João Campos e Raquel Lyra marcam presença na 56ª Missa do Vaqueiro, em Serrita

26/07/26  -http://blogfolhadosertao.com.br  –  Por Eliane  Guimarães

O postulante ao governo de Pernambuco, João Campos, foi um dos primeiros a chegar à missa, acompanhado de Carlos Costa, Marília Arraes e Humberto. Raquel Lyra e Priscila Krause apareceram juntas em um vídeo publicado nas redes sociais

Pré-candidatos marcam presença na Missa do Vaqueiro, em Serrita/Fotos: Crysli Viana e Reprodução/Instagram

Pré-candidatos marcam presença na Missa do Vaqueiro, em Serrita (Fotos: Crysli Viana e Reprodução/Instagram)

Pré-candidatos pernambucanos marcaram presença na tradicional Missa do Vaqueiro, em Serrita, neste domingo (26). O postulante ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), foi um dos primeiros a chegar à celebração. O socialista estava acompanhado do pré-candidato à vice, Carlos Costa (Republicanos), Humberto Costa (PT) e Marília Arraes, que disputam as vagas ao Senado.

Na ocasião, o ex-prefeito do Recife se comprometeu a ampliar o apoio do Governo de Pernambuco a esse e outros eventos similares a partir do ano que vem, caso seja eleito. Enquanto Humberto Costa lembrou dos esforços para fortalecer a celebração por meio de recursos do seu mandato e de parcerias com o Governo Federal.

Ao lado dos aliados, Marília Arraes compartilhou registros da celebração nas redes sociais. “É pura emoção fazer parte dessa celebração que guarda a memória, a identidade e a história do nosso Pernambuco”, diz trecho da legenda da pré-candidata.

A governadora e pré-candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), no início da tarde, também publicou um vídeo no evento. “Que emoção viver a 56ª Missa do Vaqueiro, minha gente. Faltam palavras para explicar. É de Serrita! É de Pernambuco”, escreveu.

A vice-governadora, Priscila Krause (PSD), também marcou presença na celebração. “Memorial de fé. A dignidade do sertanejo. 56ª Missa do Vaqueiro, em Serrita”. Túlio Gadêlha, pré-candidato ao Senado, foi outro nome que compareceu ao evento, mas antes da chegada da governadora. “Salve a memória de Raimundo Jacó, Luiz Gonzaga, do poeta Pedro Bandeira e do Padre João Candido. Salve nossa gente sertaneja!”.

Brasil e Argentina enfrentam crise diplomática após ‘ofensas’ de Milei

27/07/26 –   http://blogfolhadosertao.com.br  –  AFP e Estadão Conteúdo

O ultraliberal Milei se referiu ao presidente Lula como “presidiário” e “ladrão” e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes como “lixo careca”

Lula e Milei/Foto: JL ROSA / AFP; OSCAR DEL POZO / AFP

Lula e Milei (Foto: JL ROSA / AFP; OSCAR DEL POZO / AFP)

 

Uma crise diplomática entre o Brasil e a Argentina escalou depois que Brasília chamou para consultas, neste domingo (26), seu embaixador em Buenos Aires pelas “ofensas” na véspera do presidente argentino, Javier Milei, contra seu homólogo, Luiz Inácio Lula da Silva, e outras autoridades brasileiras durante a convenção do Partido Liberal (PL), em São Paulo.

Depois desta medida, que costuma ser tomada frente a problemas bilaterais com outro Estado, o ultraliberal Milei dobrou a aposta e acusou o “governo do Brasil” de ter financiado uma suposta “campanha anti-argentina”, sem apresentar provas.

Sem mencioná-los diretamente, o ultraliberal Milei se referiu ao presidente Lula como “presidiário” e “ladrão” e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes como “lixo careca”, durante o ato no sábado, no qual foi oficializada a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato às eleições presidenciais de outubro.

“O embaixador do Brasil em Buenos Aires, Julio Bitelli, foi chamado para consultas (…) em razão das ofensas proferidas pelo presidente argentino”, disse à AFP um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores brasileiro.

Milei “ofendeu dois Poderes, o povo e a democracia brasileiras”, disse à AFP uma fonte da diplomacia brasileira.

Figura da direita latino-americana, Milei advertiu no evento, ao lado de seu aliado, Flávio Bolsonaro, para “o risco Lula” nas eleições e pediu para o Brasil sair de “sua submissão ao esquerdista”.

Depois do chamado a consultas do embaixador brasileiro, Milei voltou a se referir ao Brasil, país vizinho e parceiro estratégico da Argentina.

“Quem pôs mais dinheiro nesta campanha anti-argentina… O governo do Brasil. Vinte e cinco por cento dos recursos saíram do governo do Brasil”, afirmou Milei à rádio local Mitre, em uma aparente alusão às criticas contra seu país nas redes sociais durante a Copa do Mundo de futebol.

Milei assegurou que a “campanha” também foi “financiada” por outras “cabeças progressistas” do México e do Partido Democrata dos Estados Unidos.

“E depois vêm me falar de interferência”, disse o presidente argentino, que sustentou que “um grupo de brasileiros mandado por Lula (…) jogaram (sic) ativamente” contra ele durante a campanha que o levou à Presidência em 2023.

Lula disse, neste domingo, em um ato com sindicalistas, que continuará governando “sem ingerência de ninguém” porque “aqui no Brasil a gente não aceita que ninguém meta o nariz onde não é chamado”. O presidente não entrou em detalhes.

Desde 2025, o presidente Lula mantém uma relação com altos e baixos com o governo de seu par americano, Donald Trump, aliado da família Bolsonaro e de Milei.

Washington impôs tarifas e sanções contra o Brasil, interpretadas pelo governo brasileiro como tentativas de interferência política.

“Lixo careca” 

Sem nomear o ministro Alexandre de Moraes, Milei também disse no sábado que o “lixo careca” o impediu de visitar seu “amigo preso injustamente”, Jair Bolsonaro, pai de Flávio e ex-presidente (2019-2022), preso por tentativa de golpe de Estado em 2022.

Considerado inimigo do bolsonarismo, Moraes tinha negado a Milei permissão para visitar Bolsonaro em sua prisão domiciliar em Brasília.

Diante das declarações do presidente argentino, o chanceler Mauro Vieira tomou a decisão de chamar para consultas o embaixador Bitelli, que chegará ao Brasil entre este domingo e a segunda-feira, detalhou uma fonte diplomática.

As declarações de Milei também provocaram o repúdio do presidente do STF, ministro Edson Fachin, que criticou, em nota, sua “referência desrespeitosa” a Moraes e condenou suas “manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados”.

Edinho Silva, presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula, disse, por sua vez, que o mandatário argentino mostrou não estar à altura do cargo que ocupa.

Lula tem uma relação fria com Milei desde que este assumiu, em 2023, a Presidência da Argentina.

Embora os dois tenham se cruzado em eventos multilaterais, eles nunca tiveram uma reunião bilateral.

Em sua última viagem à Argentina, em 2025, Lula visitou a ex-presidente e atual opositora Cristina Fernández de Kirchner, em prisão domiciliar por corrupção.

Reação

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chamou o embaixador do Brasil na Argentina, Júlio Bitelli, para consultas neste domingo (26). O motivo foram “ofensas proferidas pelo presidente argentino [Javier Milei]” contra seu homólogo brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) em um evento em São Paulo no último sábado (25), informou o Itamaraty à equipe de reportagem.

Sem mencioná-los diretamente, Milei chamou Lula de “presidiário” e “ladrão”, e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, de “lixo careca”, durante a nomeação oficial do senador e candidato Flávio Bolsonaro como adversário de Lula nas eleições presidenciais de outubro.

A informação sobre o chamado foi confirmada ao Broadcast Político pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil neste domingo. Bitelli deve voltar ao Brasil ainda neste domingo (26) ou na segunda-feira (27), e se reunir com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Raquel Lyra diz sentir “frio na barriga” às vésperas de convenção do PSD

26/07/26   –  http://blogfolhdosertao.com.br –   Diario de Pernambuco

Governadora afirma que evento do dia 2 de agosto será um momento de reflexão sobre a gestão e de demonstração de união da base política para a disputa eleitoral

Governadora Raquel Lyra afirmou sentir um

Governadora Raquel Lyra afirmou sentir um “frio na barriga” a uma semana da convenção estadual do PSD (Foto: Reprodução)

A uma semana da convenção estadual do PSD que deve oficializar sua candidatura à reeleição ao Governo de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra afirmou viver a expectativa para o evento com um “frio na barriga”. Segundo ela, o encontro marcado para o próximo dia 2 de agosto, no Parador, no Bairro do Recife, representa um momento de balanço da gestão e de preparação para a nova etapa da campanha eleitoral.

“No momento é um frio na barriga danado, como se fosse um momento de Ano Novo, onde a gente também fica refletindo sobre o que fez, o que nos trouxe até aqui e o que nos move para daqui adiante. Então, no próximo dia 2 vamos estar lá e fazer uma linda festa”, declarou a governadora durante agenda no Sertão.

Raquel aproveitou para convocar apoiadores e lideranças políticas de todas as regiões do estado a participarem da convenção, que marcará o início oficial de sua campanha à reeleição. “Estamos convidando a todos para estarem com a gente. Vai ser no coração do Recife, no Parador, pertinho do Marco Zero. A gente quer Pernambuco todinho lá.”

Ao comentar o significado político do encontro, a governadora disse que pretende transformar a convenção em uma demonstração de unidade entre os partidos que compõem sua base de apoio. Sem mencionar adversários, ela defendeu que as diferenças partidárias não devem se sobrepor aos interesses do estado.

“Cor de bandeira partidária não nos define. Nós estamos aqui para somar com o estado de Pernambuco como um todo. Fizemos isso ao longo desses três anos e meio e estou convidando a todos para que a gente possa estar lá lançando a mensagem para os próximos anos, que eu tenho certeza que serão os melhores anos da história de Pernambuco”, disse.

A convenção do PSD está marcada para as 9h e deverá homologar a candidatura de Raquel Lyra à reeleição, além das chapas proporcionais para a Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa.

O evento também é aguardado pela expectativa em torno da definição da composição da chapa majoritária, especialmente da segunda vaga ao Senado, que ainda é objeto de negociações entre os partidos aliados.

Veja também:

PT oficializa candidatura de Haddad em convenção com Lula

26/07/26 – http://blogfolhadosertao.com.br   –  Metrópoles

Do Metrópoles

 

O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializa, neste sábado (25), a candidatura do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad ao governo de São Paulo. A convenção estadual, realizada em Campinas (SP), tem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e ex-integrantes do governo.

Em discurso, Haddad fez críticas à gestão do atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em áreas como educação e segurança pública. O ex-ministro da Fazenda afirmou que a Polícia Militar do estado está “contaminada” pelo crime organizado e criticou privatizações. Ele acusou a administração de “desleixo” e “abandono” em relação a políticas públicas. “Nós vamos ter que dizer um sonoro ‘não’ para esse governo”, afirmou o pré-candidato petista.

Maior colégio eleitoral do país, São Paulo é um palanque estratégico para a reeleição de Lula. A chapa de Haddad será composta pelo ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB), como vice, e as ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) na disputa ao Senado.

Fundado em 1980, o PT nunca elegeu um governador em São Paulo devido à combinação de fatores históricos, políticos e sociais. A resistência do eleitorado ocorre, principalmente, no interior. O lançamento da candidatura em Campinas tem o objetivo de aproximar Haddad dessa parcela do eleitorado.

A convenção do PT paulista ocorre no mesmo dia que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) oficializa sua candidatura ao Palácio do Planalto, também em São Paulo. O evento do PL teve a participação do presidente argentino Javier Milei.

Críticas a Tarcísio

Durante a cerimônia, lideranças petistas e aliados discursaram no palanque. O evento foi recheado de críticas à gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que “São Paulo não quer a prepotência a arrogância” das “marteladas” de Tarcísio. “São Paulo é da generosidade e da fraternidade. E essas marteladas do atual governador trincaram as principais vitrines do estado”, disse.

A ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, defendeu o diálogo com a direita democrática e o centro, e pediu esforço para conquistar o voto dos indecisos. “Vamos conversar com quem não pensa como a gente. Não vamos perder tempo com a extrema direita, esta não vem para nós. Mas vamos dialogar com a direita democrática, com a direita conservadora. Vamos conversar com o centro, com aqueles que não querem ir para as urnas e que querem se abster”, disse.

Cristian de Souza lamenta derrota do Santa Cruz e reconhece dificuldade de propor jogo em casa

26/07/26  –  http://blogfolhadosertao.com.br –    Por Sabrina Rangel

Tricolor foi derrotado pelo Figueirense em plena Arena de Pernambuco neste sábado (25)

A frustração marcou a entrevista coletiva do técnico Cristian de Souza após a derrota do Santa Cruz por 1 a 0 para o Figueirense, na Arena de Pernambuco, no final de tarde desse sábado (25).Além do fim da sequência de três vitórias consecutivas e da perda da chance de assumir a liderança da Série C, o comandante tricolor reconheceu mais uma vez a incômoda dificuldade da equipe de atuar diante de seus torcedores.

Logo na abertura de sua fala, o treinador fez questão de pedir desculpas aos mais de 25 mil tricolores que compareceram ao estádio.

“Ao nosso torcedor, que veio, marcou a sua presença, fica o nosso pedido de desculpas por não ter devolvido a eles essa vinda até aqui com três pontos. […] a dificuldade de propor [jogo], de jogar em casa, mais uma vez apareceu. […] O aproveitamento da maioria das equipes está abaixo da média quando tem que jogar dentro dos seus domínios e quando sai perdendo, sai com o resultado negativo, as dificuldades aumentam ainda mais”, analisou.

A queda de rendimento no segundo tempo
O Tricolor do Arruda protagonizou um primeiro tempo com um bom volume de jogo, mas acabou sendo punido pelo erro defensivo que originou o gol de pênalti de Emerson Galego e pela falta de efetividade no ataque.

Everaldo, atacante do Santa Cruz Everaldo, atacante do Santa Cruz. Foto:  Paulo Paiva / FPF

Ao ser questionado sobre as escolhas táticas, como o uso de Eurico e o adiantamento de peças no meio-campo, Cristian explicou que ainda busca o encaixe ideal para o setor e que o gol sofrido desestruturou a estratégia.

“[A estratégia] Vinha funcionando relativamente bem até nós tomarmos o gol. Tentamos adiantar um pouquinho Favela para usar a sua força no corredor, o Vitinho por dentro também, o Everaldo naquela função mais centralizada. [Mas] quando a gente solta atrás no placar, essa dificuldade aumenta. O adversário baixa mais o bloco no final do primeiro tempo”, explicou.

Na etapa final, o treinador tentou promover mudanças para deixar o time mais leve e ofensivo, mas admitiu que as substituições não surtiram o efeito esperado.

“As nossas entradas não corresponderam aquilo que a gente tinha como ideia, como estratégia, não conseguiram dar o “up” que em outros jogos estavam dando. E o jogo ficou a caráter para o adversário. Baixou essas linhas de marcação, tinha jogadores com velocidade, com muita força na frente. Foi onde eles trouxeram dificuldade”, afirmou.

Santa Cruz tem classificação bem encaminhada à segunda fase da Série CElenco do Santa Cruz. Foto: Paulo Paiva/FPF

Jejum dos atacantes e desafio ofensivo
Outro ponto comentado pelo treinador foi a cobrança sobre os camisas 9 do elenco. Cristian defendeu os atacantes e assumiu que o problema é coletivo, já que o sistema do Santa Cruz ainda cria poucas oportunidades claras.

“Nosso time ainda produz pouco para o 9 jogar. Tem muita dificuldade dessa bola chegar ao fundo e ser cruzada dentro da área. Essa dificuldade dos nossos 9 é ter a possibilidade da finalização. Não vi no jogo uma possibilidade do 9 finalizar. Isso aí é uma marca nossa em casa. Defensivamente a gente tem uma cara já. Nós temos opções. Agora é o ajuste mais difícil de toda equipe de futebol, que é a questão ofensiva”, comentou.

Foco na sequência da Série C
Apesar do tropeço que manteve o Santa Cruz na 3ª colocação, Cristian reforçou que a Série C é um campeonato de equilíbrio e que a definição dos classificados ocorrerá apenas nas rodadas finais.

O elenco terá duas semanas de treino antes do próximo compromisso contra o Botafogo-PB, marcado para o sábado (8), às 17h, fora de casa.

“Agora tem mais duas semanas para trabalhar. Seguimos no nosso processo de organização para achar as melhores peças, as melhores características dentro daquilo que a gente tem. A série C é isso, é equilíbrio. Os oito classificados vão se definir lá nas últimas rodadas”, concluiu.

Brasil nega visto a oficiais dos Estados Unidos que pretendiam questionar urnas eleitorais

26/07/26  –  http://blogfolhadosertao.com.br – Estadaõ Conteúdo

Governo Trump pretendia enviar dois oficiais norte-americanos ao Brasil para lançar dúvidas sobre lisura e integridade do sistema eleitoral brasileiro

 

O Brasil negou o visto de dois oficiais dos Estados Unidos que pretendiam vir ao País para questionar o sistema eleitoral brasileiro após identificar tentativas do governo do presidente norte-americano, Donald Trump, de lançar desinformação sobre as eleições de outubro.

O governo de Donald Trump pretendia enviar dois oficiais norte-americanos ao Brasil para lançar dúvidas sobre a lisura e a integridade do sistema eleitoral brasileiro, de acordo com informações divulgadas pelo jornal americano The Washington Post na sexta-feira, 24.

Conforme o Estadão apurou, o Brasil já havia identificado a tentativa norte-americana antes da publicação. No dia 20 de julho, o governo brasileiro teve conhecimento da intenção após o Departamento de Estado norte-americano solicitar os vistos ao Consulado do Brasil em Washington.

Um sinal de alerta foi a reunião do senador Flávio Bolsonaro (RJ), candidato do PL à Presidência, com embaixadores, no dia seguinte. No encontro, o senador citou suspeitas já negadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as urnas eletrônicas.

A visita iria ocorrer após o encontro de Flávio com embaixadores. Formalmente, o pedido dos Estados Unidos era para debater “liberdade de expressão relacionada às eleições”. As autoridades brasileiras identificaram tentativa de tumultuar o processo eleitoral por meio da missão diplomática.

O Itamaraty confirmou ao Estadão que os vistos de Riley Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, secretário-assistente adjunto do Departamento de Estado, foram negados na sexta-feira, 24.

As medidas ocorrem em meio a atritos diplomáticos entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos, diante do tarifaço do presidente Donald Trump imposto aos produtos brasileiros e às ameaças do Brasil de retaliar com tarifas aos norte-americanos. No campo político, as iniciativas ocorrem na largada da campanha eleitoral, em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta Flávio Bolsonaro.

‘Esse país é nosso e ninguém aqui mete o bedelho’, diz Lula

O governo brasileiro reagiu neste sábado, 25. “Ninguém, muito menos Trump vai se meter no processo eleitoral brasileiro”, disse o ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, José Guimarães, ao Estadão.

Durante a convenção do PT que oficializou a candidatura de Fernando Haddad ao governo de São Paulo, Lula falou sobre tentativas de inferências nas eleições do Brasil, sem citar diretamente os Estados Unidos.

“Quem quiser de fora vir se meter nas eleições brasileiras, já vou avisando logo: vão apanhar muito aqui nas eleições”, disse o presidente.

Lula reforçou que o destino do Brasil será decidido por 157 milhões de eleitores e que o Brasil é soberano e quer manter relações com todos os países sem guerra, mas com paz. “Esse país é nosso e ninguém aqui mete o bedelho.”

João Campos recebe apoio da Fetaepe

26/07/26 –  http://blogfolhadosertao.com.br – Blog da Folha

Entidades representativas dos trabalhadores rurais destacam compromisso do pré-candidato
O pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), recebeu, nesta sexta-feira (24), o apoio da Federação dos Trabalhadores Assalariados Rurais do Estado de Pernambuco (Fetaepe). A parceria foi reafirmada durante encontro com trabalhadores rurais em Sirinhaém, na Mata Sul, onde João destacou o compromisso de construir políticas públicas para o campo em diálogo com as entidades representativas da categoria.

A agenda contou ainda com a presença da presidente da Fetaepe, Cristiana Maria de Andrade, e do futuro presidente da Fetape, Paulo Roberto Rodrigues Santos (Beto), que representam os trabalhadores rurais e assalariados do campo em Pernambuco.

Durante o encontro, João Campos destacou a importância do apoio dos representantes dos trabalhadores rurais e reafirmou o compromisso de construir políticas para fortalecer o campo pernambucano.

“É muito importante caminhar ao lado de quem representa os trabalhadores e conhece de perto os desafios do campo. Quero agradecer a confiança e reafirmar o nosso compromisso com a agricultura familiar, com os trabalhadores rurais, com os sindicatos e com o fortalecimento de programas que fazem diferença na vida das pessoas, como o Chapéu de Palha. Pernambuco precisa voltar a cuidar de quem vive e trabalha no campo”, afirmou o líder da Frente Popular.

Entre os compromissos assumidos pelo pré-candidato está a ampliação do Programa Chapéu de Palha, com a elevação do benefício para, no mínimo, meio salário mínimo, além da desvinculação do programa estadual do Bolsa Família.

A proposta busca garantir que os trabalhadores possam receber integralmente os dois benefícios e ampliar a proteção de renda durante os períodos de entressafra e de menor atividade no campo.

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