Governo deixou vencer multa ambiental de R$ 42 milhões de um amigo de Bolsonaro

14/07/22

Por Metropoles

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Foto: Divulgação

 

Durante o governo Jair Bolsonaro, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deixou prescrever uma multa ambiental de R$ 42,4 milhões de uma empresa abertamente bolsonarista. Dono da firma Real, que controla a Fazenda Chapada Grande, o empresário Tiago Junqueira mostra ser conhecido no Planalto e apoiador do presidente. Na última eleição, recebeu um vídeo de Bolsonaro e foi denunciado pelo Ministério Público Eleitoral por propaganda irregular depois de circular com o “mitomóvel”, um carro totalmente estilizado para pregar voto no então candidato do PSL. As informações são do Metrópoles.

A multa ambiental que a Fazenda Chapada Grande, em Regeneração (PI), livrou-se de pagar é a que gerou maior prejuízo aos cofres públicos, representando 12% do total de R$ 355,4 milhões das autuações que prescreveram na atual administração. A segunda maior multa vencida foi de R$ 16,6 milhões, uma diferença de 60%.

Registros internos do Ibama mostraram que a multa inicial foi aplicada à Fazenda Chapada Grande em 2005, no valor de R$ 14,1 milhões, porque a empresa recebeu 898 toneladas de madeira sem licença ambiental. A fazenda é controlada pela companhia Regeneração Agropecuária Ltda (Real).

Em 2012, com o avançar do processo, o valor da multa triplicou: passou para R$ 42,4 milhões. “Houve várias tentativas de comunicar a decisão, o que somente foi realizado em 28/05/2014”, anotou o Ibama. A Fazenda Chapada Grande, então, apresentou um recurso, que foi negado em 2017. A partir daí, o governo cometeu um erro técnico: enviou a notificação dessa decisão para uma pessoa errada. O erro só foi registrado pelo Ibama em novembro de 2019, no 11º mês da gestão Bolsonaro.

Questionado, o Ibama entrou em contradição sobre quando a multa de R$ 42 milhões perdeu a validade e foi extinta. Segundo uma planilha enviada por meio da Lei de Acesso à Informação, o valor prescreveu em novembro de 2021. De acordo com um documento interno do órgão, o vencimento aconteceu em abril de 2020. Já a assessoria de imprensa do instituto informou uma terceira data: maio de 2019. Em todos os três casos, a multa perdeu a validade durante a gestão de Jair Bolsonaro.

Além do valor, o vencimento da multa que ocupa o topo da lista de prescrições chama atenção por um fato: a Fazenda Chapada Grande tem como slogan em seu site o lema “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”, o mesmo usado por Bolsonaro em 2018. Nas redes sociais da empresa, o culto à imagem do presidente é frequente. Em uma das postagens, dezenas de funcionários da fazenda se perfilaram para formar o 17, número de Bolsonaro nas urnas na última eleição. No mesmo período, Bolsonaro gravou um vídeo para o fazendeiro.

“Olá, Tiago Junqueira, de Regeneração, no Piauí. Jair Bolsonaro [falando]. Tô com o teu irmão aqui do lado, ó. Valeu, tamo junto aí nessa empreitada, tá ok? O Piauí é nosso. Valeu, garoto!”, disse Bolsonaro, na campanha de 2018.

Além de Bolsonaro, Junqueira mostra ser próximo de outra autoridade do Planalto: o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, eleito senador pelo Piauí. Em 23 de maio deste ano, uma segunda-feira, o chefe do PP foi a uma cerimônia na Fazenda Chapada Grande, onde o empresário recebeu o título de cidadão piauiense. Na agenda oficial, o ministro registrou apenas “compromissos oficiais no estado”, sem qualquer detalhe, o que é incomum em agendas do governo federal em dias úteis. Sem fazer alusão à multa aplicada pelo Ibama na gestão do PT e à prescrição ocorrida no governo Bolsonaro, Ciro disse que a família Junqueira chegou a ser “maltratada” e não recebeu incentivos suficientes.

“Isso hoje é um reconhecimento à história de vida dessa família, a família Junqueira. Um reconhecimento tanto ao pai quanto ao Tiago pelo que ele representa para o estado. Para essas pessoas que vieram e escolheram o Piauí para produzir. Que, às vezes, foram maltratados, não foram incentivados da forma correta, mas que a paixão e a vontade de produzir falaram mais alto. Tiago merecia esse título de cidadão piauiense já há muito tempo”, afirmou o ministro. Mãe e suplente de Ciro no Senado, a senadora Eliane Nogueira também foi à Fazenda Chapada Grande nesse dia.

Em uma entrevista nessa cerimônia, o empresário Tiago Junqueira fez questão de expor seu posicionamento bolsonarista. Disse Junqueira ao jornalista Elivaldo Barbosa:

“Elivaldo, você esteve aqui comigo em 2009, num dia de campo. Agora estamos aqui, 13 anos… não gosto desse número… 14 anos depois, concluindo o projeto. O agro é a grande vocação do Brasil. Hoje nós temos um presidente que é patriota, fala em Deus, em liberdade, em agro, em família. Por isso que a gente fica cada vez mais motivado em continuar trabalhando, gerando emprego, produzindo e desenvolvendo uma região tão atrasada e tão pobre como o Piauí, mas com tanta riqueza e tantas oportunidades para serem exploradas”.

Em 2018, Junqueira foi denunciado pelo Ministério Público do Piauí, junto com outros três empresários, pelos crimes de corrupção ativa e tráfico de influência. As acusações incluíam pagamento de propina a servidores da Secretaria estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos para aprovar projetos de licenciamento ambiental sem a devida análise. A Justiça, porém, rejeitou o trecho da denúncia sobre o fazendeiro. O processo foi arquivado no mês passado.

Procurados, o empresário Tiago Junqueira e a empresa Real não responderam.

Procurada, a Casa Civil não respondeu. O Palácio do Planalto disse apenas que a resposta viria do Ibama. O Ibama, por sua vez, enviou um documento referente ao processo e afirmou que a prescrição aconteceu em maio de 2019.

Deputados devem aprovar hoje (14) redução do ICMS sobre combustíveis na Alepe

14/07/22

Por JC

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As Comissões de deputados estaduais darão pareceres favoráveis pela manhã e o projeto de lei é votado em plenário à tarde

Bruno Campos/JC Imagem
Posto de combustível em Pernambuco – FOTO: Bruno Campos/JC Imagem
Nesta quinta-feira (14), a Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), vota o Projeto de Lei Nº 3546/2022, do Governo do Estado, que promove a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis de 29% para 18%.

A expectativa é que, com a aprovação da medida, os pernambucanos terão uma redução total de 93 centavos no preço da gasolina.

“Somos favoráveis à iniciativa. A redução de quase 1 Real no preço da gasolina parece justa tendo em vista que sucessivos aumentos ocorreram neste ano e comprometeram bastante o bolso de todos nós”, diz o deputado Aluísio Lessa, presidente da Comissão de Finanças.

“A proposta que a Comissão de Finanças da Alepe vai votar visa cumprir Lei Complementar Federal 194, que reduz as alíquotas do ICMS dos combustíveis. O PL se soma ao Decreto do governador de cumprimento à Lei Complementar Federal 192 – que prevê a cobrança de alíquota fixa por unidade de medida, em vez de um percentual sobre o preço médio dos combustíveis”, explica.

Culpa da Petrobras

O deputado de situação diz que o ICMS não é o fator determinante para a constante subida de preço dos combustíveis.

“Se o dólar sobe, a gasolina sobe automaticamente. Como a Petrobras é uma empresa de capital aberto, ela, com a ascensão da direita, visa somente dar lucro aos seus acionistas. A companhia, cujo o controle acionário pertence ao Governo Federal, dá de ombros à realidade do povo brasileiro, mesmo sendo pública”.

Críticas a Bolsonaro

“Diante de uma gestão tresloucada da União como a que vivemos, a instabilidade econômica promove alta no dólar quase que diariamente. Sendo assim, a equiparação ao mercado internacional precisa ser revista. O trabalhador brasileiro não pode sustentar o lucro do acionista da Petrobras”.

“O ICMS é um tributo estadual, a principal fonte de receita dos governos estaduais. A interferência do Governo Federal sobre este imposto tem a inconstitucionalidade questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) por quase todos os 27 governadores da Federação. Além disso, a medida da União implica em renúncia de receita, que fere a Lei Complementar Nº 101/2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal”, acrescenta.

Perdas para os Estados

O deputado do PSB afirma ainda que, com a redução imposta pela União, a arrecadação dos Estados vai sofrer uma perda na casa dos R$ 100 bilhões.

“Sem essa receita, os governadores dificilmente terão como fazer investimentos futuros em emprego, educação, saúde e moradia, ações essenciais para a população. Indo além, os Estados já contam com um orçamento bastante restrito e provavelmente não terão como honrar os seus compromissos atuais, como a folha de pagamento dos servidores”.

“Em ano eleitoral, a “solução”, que passa longe de ser solução, é impor uma medida eleitoreira. O Presidente nunca entendeu como funciona o regime presidencialista. Ele não compreende que não é um ditador que faz o que bem entende e que os Estados têm as suas atribuições. Ele está retaliando os governadores, que sempre combateram as suas atrocidades, para se eximir da sua responsabilidade sobre a Petrobras e tentar evitar uma derrota acachapante nas urnas. Influenciado pelo liberalismo, ele quer mais é garantir o lucro ao mercado”.

“A medida vai reduzir o preço da gasolina neste primeiro momento. Mas estaremos vigilantes nos trabalhos legislativos para que as suas implicações não comprometam as contas do Estado. Temos compromisso com o povo de Pernambuco e não vamos deixar que a população padeça diante da irresponsabilidade do Governo Federal”.

PISO DA ENFERMAGEM: PEC é aprovada pela Câmara e vai à promulgação

14/07/22
Estadão Conteúdo
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Piso salarial nacional de R$ 4.750 de enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras

Foto: Ingrid Anne/Fotos Públicas
Enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras terão piso salarial nacional de R$ 4.750 – FOTO: Foto: Ingrid Anne/Fotos Públicas

A Câmara aprovou nesta quarta-feira, 13, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa dar segurança jurídica ao piso salarial nacional de R$ 4.750 de enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. A emenda foi aprovada em primeiro turno nesta terça-feira, 12, por 425 votos favoráveis a 11 contrários. No segundo turno foram 473 a 9. A PEC vai à promulgação pelo Congresso Nacional.

Na prática, a proposta estabelece que o piso salarial da categoria será instituído por lei federal. A emenda também determina que a União, os Estados, Distrito Federal e municípios, até o final do exercício financeiro em que for publicada a lei do piso salarial da enfermagem, devem adequar a remuneração dos cargos ou dos respectivos planos de carreira, quando houver, de modo a atender aos pisos estabelecidos para cada categoria profissional.

O piso para a categoria já tinha sido aprovado pelo Senado (em novembro do ano passado) e pela Câmara (em maio deste ano) na forma de um projeto de lei (PL 2.564/2020). Apesar de aprovado pelo Congresso, a proposta ainda não foi enviada para sanção do presidente Jair Bolsonaro (PL). O impacto estimado é de R$ 16 bilhões. Contudo, não há previsão orçamentária para custeio da medida.

O texto aprovado prevê piso mínimo inicial para enfermeiros no valor de R$ 4.750, a ser pago nacionalmente por serviços de saúde públicos e privados. Para os técnicos, o texto fixa remuneração equivalente a 70% do piso nacional dos enfermeiros. Para auxiliares de enfermagem e parteiras, o valor será equivalente a 50%.

Piso da categoria na Constituição

Ao inserir na Constituição o piso, a intenção é evitar uma eventual suspensão do piso na Justiça, sob a alegação do chamado “vício de iniciativa” (quando a proposta é apresentada por um dos Poderes sem que a Constituição Federal lhe atribua competência para isso).

A votação em segundo turno, prevista para depois da votação da “PEC dos Benefícios”, aprovada hoje, não ocorreu ontem devido a problemas com a rede de internet da Câmara. A falha técnica resultou no cancelamento da sessão, que foi retomada nesta manhã após manobra do presidente Arthur Lira (PP-AL), para garantir a aprovação do texto original da “PEC dos Benefícios”.

Partidos de oposição pedem ao TSE que Bolsonaro seja multado por discursos que incitem a violência

14/07/22
Por Agência O Globo
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Em representação entregue a Moraes, legendas querem que presidente pare de fazer discursos que incitem à violência

Presidente Jair Bolsonaro

Partidos da oposição entraram com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que o presidente Jair Bolsonaro (PL) se abstenha de ter qualquer tipo de discurso de ódio ou de incitação à violência, sob pena de multa diária de R$ 1 milhão aplicada tanto a ele quanto a seu partido. As legendas entregaram a ação ao ministro Alexandre de Moraes, que está na presidência do TSE, durante uma reunião realizada nesta quarta-feira.

As agremiações também pedem para que o TSE determine a Bolsonaro que se manifeste em suas redes sociais de forma a condenar práticas violentas entre seus apoiadores e eleitores, também sob pena de multa. Solicitam, ainda, que o presidente deixe clara a sua desaprovação e pesar pela morte do militante petista Marcelo Arruda, assassinado no último sábado.

No encontro, estiveram presentes lideranças como o senador Randofe Rodrigues, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, o presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, e o deputado federal Marcelo Ramos, do PSD.

Após o encontro com Moraes, os parlamentares disseram que o ministro, que será presidente do TSE durante as eleições e assume o comando do tribunal em agosto, sinalizou que a Justiça Eleitoral agirá com firmeza e que os pedidos encaminhados pelos partidos serão despachados com agilidade.

Ainda de acordo com os deputados e senadores, o presidente em exercício do TSE afirmou que a Corte está agindo para coibir manifestações de violência e discursos de ódio, e que nesta terça-feira teria retirado do ar um conteúdo contendo ataques e ameaças a uma pré-candidatura.

O caso em questão envolve um pedido do PDT para a remoção de um vídeo publicado na rede social Kwai cujo conteúdo apresentava um diálogo falso entre o pré-candidato Ciro Gomes e um líder de organização criminosa. Na decisão, Moraes mandou que a plataforma retirasse a postagem e determinou que o usuário abstenha de realizar nova postagem com o mesmo teor, sob pena de multa.

“O mais importante foi ele ter dito para nós que está atento e que as respostas a todas as demandas que ocorrerem serão precisas, eficientes e rápidas”, afirmou Randolfe.

Os partidos também apresentaram ao TSE uma consulta pública para que o porte de armas seja suspenso no dia das eleições em todo o território nacional. A ideia, segundo os deputados e senadores, é fazer com que não só os locais de votação tenham a segurança reforçada. A consulta também foi assinada por integrantes do PDT.

Na representação contra Bolsonaro, os partidos elencam uma série de episódios, além do assassinato do petista em Foz do Iguaçu, como frases ditas pelo presidente em lives, além de atos praticados por seus auxiliares. É o caso de um gesto feito pelo ex-assessor Filipe Martins, classificado como relacionado a supremacistas brancos, e uma peça publicitária do ex-chefe da Secretaria de Cultura Roberto Alvim com referências nazistas.

Um dos episódios relatados pelos partidos é a live de Bolsonaro do último dia 8 de julho, quando o presdente atacou o sistema eleitoral de urnas eletrônicas e declarou que os eleitores “sabem como se preparar” antes das eleições.

“Nem mesmo é o caso de questionar qualquer crítica destinada aos opositores do pré-candidato, que por sua posição estão sujeitos ao rígido controle da sociedade, que nem sempre será favorável de qualquer do povo. Até porque, sabe-se que a atuação da Justiça eleitoral “deve coibir práticas abusivas ou divulgação de notícias falsas, de modo a proteger a honra dos candidatos e garantir o livre exercício do voto”, afirmam os partidos.

Procurado, o Palácio do Planalto não se manifestou até a publicação da notícia.

Danilo Cabral tem encontro com Lula e Alckmin em Brasília

14/07/22

blogfolhadosertao.com.br

 

 

 

O pré-candidato candidato a governador Danilo Cabral (foto ) encontrou-se, nesta quarta-feira (13), com o ex-presidente Lula, em Brasília, onde o petista passou o dia hoje conversando com deputados e deputadas da sua base.

Quem também participou do encontro foi o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que concorrerá a vice-presidente na chapa por Lula.

Setur e Empetur discutem a importância da governança no turismo em reunião com interlocutores municipais

14/07/22
ImprensaPE
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Encontro teve a participação de 15 municípios do litoral ao sertão

 As instâncias de governança são compreendidas por possibilitar a integração dos municípios com a gestão regional do turismo. Tendo em vista que a reflexão acerca do tema possibilita também a otimização dos recursos humanos, materiais e financeiros de um destino, o Encontro de Municípios das Regiões Turísticas de Pernambuco reuniu secretários e agentes municipais do segmento turístico local na Secretaria de Turismo e Lazer, em Olinda, no Centro de Convenções de Pernambuco. A assembleia foi realizada nesta quarta-feira, 13, pela Setur-PE e pela Empetur com a participação de 15 municípios do litoral ao sertão.

O encontro contou com a participação da secretária de Turismo e Lazer, Milu Megale, e foi mediado pela diretora de Estruturação do Turismo da Empetur, Socorro Rodrigues, e pelo gerente de Produtos e Destinos Turísticos, Gil Marinho. A interlocutora do Programa de Regionalização do Turismo (PRT) na Paraíba, Alessandra Lontra, realizou apresentação acerca da governança no turismo.

Durante a reunião, os agentes debateram sobre a importância da adesão dos municípios pernambucanos ao Programa de Regionalização do Turismo do Ministério do Turismo. A pauta também teve como foco a implementação das instâncias de governança nas regiões locais, que priorizam a inclusão social e o desenvolvimento econômico em destinos que ainda não exploram todo o seu potencial turístico.

Programa Pernambuco que Alimenta chega ao Sertão do Pajeú

14/07/22

Imprensa Des. Social PE

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O programa estadual tem o objetivo de contribuir com as estratégias de combate a insegurança alimentar e nutricional por meio da destinação de gêneros alimentícios às pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza

 

O Governo do Estado segue interiorizando o programa Pernambuco que Alimenta, estratégia de combate à insegurança alimentar e nutricional. Nesta quarta-feira (13), as equipes da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude estiveram na cidade de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, para destinar 335 kits de gêneros alimentícios que serão encaminhados às pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza do município.

A iniciativa, realizada em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Agrário, consiste na aquisição de gêneros alimentícios junto a agricultores familiares e na destinação imediata à população mais vulnerável. As sacolas contêm itens como laranja, banana, batata doce, ovos, melão, macaxeira e inhame.

A entrega à população é feita conforme os indicadores e critérios relacionados à assistência social em cada município. Beneficiada pelo programa, Bernadete Almeida falou sobre a importância dos alimentos para sua família. “A felicidade é grande. Batalhamos todos os dias para trazer comida para casa e os kits serão muito bem-vindos”, afirmou.

Para o Pernambuco que Alimenta, o Governo do Estado destinou R$ 10 milhões com o objetivo de distribuir 80 mil kits em todo o Estado. A secretária executiva de Gestão, da SDSCJ, Marília Bezerra, acompanhou a entrega dos kits e destacou a importância do programa para o desenvolvimento da agricultura familiar e o fortalecimento da política de segurança alimentar e nutricional. “O programa atua para garantir comida saudável na mesa de quem mais precisa. Mas também gera renda aos pequenos agricultores pernambucanos, que vão conseguir escoar e expandir suas produções. Unir essas duas frentes, onde o Estado consegue fortalecer duas políticas tão necessárias, foi uma decisão acertada, principalmente, em um momento em que a área social do Brasil está bastante fragilizada”, pontuou a gestora.

Imagens: Marcelo Vidal/SDSCJ