ABI denuncia ameaças de morte contra jornalista Luciana Oliveira, do Brasil 247

09/05/26   –   http://blogfolhadosertao.com.br  –    Redação Brasil 247

Entidade repudia ataques à repórter do Brasil 247 na Amazônia e pede ação de órgãos de direitos humanos
ABI denuncia ameaças de morte contra jornalista Luciana Oliveira, do Brasil 247
ABI denuncia ameaças de morte contra jornalista Luciana Oliveira, do Brasil 247
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), por meio da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e dos Direitos Humanos, divulgou uma nota pública em que denuncia e repudia os ataques dirigidos à jornalista Luciana Oliveira, repórter do Brasil 247 na Amazônia, em Rondônia. A manifestação da entidade alerta para a escalada da violência contra a profissional, que passou a ser alvo de ameaças explícitas de morte.

Segundo a ABI, os ataques contra Luciana Oliveira começaram com tentativas de desqualificação intelectual e objetificação sexual, mas evoluíram para ameaças mais graves em razão do trabalho jornalístico desenvolvido pela repórter. A entidade afirma que a jornalista tem incomodado “os setores mais reacionários e potencialmente criminosos do Estado” por sua atuação em defesa da democracia e dos direitos humanos.

Na nota, a ABI destaca que Luciana Oliveira é uma “defensora intransigente da democracia e dos direitos humanos” e ressalta que a escalada das agressões representa um grave atentado à liberdade de imprensa e à integridade física da profissional.

A associação também fez um apelo para que entidades nacionais e órgãos públicos voltados à proteção dos direitos humanos acompanhem o caso e atuem conjuntamente para garantir a segurança da jornalista.

“Diante da gravidade da situação, conclamamos as entidades nacionais e os órgãos públicos voltados à defesa dos direitos humanos a se inteirarem desses fatos e se juntarem à ABI na busca por proteção da integridade física da jornalista e do seu trabalho”, afirma a entidade na nota.

A ABI ainda defendeu a responsabilização dos autores das ameaças e reforçou a necessidade de combate à violência contra profissionais da imprensa, especialmente em regiões marcadas por conflitos sociais e pressões políticas.

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