João Campos defende estratégias de desenvolvimento para PE

25/08/26 –  http://blogfolhadosertao.com.br – Blog da Folha

Socialista falou sobre o potencial do estado no processo da transição energética
Ao participar do lançamento da quarta edição da Revista Folha Energia, nesta segunda (24), o candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) defendeu estratégias para fortalecer o setor energético e ampliar a capacidade

Durante o evento, promovido pela Folha de Pernambuco e pelo Grupo EQM, no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem, no Recife, o socialista falou sobre o potencial do estado no processo da transição energética e sobre a necessidade de avançar nas áreas de infraestrutura, incentivos e articulação institucional.

De acordo com o líder da Frente Popular, poder falar do futuro tendo compromisso com a realização do presente é muito importante.

“A gente precisa potencializar isso com ações do estado, desenvolvimento de infraestrutura, novos incentivos e diálogo perante a reforma tributária. Tem muita coisa que a gente tem chance de assumir protagonismo, mas, para isso, precisa de um estado e de um governo que façam muito mais, inclusive pelo setor”, afirmou.

No quesito atração de investimentos para Pernambuco, o candidato defendeu uma atuação mais estratégica do poder público. “A gente precisa caminhar para uma lógica de subvenção para manter empresas e indústrias que estão aqui e consolidar a atração de novas. A gente precisa estar preparado para aproveitar as oportunidades que estão surgindo com a transformação da economia e da matriz energética”, disse.

Transnordestina
João Campos voltou a defender a conclusão da Transnordestina como uma estratégia para o desenvolvimento e para atração de investimentos. O candidato reforçou que o estado deve assumir um papel ativo na execução da obra, em parceria com a União.

 “Pernambuco precisa reivindicar o domínio da Transnordestina e poder assumir essa obra pelo governo do estado, construir um fundo junto com o governo federal. Se a gente faz esse início de obra a partir de Suape, entrando para o interior do estado, a gente consegue viabilizar desde a produção e o escoamento de combustível. A Transnordestina não sai. Isso a gente não pode aceitar e precisa colocar como um pacto que una a todos no estado”, afirmou.

 

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