04/03/26 – http://blogfolhadosertao.com.br – Estadão Conteudo
Nesta terça (3) Fischer Dias se defendeu no plenário do CNJ, na sessão conduzida pelo ministro Edson Fachin
Nesta terça (3) Fischer Dias se defendeu no plenário do CNJ, na sessão conduzida pelo ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ. Inicialmente, disse que ‘respeita e confia na Justiça do seu país’.
Ele criticou a ‘contaminação por viés político que afetou o devido processo legal’. Disse que recorreu ao CNJ ante a ‘possibilidade de desfazer uma grande injustiça’.
Em seu voto, a conselheira Daiane Nogueira de Lira, relatora, destacou que ‘a conduta (de Fischer) é totalmente incompatível com a carreira da magistratura’. “O assédio sexual e a perseguição a servidoras são fatos extremamente graves e não podem ser sancionados com penas brandas, razão pela qual a pena de aposentadoria compulsória foi acertadamente aplicada pelo Tribunal de Justiça do DF”, avalia Daiane.
Ela ressaltou que as condutas de assédio sexual e de stalking ‘configuram tipos penais no Brasil. “O magistrado João Luís Fischer Dias utilizou de sua posição hierárquica para coagir e amedrontar servidoras, o que é inconcebível”, reprovou a conselheira.
