Sport é goleado por 4×1 pelo Sampaio Corrêa

23/07/22

Por William Tavares

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Foi a primeira vez na Série B 2022 que o Leão tomou quatro gols em uma mesma partida; zagueiro Alemão teve noite desastrosa, com expulsão e pênalti marcado
Sampaio goleou o Sport no Maranhão

Pior do que dois empates consecutivos em 0x0, com um ataque ineficaz, é ser goleado por 4×1, com erros em um setor que vinha bem. Diante do Sampaio Corrêa, nesta sexta (22), no Castelão, o Sport jogou mal e foi atropelado pela Bolívia Querida. O clube corre risco de perder mais posições na Série B do Campeonato Brasileiro. Os pernambucanos estão em sétimo, com 27. Os maranhenses pularam para quinto, com 28.

Pimentinha nunca jogou em clubes pernambucanos, mas é conhecido no futebol daqui por dar trabalho ao Trio de Ferro da Capital. Contra o Náutico, também pela Série B, no mesmo Castelão, o atleta marcou um e deu outra assistência na vitória do Sampaio por 2×0. Contra o Sport, o experiente atacante de 34 anos voltou a incomodar. Foi dele o ótimo cruzamento na cabeça de Poveda, que se antecipou à marcação e abriu o placar para os maranhenses.

Nos dois jogos passados, ambos sem gols marcados, o Sport criou diversas chances perigosas, mas pecou na pontaria em todas. Contra o Sampaio, o cenário foi diferente. Para pior. O Leão não teve qualquer construção ofensiva. Salvo um cruzamento de Sander para Kayke, os pernambucanos mal chegaram à área do adversário.

O Sport pagou o preço pela involução. Aos 35, Ygor Catatau subiu livre após escanteio e cabeceou no canto de Carlos Eduardo para fazer 2×0.

Com Giovanni e Everton Felipe nas vagas de Blás Cáceres e Thiago Lopes, o técnico interino César Lucena tentou consertar a carência na criação de jogadas do Sport, aumentando também a velocidade na transição.

A mudança surtiu efeito rapidamente. Giovanni cobrou falta, Kayke desviou de cabeça e diminuiu o placar no Castelão. Reação que fez o Leão acreditar em um empate no Castelão. Sander, em chute cruzado, por pouco não deixou tudo igual antes dos 10 minutos do segundo tempo.

No momento em que o Sport conseguiu equilibrar o jogo, veio novo revés. Fabio Alemão derrubou Matheusinho na área. O zagueiro fez pênalti e, de quebra, foi expulso. Poveda, artilheiro da Série B, cobrou firme e fez 3×1. Antes do fim, Rafael Costa, de fora da área, transformou a vitória em goleada. Sem técnico e sem G4, Leão foi atropelado no Maranhão.

Ficha técnica

Sampaio Corrêa 4

Gabriel Batista; Mateusinho, Allan (Joécio), Nilson Júnior e Pará; André Luiz (Lucas Araújo), Ferreira e Rafael Vila; Pimentinha(Renatinho), Gabriel Poveda (Rafael Costa) e Ygor Catatau (Nadson). Técnico: Léo Condé.

Sport 1

Carlos Eduardo; Ezequiel, Alemão, Sabino e Sander; Fabinho, Blas Cáceres (Giovanni), Bruno (Denner) e Thiago Lopes (Everton Felipe), Luciano Juba (William Oliveira) e Kayke (Vanegas). Técnico interino: César Lucena

Local: Castelão (São Luís/MA)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo. Assistentes: Alex Ang Ribeiro e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Gols: Gabriel Poveda (aos 4 do 1ºT e 32 do 2ºT), Ygor Catatau (aos 35 do 1ºT), Kayke (aos 6 do 2ºT) e Rafael Costa (aos 48 do 2ºT)
Cartões amarelos: Rafael Vila (Sampaio)
Cartão vermelho: Fábio Alemão (Sport)

MPF diz que ‘decisão de matar’ Dom e Bruno teria sido por causa de uma fotografia

23/07/22

Estadão Conteúdo

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Ministério Público Federal narrou que os tiros disparados pelos acusados destinavam-se ao ex-servidor da Funai e que a morte do britânico se deu para ‘assegurar a impunidade de tal crime

‘–JC

REPRODUÇÃO
O indigenista Bruno Pereira e o repórter Dom Phillips foram executados a tiros na região do Vale do Javari em 5 de junho – FOTO: REPRODUÇÃO

Ao denunciar Amarildo da Costa Oliveira, ‘Pelado’, Oseney da Costa de Oliveira, ‘Dos Santos’, e Jefferson da Silva Lima, ‘Pelado da Dinha’, pelo assassinato a tiros do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Philips, o Ministério Público Federal narrou que os tiros disparados pelos acusados destinavam-se ao ex-servidor da Funai e que a morte do britânico se deu para ‘assegurar a impunidade de tal crime’.

Em uma peça de 23 páginas, a Procuradoria indicou que a decisão de matar Bruno ‘decorreu do fato de a vítima ter tirado fotografia de Amarildo e de sua embarcação, afirmando que aquela era a ‘embarcação do invasor’ – informações que constam da confissão do pescador. “Motivo fútil, portanto”, indica a denúncia em referência a primeira qualificadora dos crimes de homicídio imputados ao trio acusado.

Os procuradores narram ainda que os acusados seguiram a embarcação de Bruno e Dom, sem que eles percebessem, ‘efetuando os disparos fatais pelas costas das vítimas, dificultando a possibilidade de resistência’. “Mesmo estando Bruno já desfalecido, dispararam ainda mais um tiro em seu rosto”, diz a peça de acusação.

O documento foi apresentado ao juízo da Subseção Judiciária Federal de Tabatinga, no Amazonas, que já colocou os três denunciados no banco dos réus, dando início à ação penal. A peça conta com resultados dos laudos periciais realizados no âmbito das investigações, mensagens em que Bruno relatou a atividades de invasores da terra indígena do Vale do Javari, além dos depoimentos dos acusados.

No entanto, segundo cota apresentada junto à denúncia as investigações sobre o caso seguem, ‘a fim de esclarecer a autoria e participação dos demais agentes na prática da ocultação dos cadáveres e do próprio homicídio’.

Presos preventivamente, ‘Pelado’, ‘Dos Santos’ e ‘Pelado da Dinha’ foram transferidos de Tabatinga para Manaus. A Justiça Federal atendeu um pedido da Polícia Federal, com parecer favorável do Ministério Público Federal, apontando que em Tabatinga, há ‘problemas variados, não só falta de vagas, mas também resgates possíveis’.

CITADO NAS INVESTIGAÇÕES DO ASSASSINATO DE BRUNO E DOM

Além do trio denunciado pelo MPF, também foi levado para Manaus Rubens Villar Coelho, o ‘Colômbia’ que foi citado em meio às investigações do assassinato de Bruno e Dom.

Apontado como financiador da pesca ilegal na região e ligado a ‘Pelado’, Colômbia foi detido por uso de documento falso quando compareceu à delegacia da PF para ‘negar envolvimento’ com o assassinato do indigenista e do jornalista britânico.

Além disso, outras cinco pessoas foram indiciadas por suposta participação na ocultação dos corpos de Bruno e Dom, segundo a Polícia Federal.

ARROCHO : Governo anuncia bloqueio de R$ 6,7 bi no Orçamento às vésperas da eleição

23/07/22

Por Agência O Globo
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Detalhamento dos cortes será feito na próxima semana
Economia

O Ministério da Economia anunciou nesta sexta-feira (22), um bloqueio de R$ 6,7 bilhões no Orçamento deste ano, diante da necessidade de cumprir o teto de gastos (regra que limita as despesas federais). O novo corte de verbas vai ocorrer às vésperas das eleições e criou uma tensão no governo Jair Bolsonaro, já que diversos ministérios estão reclamando de falta de recursos para a execução de seus projetos. A distribuição dos cortes só será divulgada no fim do mês.

O bloqueio anunciado ocorre por conta do teto de gastos, a regra que impede o crescimento das despesas federais acima da inflação. Como as despesas totais são limitadas pelo teto, quando um gasto obrigatório sobe mais que o previsto no Orçamento, é necessário bloquear despesas não obrigatórias (essencialmente investimentos e custeio da máquina pública).

De acordo com o o Ministério da Economia, já estão bloqueados R$ 5,9 bilhões no Orçamento, por conta de avaliações feitas nos meses anteriores. Agora, o bloqueio sobe para R$ 12,7 bilhões.

O corte é feito mesmo diante das estimativas de melhora constante na arrecadação de impostos. No primeiro semestre deste ano, a arrecadação federal somou R$ 1,114 trilhão, o que representa alta real (descontada a inflação) de 11% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Apesar desses dados, o comportamento das despesas exigirá um novo bloqueio de verbas. Na avaliação bimestral de receitas e despesas, foi constatado aumento dos gastos obrigatórios, de acordo com o Ministério da Economia.

Entre as despesas que pressionaram o bloqueio, está a derrubada pelo Congresso do veto presidencial às leis que determinam o repasse de R$ 3,86 bilhões do Fundo Nacional de Cultura (FNC) para fomento de atividades e produtos culturais em razão dos efeitos econômicos e sociais da pandemia de Covid-19.

As despesas também cresceram por conta do piso salarial para a agentes comunitários de saúde (R$ 2,24 bilhões).

Necessidade de bloqueio

O corte, contudo, não tem relação com a PEC Eleitoral, Emenda aprovada pelo Congresso que permite gastos extras de R$ 41,2 bilhões neste ano — dinheiro que será usado para aumentar em R$ 200 o Auxílio Brasil e criar benefícios a caminhoneiros e taxistas. A PEC foi feita justamente para furar o teto de gastos e as demais regras fiscais e eleitorais, mas afeta apenas os benefícios sociais. As demais despesas, que não estão na PEC, continuam seguindo o teto de gastos.

O governo agora vai ter que escolher onde passar a tesoura, o que já tem gerado pressão de ministros e parlamentares. Ainda não está decidido, por exemplo, se haverá cortes nas emendas de relator, base do Orçamento secreto. Por conta da lei eleitoral, essas emendas não podem ser liberadas até as eleições e nem tudo foi empenhado — há, portanto, uma parte que pode ser cortada.

Uma reclamação constante de falta de recursos está vindo do Ministério da Educação, que aponta a necessidade de dinheiro para manutenção das universidades. A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) alerta que a situação é grave e que o funcionamento das instituições pode ficar inviabilizado se não houver uma recomposição dos orçamentos.

O Ministério da Defesa também reclama da falta de recursos para a manutenção das atividades das Forças Armadas. Na Infraestrutura, a queixa é de falta de dinheiro para manutenção de rodovias. Já no Ministério do Desenvolvimento Regional, estariam ameaçadas as ações de prevenção relacionadas à Defesa Civil.

Santa Cruz encara Retrô com ao menos duas novidades

23/07/22

Por Vitória Fialho

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Kléver deve voltar ao gol após mais de dois meses, enquanto Feijão tende a ser titular na lateral-direita pela primeira vez no ano

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<i>(Foto: Rafael Melo/SCFC)</i>Mudança na meta coral é certa. (Foto: Rafael Melo/SCFC)

A fase é nova, mas a dor de cabeça segue a mesma para o técnico Marcelo Martelotte. Ainda não vai ser dessa vez que o treinador conseguirá repetir a mesma equipe de um jogo para o outro. Para o primeiro encontro decisivo contra o Retrô, neste domingo, no Arruda, duas baixas no setor defensivo foram confirmadas. Uma, por questão clínica, outra, por demissão.

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O goleiro Jefferson testou positivo para a Covid-19 e não fica à disposição para domingo. Ele, inclusive, já segue isolamento inicial de 10 dias, como pede protocolo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Para a vaga, Kléver volta à meta coral após mais de dois meses sem entrar em campo. Última partida do arqueiro foi na derrota por 2 a 0 para o Juazeirense, na reestreia de Martelotte pelo clube.

Outra mudança obrigatória irá acontecer na lateral-direita. Após a saída de Edson Ratinho, demitido no início desta semana, Jefferson Feijão, naturalmente, deve assumir a posição. Antes, Martelotte já improvisou peças como o volante Daniel Pereira e o meia Wescley na função, mas ambas as peças estão bem encaixadas na equipe. Logo, o comandante coral deve optar por um lateral de ofício.
Ainda na faixa central do campo, Martelotte não contará, mais uma vez, com o volante Gilberto. Peça titular, o jogador foi diagnosticado com uma lesão de grau 2 na coxa e segue de fora. Em contrapartida, Elyeser, que também estava entregue ao departamento médico, iniciou transição física e pode retornar entre as opções.
As novidade ficam por conta do meia Chiquinho, regularizado e à disposição, e de Anderson Ceará, fora da partida contra o Lagarto, na última rodada da primeira fase, por suspensão.
Sendo assim, o Santa Cruz deve ir a campo com: Kléver; Jefferson Feijão, Alemão, Luan Bueno e Ítalo Silva; Arthur Santos, Daniel Pereira e Wescley; Matheuzinho, Hugo Cabral e Rafael Furtado. 
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UFPE publica edital de concurso com 36 vagas para professor

23/07/22

Ascom UFPE

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 (Foto: Bruna Costa/Esp.DP)
Foto: Bruna Costa/Esp.DP

 

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) publicou edital de concurso público para o cargo de professor do magistério superior. São oferecidas 36 vagas, para diversas áreas do conhecimento, sendo 27 vagas para ampla concorrência, sete para pessoas negras e duas para pessoas com deficiência (PCD). As inscrições acontecem de 5 de agosto a 3 de setembro. O edital foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 13 deste mês e republicado ontem (21).
A taxa de inscrição é de R$ 239,00. O período para solicitar isenção do pagamento vai de 5 a 14 de agosto. As vagas são para os Centros de Artes e Comunicação (CAC); Ciências Médicas (CCM); Acadêmico do Agreste (CAA); Exatas e da Natureza (CCEN); Ciências da Saúde (CCS); Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Educação (CE); e Informática (CIn). Conforme Resolução do Cepe nº 15/2022, o concurso tem quatro etapas obrigatórias: prova escrita (eliminatória); prova didática (eliminatória); defesa de memorial (eliminatória); prova de títulos (classificatória).
O docente ingressa na carreira de magistério superior na Classe A, nível 1, com as denominações professor adjunto A, se portador do título de doutor; professor assistente A, se portador do título de mestre ou; professor auxiliar, se graduado ou portador de título de especialista. A remuneração varia de acordo com a titulação e o regime de trabalho, que pode ser de 20h ou 40h com dedicação exclusiva (DE). No caso de professores que fazem 40h semanais, o salário pode ir de R$ 5.367,17 a R$ 9.616,18. O salário de docentes com carga horária total de 20h vai de R$ 2.459,95 a R$ 3.522,21.
O edital está disponível na página da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) da UFPE. Em breve, a Universidade vai divulgar, nesta página, os avisos e comunicados gerais de interesse dos candidatos, além de informações complementares ao edital. Para mais informações, os candidatos deverão acessar o sistema de gerenciamento do concurso (SIGRH).