

Salário e benefícios

O salário inicial é de R$ 3.022,37, com jornada de 30 horas semanais. O Banco do Brasil oferece ainda ajuda alimentação/refeição no valor de R$ 831,16 por mês, além de, cumulativamente, conceder cesta alimentação no valor mensal de R$ 654,87.

Vale destacar que existe a possibilidade de ascensão e desenvolvimento profissional; participação nos lucros ou resultados; vale-transporte; auxílio-creche; auxílio a filho com deficiência e previdência complementar. Os funcionários do BB possuem também acesso à Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB).

Provas

A seleção contará com questões de Conhecimentos Básicos (25 questões): Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Matemática e Atualidades do Mercado Financeiro e Conhecimentos Específicos (45 questões), de acordo com a vaga pretendida:

Agente de Tecnologia:

Para a vaga de agente de tecnologia, também terá prova de: Probabilidade e Estatística, Conhecimentos Bancários e Tecnologia da Informação.

Agente Comercial:

Para a vaga de agente comercial, também terá prova de: Matemática Financeira, Conhecimentos Bancários, Negociação e Vendas e Conhecimentos de Informática.

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Derrota para Bolsonaro: Patriota afasta o presidente do partido

25/06/21
Por Chico Alves
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10.jun.2021 - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília - Adriano Machado/Reuters
 Pesidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Em convenção nacional realizada ontem (24),  em Brasília, o partido Patriota aprovou por unanimidade o imediato afastamento do presidente da legenda Adilson Barroso, pelo prazo de 90 dias. Ele será julgado pelo conselho de ética por práticas que seriam autoritárias e contrárias ao estatuto partidário com o objetivo de acolher o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores na legenda.

“Toda ação motiva uma reação”, afirmou à coluna o vice-presidente do Patriota, Ovasco Rsende, que agora assume o comando. Resende não quis antecipar se o afastamento de Barroso será definitivo. “Depende da defesa dele e do parecer do conselho”, comentou.

A principal acusação contra o presidente do partido é que ele negociou individualmente o ingresso do presidente Bolsonaro na agremiação sem explicar aos demais integrantes as condições em que isso se daria.

“Não somos contrários à vinda de Bolsonaro, podemos discutir esse assunto, mas pedimos que o conselho político do partido tivesse conhecimento de como se daria essa vinda”, explica o secretário-geral do Patriota, Jorcelino Braga. “Ele nunca colocou isso para nós e a família Bolsonaro nunca conversou conosco”.

O receio de parte dos integrantes da legenda é que Bolsonaro repetisse no Patriota o que fez no PSL, onde passou a dominar completamente. “O que ouvimos falar é que Adílson entregou o controle do partido e com isso nós não concordamos”, explica Braga.

O afastamento de Barroso da presidência complica ainda mais os planos eleitorais de Bolsonaro, que pretende ter o Patriota como legenda para abrigar seus correligionários nas próximas eleições.

O senador Flávio Bolsonaro, que já se filiou ao partido, lamentou a decisão em uma nota: “Infelizmente, uma ala minoritária do Patriota não entendeu a magnitude da chegada de um Presidente da República ao partido. Convenção ilegal convocada por eles, sem previsão no estatuto e que é um verdadeiro tiro na cabeça deles mesmos. Fui para o Patriota antes de todo mundo para arrumar a casa e é o que vamos fazer”.

Vacina contra Covid-19: 94.770 doses da Pfizer também desembarcaram em Pernambuco nesta quinta-feira (26/04)

25/06/21

Imprensa/PE

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 Ontem (24), foram entregues  274.820 doses,   reforçando a campanha de vacinação no Estado

 

Miniatura do anexo
 Miva Filho/SES-PE. 

Um terceiro lote de vacinas contra a Covid-19 chegou a Pernambuco neste feriado de São João. Às 15h15 desta quinta (24/04) aterrissaram 94.770 doses da Pfizer. Esse último carregamento, em 14 volumes, também já está sob posse do Programa Estadual de Imunização (PNI-PE), que fará o envio para as Gerências Regionais de Saúde (Geres) a partir da madrugada da sexta (25/06).Juntando com as 117.800 vacinas da Coronavac/Butantan e 62.250 doses da Janssen recebidas na manhã desta quinta (24/06), apenas hoje, 274.820 unidades foram entregues reforçando a campanha de vacinação. Somadas todas as entregas, Pernambuco totaliza 5.267.280 doses de vacinas recebidas. Foram 2.630.170 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz, 2.141.960 unidades da Coronavac/Butantan, 432.900 doses da Pfizer/BioNTech e 62.250 da Janssen.

As novas doses da Pfizer são destinadas a primeira aplicação das pessoas com comorbidades e deficiência, podendo ser expandidas para os outros grupos prioritários do Plano Nacional de Operacionalização (PNO) e para imunização por faixa etária, a depender da organização e andamento da campanha de cada município.

Importante destacar que, nessa entrega, os municípios do Recife, Caruaru, Garanhuns, Arcoverde, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada não receberão doses, pois a compensação será com as unidades da Janssen que já chegaram a Pernambuco. O recebimento do insumo da Janssen por essas cidades foi acordado com o Estado e municípios na Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

“Com as doses da Pfizer, os municípios poderão ampliar o número de pessoas imunizadas com a primeira dose. Já as da Coronavac/Butantan devem ser destinadas para ambas as aplicações, sendo necessário a guarda das segundas doses para finalização dos esquemas vacinais. Os municípios estão recebendo as planilhas de distribuição e ofício com essas orientações e precisam ficar atentos a essas recomendações, evitando inconformidades e necessidade de reposição de doses futuramente”, destaca o secretário estadual de Saúde, André Longo.

BALANÇO DA VACINAÇÃO – Pernambuco já aplicou mais de 4 milhões de doses de vacina contra a Covid-19, desde o início da imunização no Estado, no dia 18 de janeiro. Nesta quinta-feira (24/06), Pernambuco registrou exatas 4.003.664 aplicações, sendo que 1.056.024 pernambucanos já completaram seu esquema vacinal e 2.947.640 foram imunizados com a primeira dose.

Ao todo, foram feitas a primeira dose em 304.776 trabalhadores de saúde; 26.073 povos indígenas aldeados; 43.367 em comunidades quilombolas; 7.700 idosos em Instituições de Longa Permanência; 665.715 idosos de 60 a 69 anos; 399.662 idosos de 70 a 79 anos; 203.295 idosos de 80 anos e mais; 1.554 pessoas com deficiência institucionalizadas; 17.967 trabalhadores das forças de segurança e salvamento; 377.974 pessoas com comorbidades; 28.348 pessoas com deficiência permanente; 53.220 gestantes e puérperas; 169.932 pessoas de 40 a 49 anos; 381.830 pessoas de 50 a 59 anos; 966 pessoas em situação de rua, 885 pessoas privadas de liberdade; além de 264.376 trabalhadores de serviços essenciais.

Em relação à segunda dose, já foram beneficiados 219.221 trabalhadores de saúde; 25.702 povos indígenas aldeados; 5.845 em comunidades quilombolas; 5.771 idosos institucionalizados; 303.566 idosos de 60 a 69 anos; 328.524 idosos de 70 a 79 anos; 160.743 idosos de 80 anos e mais; 1.181 pessoas com deficiência institucionalizadas e 5.471 trabalhadores das forças de segurança e salvamento; totalizando 1.056.024 que já finalizaram o esquema vacinal.