24/02/26 – http://blogfolhadosertao.com.br – Por Lais Gouveia/ 247
A ocorrência foi inicialmente registrada como suicídio, mas a natureza do caso foi alterada pela Polícia Civil

– A morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada com um tiro na cabeça dentro do apartamento onde morava, no bairro do Brás, região central de São Paulo, passou a ser investigada sob novas circunstâncias após depoimento da família contestar a hipótese inicial de suicídio. As informações foram divulgadas em reportagem da TV Globo.
A ocorrência foi inicialmente registrada como suicídio, mas a natureza do caso foi alterada pela Polícia Civil após o relato da mãe da vítima, que afirmou que a filha enfrentava um relacionamento abusivo e sofria violência psicológica.