Raquel Lyra quer imprimir como marca da gestão a capacidade de tirar obra do papel

13/04/25
Betânia Santana
http://blogfolhadosertao.com.br
Entregar o TI de Igarassu e desativar a Barreto Campelo são exemplos mais recentes
Tirar do papel é a marca que a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), pretende imprimir em sua gestão.De obras paradas a projetos engavetados, mas considerados viáveis, passando por propostas originais, ela quer mostrar ser possível, bastando para isso ter articulação e vontade política.

Inaugurar o Terminal Integrado de Igarassu, no Grande Recife, foi um dos exemplos.

A estrutura deveria ter sido entregue em 2014 e a obra estava parada desde 2017. Investiu mais R$ 20 milhões, conseguiu um aporte de outros R$ 10 milhões da União e aumentou a capacidade de atendimento de 25 mil para 40 mil passageiros por dia.

“Eu poderia falar de números, mas tenho a dizer que existe aqui gestão pública de alta qualidade. Retomar uma obra é bem mais difícil que começar do zero”, atestou o secretário nacional de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Denis Andia, que participou do ato na sexta-feira (11)..

O evento teve a presença de quatro prefeitos – Elcione Ramos, de Igarassu; Paulo Galvão, de Itamaracá; Júnior de Irmã Teca, de Itapissuma; e Severino Ramos, de Paulista – além de líderes políticos da região.

E ganhou força principalmente porque há dez dias a gestora concretizou o que quase se tornou lenda urbana: desativou a Penitenciária Barreto Campelo. Com isso, abriu novas perspectivas de desenvolvimento urbano e econômico para a região.

Raquel Lyra também tirou do papel, só na Região Metropolitana, a proposta do bilhete único, a recuperação da PE-15 e o início de obras da PE-27, a Estrada de Aldeia. Para citar outros exemplos.

Planejamento cuidadoso

Outdoors espalhados em diversos pontos do Estado homenageiam a ex-deputada Marília Arraes, que hoje celebra idade nova. Indicativo de que deseja retomar o protagonismo político. E, apesar dos vários nomes postos, parece não descartar uma candidatura ao Senado em 2026. Tem circulado e conversado com líderes de várias regiões.

Um ponto a mais
A divulgação de uma carta da advogada Adriana Vasconcelos, filha de Jarbas Vasconcelos, esquentou ainda mais a disputa pela presidência estadual do MDB. No texto, ela destaca a trajetória do ex-senador e reforça o nome de Raul Henry, que disputa a reeleição contra o deputado Jarbas Filho, seu irmão. O pleito está marcado para o dia 24 de maio.

Fiel escudeiro
O deputado Antônio Moraes (PP) disse em discurso no TIde Igarassu ter sido ruim para a imagem da governadora ter feito cortes nas despesas. Mas observa que agora o estado cresce mais que o país, e convocou as mulheres a defendê-la. “Ela é vítima de preconceito.”

Disposição
Em meio a rumores de que deve deixar o PSB, o deputado federal Guilherme Uchôa Jr. não poupou elogios à governadora Raquel Lyra. Agradeceu as ações no Litoral Norte e se colocou à disposição. À parte, lembrou que o prazo para janela partidária está longe.

Crise no MDB: Filha de Jarbas Vasconcelos divulga carta em apoio a Raul Henry na disputa pelo MDB-PE

13/04/25

Por Ricco Viana

http://blogfolhadosertao.com.br

Adriana Vasconcelos afirma que o pai expressou desejo de não participar de disputas políticas
A advogada Adriana de Andrade Vasconcelos, filha do ex-governador Jarbas Vasconcelos (MDB), divulgou nesta sexta-feira (11) uma carta aberta em apoio ao atual presidente estadual do MDB em Pernambuco, Raul Henry. No documento, Adriana destaca a trajetória política do pai e defende a permanência de Henry à frente da sigla.
A manifestação ocorre em meio à disputa interna pela presidência do MDB-PE. O senador Fernando Dueire (MDB) declarou apoio ao deputado estadual Jarbas Filho (MDB), filho do ex-governador, para comandar o partido no estado. Na semana passada, Raul Henry afirmou que a imagem de Jarbas Vasconcelos estaria sendo usada indevidamente na disputa interna, uma vez que sua atual condição de saúde não permitiria avaliações políticas. Jarbas Filho reagiu, acusando Henry de deslealdade e oportunismo.No texto divulgado, Adriana afirma que o pai declarou de forma clara o desejo de manter-se afastado de disputas partidárias.

“Acho lamentável o que está acontecendo no nosso partido. Trazer meu pai para essa disputa é não respeitar a sua vontade de não mais querer se envolver em disputas políticas. Ele me declarou de viva voz sua posição de neutralidade”, escreveu.

A filha do ex-governador também relembra a trajetória de Raul Henry ao lado de Jarbas Vasconcelos, destacando que o atual dirigente da sigla ingressou na vida pública ainda jovem, como chefe de gabinete na Prefeitura do Recife. “Querer negar a trajetória de Raul ao lado do meu pai é um grande erro”, afirmou. Ela declarou apoio à continuidade de Henry no comando do MDB: “Nos últimos anos, Raul tem mostrado competência na condução do partido. E continua sendo o mais preparado para seguir no seu comando.”

Adriana também afirmou que faz parte da comissão provisória do MDB no Recife e que passará a integrar o diretório estadual, ao lado de Henry e outros nomes como Paulo Roberto e Iza Arruda. A advogada encerrou a carta reafirmando o compromisso com o fortalecimento do partido e com a valorização da participação feminina na política.

A disputa pelo comando estadual do MDB em Pernambuco segue polarizada entre os grupos de Raul Henry e de Jarbas Filho.

Confira a íntegra:

“Não são os cargos que dão liderança. Os cargos têm um mandato certo. As lideranças, quando são lideranças, permanecem no tempo“.

Ulysses GuimarãesNasci com meu pai já na política como Deputado Estadual.

Em 1978, eu tinha apenas seis anos quando o vi disputar o Senado pelo MDB, contra Nilo Coelho e Cid Sampaio, ambos da Arena. Meu pai, apesar de ser o mais votado, foi derrotado pela sublegenda.

Lembro, apesar da pouca idade, de viajar com os meus pais e a minha irmã mais velha pelo interior no nosso estado. Acompanhei praticamente toda a sua vida pública.

Senti na minha casa o medo da ditadura, principalmente quando meu pai ia para tribuna da assembleia citar os nomes dos torturados e dos torturadores.

Lembro da minha mãe falando em códigos, no período da ditadura, com Ofélia, esposa do saudoso Paulo Cavalcanti.

Fui pra rua pela redemocratização. Lutamos pelas Diretas Já! Conheci Dr. Ulysses Guimarães, Ibsen Pinheiro, Pedro Simon e muitos outros.

Ainda adolescente, fiz parte da turma que fazia as pesquisas no Centro Teotônio Vilela, sob a liderança da saudosa Cristina Tavares, que, além de referência intelectual e política, foi também uma pioneira ao se eleger deputada federal por Pernambuco, abrindo caminhos para tantas outras mulheres na política.

Conheci todos que faziam parte do MDB autêntico: Egídio Ferreira Lima (tenho orgulho de tê-lo como padrinho), Fernando Lyra, Maurílio Ferreira Lima, EdgarMoury Fernandes, Marcus Cunha. A sede do MDB, que na época funcionava no Derby, era muito bem dirigida por Adilson Gomes e Bezerrinha.

No dia 13 de março de 1985, quando foi inaugurado o escritório político Debate, eu estava lá. Participei ativamente da estratégia da campanha de 1985, idealizada por Téogenes Leitão, quando saíamos todas as noites de porta em porta mostrando o nosso candidato e apresentando as suas propostas.

Na Caravana da Esperança, em 1986, com Dr. Arraes, eu também estava presente. Participei nos bastidores de todas as campanhas eleitorais. Lembro muito do Sr. Raul, pai de Raul Henry, junto com meu pai na luta por votos na zona da mata sul. Lembro do carinho do meu pai por Raul Henry ao longo desses anos. Todos até diziam que ele era o filho mais velho. Querer negar a trajetória de Raul ao lado do meu pai é um grande erro. Com apenas 21 anos de idade ele já era chefe de gabinete do meu pai na Prefeitura do Recife.

Dentre tantas outras lições, com meu pai aprendi que política se faz com diálogo, mas que se deve ter lado e, sobretudo, que campanha se ganha no voto.

Acho lamentável o que está acontecendo no nosso partido. Trazer meu pai para essa disputa é não respeitar a sua vontade de não mais querer se envolver em disputas políticas. Ele me declarou de viva voz sua posição de neutralidade. É importante lembrar que ele se licenciou do cargo de Senador por não mais se sentir em plenas condições de seguir num cargo de tamanha relevância e de não poder se dar por inteiro à estatura do cargo. “Não consigo fazer nada pela metade”, dizia ele, às vésperas de renunciar.

Nos últimos anos, Raul tem mostrado competência da condução do partido. E continua sendo o mais preparado para seguir no seu comando.

Entrei no partido com Raul na presidência e continuarei com ele. E juntos estaremos unidos com um único objetivo: fortalecer o partido e lutar para que o MDB esteja no protagonismo que sempre ostentou.

Já faço parte da comissão provisória do MDB/Recife e, agora, entrarei também no diretório estadual, ao lado de Raul e de tantos outros, como Paulo Roberto e Iza Arruda.

Aliás, ao citar Iza, que faz um brilhante primeiro mandato federal, aproveito para destacar a necessidade de um protagonismo feminino na política, quer e presenta um avanço essencial para a consolidação da democracia e para a promoção de uma sociedade mais justa e plural. À medida que mais mulheres ocupam espaços de poder e decisão, elas contribuem com perspectivas diversas, promovem políticas públicas mais inclusivas e desafiam estruturas historicamente dominadas por homens.

Ainda que a representatividade feminina esteja em constante crescimento em todas as esferas da sociedade, persistem desafios estruturais e culturais que precisam ser enfrentados para garantir igualdade de oportunidades e valorização efetiva da participação feminina na construção do futuro do país.

Nesse contexto, é fundamental que continuemos fortalecendo espaços que incentivem e acolham a presença feminina na política, reconhecendo a capacidade, a sensibilidade e o compromisso das mulheres com a transformação social. Com coragem e responsabilidade, sigo somando esforços nessa caminhada, movida também pelo propósito de honrar e defender o legado do meu pai, que dedicou mais de 50 anos à vida pública com integridade, respeito e dedicação ao bem comum. É com esse mesmo espírito que me coloco à disposição para seguir contribuindo com a construção de um futuro mais justo, inclusivo e comprometido com os verdadeiros valores da política.

Recife/PE, 11 de abril de 2025.

ADRIANA DE ANDRADE VASCONCELOS

Advogada

Israel intensifica bombardeios no Oriente Médio causando enorme destruição na Síria

13/04/25

Midias Sociis

http://blogfolhadosertao.com.br

 

Israel intensifica bombardeios no Oriente Médio causando enorme destruição na Síria

Israel intensifica bombardeios no Oriente Médio causando enorme destruição na Síria

Nesta semana,  uma operação militar complexa e de alto risco foi desdobrada no cenário já tumultuado do Oriente Médio, mais especificamente, na Síria. Ofuscando o céu com o inconfundível barulho dos caças, Israel realizou bombardeios cirúrgicos na base aérea T4, perto de Palmira. O ataque, que destruiu completamente a pista de pouso, uma torre de observação, um batalhão de mísseis e um depósito de armas, não só revelou a escalada das tensões, mas também trouxe à tona uma disputa estratégica em curso entre Israel e Turquia.

Confira nossa análise em vídeo:

Testemunhas da região se viram no meio de uma complicada teia geopolítica. O bombardeio em T4, administrado pela Síria, foi uma advertência dura a outro jogador importante da região: a Turquia. Segundo um oficial israelense, as ações opuseram-se aos planos turcos de transformar a base em uma instalação militar avançada com sistemas de defesa aérea e drones armados. O recado foi claro: Israel não toleraria essa presença na Síria, que poderia ameaçar sua liberdade de operação aérea, considerada vital desde 2013, quando começou a realizar ataques aéreos para neutralizar ameaças como o Hezbollah e outras forças hostis.

A queda do regime Assad transformou a Síria num palco de disputa. Para a Turquia, essa mudança abriu uma janela estratégica para aumentar sua influência e segurança, visando impedir a criação de uma região autônoma curda e controlar as atividades islâmicas radicais no deserto central do país. A atualização militar turca, que incluía até a potencial instalação dos sistemas de defesa S-400 de fabricação russa, almejava consolidar essa presença enquanto preenchia o vazio deixado por Iranianos e Russos na região.

Contudo, esse avanço turco é percebido por Israel como uma ameaça existencial. Ações israelenses, incluindo mais de 70 incursões terrestres reportadas pelo Middle East Institute, refletem a determinação em manter o controle do sul da Síria e dos recursos estratégicos, como o rio Yarmuk. Israel vê o novo governo interino sírio liderado por Ahmed Al Shara com desconfiança, temendo a transformação da região em base para grupos hostis como o Hamas, tornando a fragmentação da Síria mais desejável do que a unificação sob a égide turca.

As tensões crescentes levantam questões sobre o risco de confronto direto, algo até recentemente impensável. Enquanto uma guerra total parece improvável, o potencial para incidentes acidentais está crescendo em um cenário sem canais diretos de comunicação militar. A situação é reminiscente da amarração tensa entre forças russas e americanas na Síria, onde um mecanismo de desconflito foi vital para evitar confrontos diretos.

Ambos, Turquia e Israel estão em uma corrida cuidadosa para proteger seus respectivos interesses. A Turquia busca reforçar a sua segurança na fronteira sul e mitigar a crise de refugiados que assola sua economia. Israel, por sua vez, prioriza a continuidade de suas operações aéreas livres sobre a Síria, uma política considerada não-negociável por sua liderança. Apesar das adversidades, ambos compartilham o objetivo de limitar a presença iraniana na região, um ponto comum que poderia servir como base para alguma forma de cooperação no futuro.

Em meio a este delicado equilíbrio, novos diálogos foram anunciados para estabelecer um canal de desconflito similar ao modelo Turquia-Rússia. Tal movimento pode vir como um fio de esperança num ambiente volátil. O que se desenrola é uma batalha por influência e visão estratégica sobre o futuro da Síria — entre uma unificação sob a liderança central patrocinada por Turquia ou uma fragmentação favorecida por Israel. O desenvolvimento dessa situação poderá definir não apenas a estabilidade da região, mas também o equilíbrio de poder em todo o Oriente Médio, mostrando como dois caminhos divergentes podem levar a uma mesma meta de segurança regional.

e 2 de abril de 2025, uma operação militar complexa e de alto risco foi desdobrada no cenário já tumultuado do Oriente Médio, mais especificamente, na Síria. Ofuscando o céu com o inconfundível barulho dos caças, Israel realizou bombardeios cirúrgicos na base aérea T4, perto de Palmira. O ataque, que destruiu completamente a pista de pouso, uma torre de observação, um batalhão de mísseis e um depósito de armas, não só revelou a escalada das tensões, mas também trouxe à tona uma disputa estratégica em curso entre Israel e Turquia.

Confira nossa análise em vídeo:

Testemunhas da região se viram no meio de uma complicada teia geopolítica. O bombardeio em T4, administrado pela Síria, foi uma advertência dura a outro jogador importante da região: a Turquia. Segundo um oficial israelense, as ações opuseram-se aos planos turcos de transformar a base em uma instalação militar avançada com sistemas de defesa aérea e drones armados. O recado foi claro: Israel não toleraria essa presença na Síria, que poderia ameaçar sua liberdade de operação aérea, considerada vital desde 2013, quando começou a realizar ataques aéreos para neutralizar ameaças como o Hezbollah e outras forças hostis.

A queda do regime Assad transformou a Síria num palco de disputa. Para a Turquia, essa mudança abriu uma janela estratégica para aumentar sua influência e segurança, visando impedir a criação de uma região autônoma curda e controlar as atividades islâmicas radicais no deserto central do país. A atualização militar turca, que incluía até a potencial instalação dos sistemas de defesa S-400 de fabricação russa, almejava consolidar essa presença enquanto preenchia o vazio deixado por Iranianos e Russos na região.

Contudo, esse avanço turco é percebido por Israel como uma ameaça existencial. Ações israelenses, incluindo mais de 70 incursões terrestres reportadas pelo Middle East Institute, refletem a determinação em manter o controle do sul da Síria e dos recursos estratégicos, como o rio Yarmuk. Israel vê o novo governo interino sírio liderado por Ahmed Al Shara com desconfiança, temendo a transformação da região em base para grupos hostis como o Hamas, tornando a fragmentação da Síria mais desejável do que a unificação sob a égide turca.

As tensões crescentes levantam questões sobre o risco de confronto direto, algo até recentemente impensável. Enquanto uma guerra total parece improvável, o potencial para incidentes acidentais está crescendo em um cenário sem canais diretos de comunicação militar. A situação é reminiscente da amarração tensa entre forças russas e americanas na Síria, onde um mecanismo de desconflito foi vital para evitar confrontos diretos.

Ambos, Turquia e Israel estão em uma corrida cuidadosa para proteger seus respectivos interesses. A Turquia busca reforçar a sua segurança na fronteira sul e mitigar a crise de refugiados que assola sua economia. Israel, por sua vez, prioriza a continuidade de suas operações aéreas livres sobre a Síria, uma política considerada não-negociável por sua liderança. Apesar das adversidades, ambos compartilham o objetivo de limitar a presença iraniana na região, um ponto comum que poderia servir como base para alguma forma de cooperação no futuro.

Em meio a este delicado equilíbrio, novos diálogos foram anunciados para estabelecer um canal de desconflito similar ao modelo Turquia-Rússia. Tal movimento pode vir como um fio de esperança num ambiente volátil. O que se desenrola é uma batalha por influência e visão estratégica sobre o futuro da Síria — entre uma unificação sob a liderança central patrocinada por Turquia ou uma fragmentação favorecida por Israel. O desenvolvimento dessa situação poderá definir não apenas a estabilidade da região, mas também o equilíbrio de poder em todo o Oriente Médio, mostrando como dois caminhos divergentes podem levar a uma mesma meta de segurança regional.

Prefeitura do Recife investe R$ 2,5 milhões em obra de contenção de encosta no Brejo da Guabiraba

13/0425

Imprensa PCR

http://blogfolhadosertao.com.br

Os serviços vão proporcionar maior segurança e tranquilidade para cerca de 300 moradores da Rua Compositor Edgar de Moraes, no Brejo da Guabiraba

Miniatura do anexoMiniatura do anexo
Miniatura do anexoMiniatura do anexo

A Prefeitura do Recife está executando uma obra de contenção definitiva de encosta no Brejo da Guabiraba, na Zona Norte da capital. Os serviços vão proporcionar maior segurança e tranquilidade para cerca de 300 moradores da Rua Compositor Edgar de Moraes. O investimento total nos trabalhos, que estão sendo realizados pela Autarquia de Urbanização do Recife (URB), é de R$ 2,5 milhões. O prefeito em exercício e secretário de Infraestrutura do Recife, Victor Marques, realizou uma vistoria no local neste sábado (12).

“Aqui no bairro da Guabiraba, junto com essa intervenção, a gente vai entregar logo, logo, uma transformação na vida das famílias que vivem aqui. Como está acontecendo em várias áreas de morro por todo o Recife, quem mora aqui agora vai poder trocar a incerteza pelo sossego. E isso não tem preço. Esse direito à tranquilidade, que parece simples, faz toda a diferença. E a gente vai continuar caprichando no ritmo e trabalhando no passo acelerado para trazer cada vez mais segurança e qualidade de vida pra quem mora nos morros do Recife”, ressaltou Victor Marques.

Na Rua Compositor Edgar de Moraes estão sendo construídos 13 muros de arrimo, totalizando 773 m², além de 1.560 m² de proteção de talude em tela argamassada e 201 metros de canaleta de drenagem. O serviço também conta com 75 m³ de piso em concreto, dez unidades de assentamento de corrimão, 150 metros de mureta de proteção e 60 metros de escadaria de acesso. Cerca de 75 famílias moradoras da área serão beneficiadas com o trabalho, que começou em março de 2023 e deve ser concluído ainda no primeiro semestre deste ano.

Nadilson Borges, 59, morador do bairro há mais de 30 anos, contou um pouco da expectativa para quando a obra for concluída. “Antes tinha um ponto de lixão aqui, agora vamos ter uma área de convivência e só temos a agradecer. Nossa expectativa é que nosso inverno seja tranquilo, pois estamos seguros. Hoje, a nossa comunidade pode dormir”, disse ele.

Desde 2021, a Prefeitura do Recife, através da Autarquia de Urbanização do Recife (URB), concluiu 139 obras de contenção definitiva de encostas em toda a cidade, beneficiando diretamente mais de 20 mil pessoas — e totalizando R$ 237 milhões em investimentos. Atualmente, outras 24 intervenções estão em andamento, ampliando a proteção para mais 4 mil pessoas, com um aporte de R$ 87 milhões.

AÇÃO INVERNO – A Prefeitura do Recife bate novo recorde e realiza o maior investimento da história. Serão destinados R$ 322,9 milhões de recursos da gestão municipal para viabilizar um conjunto de intervenções destinadas a minimizar os impactos das chuvas na cidade, com um pacote de obras estruturadoras que inclui novas intervenções no Rio Tejipió, construção de reservatórios de água na região da Imbiribeira, contenção de encostas, urbanização de comunidades afetadas pelas chuvas e mitigação de pontos críticos de alagamento.

Fotos: Marlon Diego/ Prefeitura do Recife

Experiências do Recife são destaque em painel da Brazil Conference, em Harvard

13/04/25

Imprensa PCR

http://blogfolhadosertao.com.br

A capital pernambucana desponta como referência em responsabilidade fiscal e social. Além disso, painel sobre tecnologia e reuniões com a Google, YouTube e AWS estiveram em pauta

 

Miniatura do anexo
Miniatura do anexo

O prefeito do Recife, João Campos, participou, nesta sexta-feira (11), do Brazil on Debate, programação oficial da Brazil Conference 2025, que acontece na cidade de Boston (EUA), nas prestigiadas universidades de Harvard e MIT. Licenciado para a missão internacional, o gestor foi um dos convidados do painel “Responsabilidade Fiscal e Social”, realizado na Harvard Kennedy School, a maior escola de governo do mundo. Também participaram do debate o deputado federal, Rubens Junior (PT-MA) e a CEO do Esfera Brasil, Camila Funaro Camargo Dantas.

Durante a participação, João Campos compartilhou experiências da gestão municipal que integram inovação, digitalização e responsabilidade fiscal. Ele apresentou iniciativas da Prefeitura do Recife em três eixos: modernização tributária, eficiência administrativa e transparência. “Lá no Recife, a gente tem usado a tecnologia como um dos principais instrumentos de responsabilidade fiscal. E isso acontece de forma prática. Quando estimulamos o cidadão a pedir a nota fiscal com CPF e usamos o WhatsApp oficial da Prefeitura para lembrá-lo de resgatar o desconto no IPTU, melhoramos a experiência do contribuinte e aumentamos a arrecadação. É gestão fiscal com inteligência, comunicação e serviço de qualidade”, afirmou o prefeito durante o evento.

Entre os destaques apresentados, está o Conecta Recife, plataforma digital que hoje oferece mais de 300 serviços públicos online e que já conta com mais de 600 mil usuários ativos. Foi através dela, por exemplo, que a vacinação contra a Covid-19 foi totalmente agendada de forma digital, sem filas. João Campos também abordou a política de dados abertos da capital pernambucana, destacando ferramentas como o Hub de Dados e o programa EITA! Recife, que promovem a inovação aberta com base em informações públicas, ampliando o controle social e guiando decisões baseadas em dados. “Quando a gente fala de responsabilidade fiscal, não é só cortar gasto. É gastar bem, com inteligência e com foco nas pessoas. E é isso que temos feito no Recife”, concluiu.

O Brazil Conference acontece nos dias 12 e 13 de abril, promovendo uma série de painéis sobre temas como justiça social, desenvolvimento sustentável, inovação e os rumos do Brasil. O prefeito do Recife ainda participa de outras atividades durante o período, apresentando cases de sucesso da gestão municipal do Recife e se reunindo com lideranças e representantes de marcas globais. Foi assim que se reuniu com a diretoria da Google Brasil e do YouTube para discutir parcerias e projetos para o Recife. Neste sábado, ele já esteve em pauta com Fábio Coelho (diretor da Google Brasil) e Alana Rizzo (Diretora de Relações Governamentais do YouTube), entre outros.

“Quero destacar no dia de hoje (sábado) duas reuniões bilaterais muito importantes que tive por aqui. A relação de parceria que já temos com a Google vai ficar ainda maior e a AWS, que é a empresa a Amazon para serviços de internet, toda a parte de ‘nuvem’ e de inteligência artificial, será também outra empresa gigante do setor no mundo com quem estaremos avançando a passos largos em parcerias estratégicas”, frisou João, acrescentando que os desdobramentos da reunião já estão marcados para acontecerem entre as equipes técnicas no Recife.

O prefeito João Campos ainda participa como palestrante de painel sobre tecnologia com o empreendedor brasileiro Henrique Dubugras, cofundador da fintech Brex, no Vale do Silício em 2017, empresa que cresceu rapidamente e que hoje ocupa lugar de destaque. Além disso, ele se encontrou com bolsistas de Harvard para falar sobre gestão pública e como fez a tecnologia funcionar a favor da Prefeitura para atender ao cidadão que está na ponta desde a vacinação contra a covid até questões mais básicas de serviços ofertados nas mais diversas áreas.

O Brazil Conference também reúne nomes de peso da política, do judiciário e da sociedade civil, a exemplo do atual procurador-geral da República, Paulo Gonet, da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo; do procurador-geral da República, Paulo Gonet; do ministro do STF, Gilmar Mendes; do ex-presidente da República, Michel Temer; do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga; da deputada federal Tabata Amaral; e do secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda; dente outros.

Fotos: Divulgação

Exames indicam piora, e Bolsonaro deverá ser operado hoje (13) em hospital de Brasília

13/04/25

Fabricio Moretti/Redes Sociais

http://blogfolhadosertao.com.br

Ex-presidente publicou vídeo direto do leito de hospital em Natal (RN)
Exames indicam piora, e Bolsonaro deverá ser operado em hospital de Brasília Ex-presidente publicou vídeo direto do leito do hospital
Foto: Redes Sociais
Após exames indicarem uma pioraJair Bolsonaro (PL) deverá ser operado em um hospital de Brasília neste domingo (13). A informação foi confirmada por aliados após a realização de novos exames clínicos, que apontaram agravamento do seu quadro de obstrução intestinal. Na manhã deste sábado (12), o ex-presidente gravou um vídeo direto do leito do hospital particular Rio Grande, em Natal (RN), onde está internado desde sexta-feira (11).

Na gravação, Bolsonaro afirma que deve ser transferido para a capital federal “para continuar o tratamento com possível intervenção cirúrgica”. A equipe médica informou que ele passará por nova avaliação após a chegada a Brasília, mas aliados já dão a cirurgia como certa. O procedimento será realizado no hospital DF Star, por decisão da esposa, Michelle Bolsonaro, que vetou o traslado para São Paulo.

Segundo o médico Claudio Birolini, especialista em reconstrução abdominal do Hospital das Clínicas de São Paulo, o político tem novos pontos de obstrução intestinal e o quadro “está diretamente relacionado às sequelas da facada sofrida durante a campanha presidencial de 2018″. Desde a facada, Bolsonaro já passou por cinco cirurgias. Desta vez, ele estava em um evento no Rio Grande do Norte, em defesa da anistia dos presos pelos atos de 8 de janeiro, quando sentiu dores e precisou ser hospitalizado.

Ainda de acordo com o médico Claudio Birolini, o quadro é de suboclusão intestinal e apresenta-se de forma “mais exuberante” do que episódios anteriores. “Ele sentiu mais dor, mais distensão abdominal, e o problema ainda não está resolvido”, afirmou o cirurgião.

Durante a inspeção médica, não foi constatada urgência cirúrgica, mas, com a evolução do caso, a equipe médica considera a operação o caminho mais adequado. A transferência para Brasília está marcada para o fim da tarde deste sábado (12), em UTI aérea, e o ex-presidente será levado ao hospital DF Star, onde deve ser operado.

A decisão de deixar Natal foi tomada para que Bolsonaro fique próximo da família. Apesar do desconforto, o ex-presidente está “lúcido, estável e tranquilo”, segundo o senador e ex-ministro Rogério Marinho (PL-RN).