10/02/26 – http://blogfolhadosertao.com.br – Por Betânia Santana
João Campos e Raquel Lyra articulam apoio da federação para as eleições 2026
Antes, o Partido Progressistas (PP) e o União Brasil (UB), que desde dezembro solicitaram o registro da federação, mas ainda não foram atendidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), precisam chegar a um consenso.
João Campos disse ontem apostar no poder de articulação do presidente do UB no estado e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho.
O mesmo que tem conversado com a governadora. O último encontro ocorreu em Brasília, na semana passada. O ex-prefeito de Petrolina assegura que não havia nada marcado e que também não houve avanços.
Considera natural a expectativa de João Campos, uma vez que integra o grupo do prefeito. No PP, há gente dando como certa a ida de Miguel Coelho para o grupo da governadora.
Há ainda um governo sem entender por que o presidente do PP, da federação e também pré-candidato ao Senado, Eduardo da Fonte, apoia a gestão de Raquel Lyra há três anos e não crava estar com ela nas eleições deste ano.
A resposta de Da Fonte é simples: o projeto é coletivo e não individual. “Não vou decidir com ela (Raquel), nem com ele (João) antes de 4 de abril (quando se encerra o prazo para mudança de partido). Minha prioridade são as bancadas. A eleição de senador é consequência desse dever de casa bem feito”.
Se não houver consenso entre PP e UB, a federação não se sustenta, indo por água abaixo os maiores tempo de TV e fundo partidário
Chance zero
Aliado da governadora Raquel Lyra e fiel ao projeto do PP, o deputado estadual Antônio Moraes é um dos poucos a cravar o caminho da Federação União Progressista: “Zero chance de Eduardo da Fonte apoiar o projeto de João Campos. Não faz sentido”.
Construção sólida
Mais cauteloso, o deputado Edson Vieira, ligado ao grupo Coelho, só tem duas certezas: a de que Eduardo da Fonte é aliado de Raquel Lyra e a de que Miguel Coelho está construindo a candidatura ao Senado com muito diálogo. Não arrisca dizer com que grupo.
