10/02/26 – http://blogfolhadosertao.com.br – Imprensa PE

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Ainda segundo a prefeitura, o edital previsto para ser lançado no início do segundo semestre de 2026. As provas deverão ser aplicadas até o fim do ano, segundo a prefeitura

Guarda Municipal do Recife (Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR)
A Prefeitura do Recife anunciou, nesta segunda (9), a realização de concurso público para a Guarda Civil Municipal do Recife (GCMR), com 400 vagas.
Ainda segundo a prefeitura, o edital previsto para ser lançado no início do segundo semestre de 2026.
As provas deverão ser aplicadas até o fim do ano.
Atualmente, a corporação conta com 1.632 agentes na ativa. A iniciativa integra o processo de reestruturação da segurança pública municipal e atende à necessidade de ampliação do efetivo, que passará a atuar com armamento letal a partir de 2026.
Durante o anúncio, o prefeito João Campos (PSB) destacou a importância do concurso para o fortalecimento da Guarda Municipal e da segurança da cidade. Segundo ele, a medida permitirá uma recomposição significativa do efetivo e a ampliação das ações de segurança no município.
Armas
A Prefeitura do Recife iniciou o processo de armamento da Guarda Civil Municipal do Recife (GCMR) em abril de 2025.
Ele deverá ser concluído no primeiro semestre de 2026.
Serão cumpridas, até esse prazo, as medidas exigidas pela Polícia Federal, como avaliação psicológica, estruturação de Ouvidoria e Corregedoria próprias, além de armaria e realização de cursos específicos.
Segundo a gestão, o município está estruturando o modelo de atuação da corporação a partir do conceito de guarda comunitária, ou seja, orientando sua ação a partir da proximidade com a comunidade e do conhecimento profundo do território.
A GM já vem atuando segundo novos protocolos no Recife Antigo, modelo que será replicado também em outras áreas da cidade. Parte do efetivo já foi capacitado em polícia comunitária e uso progressivo da força pela Secretaria de Segurança Pública (Senasp), formação fundamental para que os agentes possam contribuir para melhorar a segurança da população recifense, de acordo com as atribuições do município.
A prefeitura disse, ainda, que os agentes públicos de segurança armados na capital vão usar câmeras corporais.
10/02/26 – http://blogfolhadoseertao.com.br – Estadão Conteúdo
O pacote de bondades vem sendo chamado nas redes sociais de “trem da alegria” e o governo identificou que enfrenta ampla rejeição da sociedade

Lula tem até o próximo dia 22 para aprovar ou vetar os penduricalhos (Ricardo Stuckert / PR)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse a aliados que vai vetar os pagamentos extras para servidores da Câmara e do Senado conhecidos como penduricalhos, que aumentam os salários acima do teto constitucional, hoje em R$ 46,3 mil. Projetos de lei que concederam os reajustes e ampliaram as gratificações dos funcionários do Congresso foram aprovados na semana passada, na volta dos trabalhos legislativos, e vão provocar um impacto de quase R$ 800 milhões nas contas públicas.
Além de concederem aproximadamente 9% de reajuste linear para os servidores do Legislativo, os projetos criaram gratificações de desempenho que podem dobrar os salários. O pacote de bondades vem sendo chamado nas redes sociais de “trem da alegria” e o governo identificou que enfrenta ampla rejeição da sociedade.
Lula tem até o próximo dia 22 para aprovar ou vetar os “penduricalhos”. Em conversas reservadas com aliados em Salvador onde esteve na semana passada para participar da comemoração dos 46 anos do PT, o presidente afirmou não ter condições de sancionar projetos assim, que aumentam os gastos. A informação foi publicada pela colunista Monica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, e confirmada pelo Estadão.
Em um movimento paralelo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino suspendeu, ainda na semana passada, o pagamento de “penduricalhos” não previstos em lei a servidores federais dos três Poderes. A decisão foi tomada em uma ação impetrada por promotores do litoral sul de São Paulo. Dino deu 60 dias para a revisão dessas verbas, que muitas vezes são usadas como adicionais para furar o teto salarial do funcionalismo público .
A proposta aprovada no Congresso também prevê um dia de folga a cada três trabalhados em períodos como feriados e finais de semana. O servidor poderá, no entanto, receber um valor equivalente em dinheiro, a título de indenização, sem pagar Imposto de Renda. Essa quantia poderá ultrapassar o teto.
Logo depois da aprovação do “pacote de bondades”, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse não ter participado de negociações sobre esse assunto no Congresso. Questionada pelo Estadão nesta segunda-feira, 9, Gleisi afirmou que ainda não conversou com Lula sobre o possível veto, mesmo porque os projetos ainda não chegaram ao Palácio do Planalto.
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