24/03/26 – http://blogfolhadosertao.com.br – Midias Sociais
Ex-governador do Rio de Janeiro Claudio Castro
O presidente do TJ do Rio irá assumir interinamente o governo do Estado, já que o vice de Castro já havia renunciado em 2025 para assumir o TCE-RJ PROCESSO DE INELEGIBILIDADE O governador do Rio de Janeiro,
Cláudio Castro (PL), renunciou ao cargo nesta segunda-feira, 23, em uma cerimônia de despedida no Palácio da Guanabara.
O evento ocorreu um dia antes do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode resultar na cassação do mandato. Até o momento, o placar está em 2 a 0 pela condenação do governador por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.
Castro já havia sinalizado que deixaria a função para disputar o Senado. O seu vice, Thiago Pampolha (MDB), já renunciou ao cargo em 2025 para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). Com isso, o Rio
de Janeiro ficará sem os chefes do Executivo eleitos, e quem assume interinamente é o presidente do
Tribunal de Justiça do Estado, Ricardo Couto, até que a Assembleia Legislativa (Alerj) realize uma eleição
indireta para definir quem vai governar o Estado até janeiro.
Nas redes sociais, o ex- prefeito Eduardo Paes (PSD), que é candidato ao governo do Estado, criticou o evento de renúncia de Castro alegando que ele está “fugindo da justiça”. Em publicação no X (antigo Twitter) neste domingo, 22, Paes compartilhou o convite para o ato de despedida e afirmou que o governador está “desrespeitando a justiça com os crimes que cometeu”.
ALVO DO TSE
O processo que pode resultar na cassação do mandato de Castro reúne dois Estadão Conteúdo Cláudio Castro (PL) deixou o cargo de governador do Rio de Janeiro Fernando Frazão/Agência Brasil recursos do Ministério Público Eleitoral (MPE) que apontam suposto abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Segundo a acusação, a Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos) e a
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) teriam sido utilizadas para a contratação de cabos eleitorais com recursos do governo estadual durante a campanha.
Também são alvos o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União-RJ), e Thiago Pampolha. Em caso de condenação, os envolvidos podem perder os mandatos e ficar inelegíveis até 2030, assim, Cláudio Castro estaria impedido de tentar a eleição para o Senado neste ano. O julgamento teve início no dia 10 de março, mas um pedido de vista
do ministro Kassio Nunes Marques adiou o process
