Pernambuco soma mais seis casos suspeitos de intoxicação por metanol

18/10/25

Diario de Pernambuco

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Ao todo, estado tem 77 notificações de casos suspeitos

Casos suspeitos de intoxicação por metanol em Pernambuco seguem em investigação/Foto: Governo de SP

Casos suspeitos de intoxicação por metanol em Pernambuco seguem em investigação (Foto: Governo de SP)

Pernambuco contabilizou, nesta sexta-feira (17), mais seis casos suspeitos de intoxicação por metanol associados ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas, nos municípios de Paulista, Jaboatão, Orobó, Mirandiba e Recife. Com essas notificações, o total chega a 77 casos registrados, sendo 73 no estado.

Entre os 73 casos em Pernambuco, três já foram confirmados como intoxicação por metanol, 43 foram descartados e os demais seguem em investigação. Quinze pessoas chegaram a ser internadas, incluindo quatro que posteriormente tiveram os casos descartados, e 37 receberam alta médica (um confirmado e 30 descartados).

Até o momento, foram registrados 11 óbitos, sendo dois confirmados e três descartados.

Os primeiros casos suspeitos em Pernambuco ocorreram nos municípios de Lajedo e João Alfredo, no agreste, onde duas mortes e um caso de complicações visuais foram confirmados. Em resposta, as autoridades estaduais e municipais intensificaram a fiscalização, apreenderam bebidas suspeitas, interditaram estabelecimentos e reforçaram a atuação da vigilância sanitária.

Em localidades como Olinda, mesmo sem casos confirmados, inspeções preventivas já foram iniciadas no comércio de bebidas

Até agora, o Brasil registrou 41 casos confirmados, 107 em investigação e 469 suspeitas descartadas.

 

 

Desarmamento, acolhimento e penas: Senado tem novos projetos de proteção à mulher

18/10/25

Da Agência Senado

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Os dados da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, do DataSenado, mostram que, entre 2005 (primeiro ano da série histórica) e 2023 (edição mais recente), o número de mulheres que relatam já ter sofrido violência aumentou de 17% para 30%. Já o número de entrevistadas que conheciam alguma mulher nessa situação aumentou de 62% para 68% desde 2009.

Entre os projetos apresentados pelos senadores em 2025 para tentar mudar essa estatísticas estão propostas para diminuir o acesso de agressores a armas de fogo, para combater a violência de gênero e para tornar mais duras as penas para o crime de feminicídio.

Armas

A senadora Augusta Brito (PT-CE) é autora de cinco projetos sobre armas de fogo ligadas à violência contra a mulher. Com eles, a senadora tem o objetivo de controlar o acesso de agressores a armas. As propostas foram apresentadas em junho, depois que a senadora participou do 4º Encontro Latino-Americano sobre Armas e Gêneros, em Fortaleza (CE), promovido com apoio do Senado.

— Foi unânime a conclusão de que promover uma regulamentação responsável, aliada a ações preventivas e a mecanismos de monitoramento, é fundamental para protegermos vidas e evitar que mais mulheres sejam vítimas de violência armada — afirmou a senadora no início de julho, após o evento.

Os projetos de Augusta ainda aguardam o encaminhamento às comissões. São eles:

  • PL 3.092/2025: Institui programa de desarmamento voluntário em residências com histórico de violência doméstica e familiar
  • PL 3.093/2025: Determina a suspensão imediata de posse e porte e também a apreensão da arma em caso de medida protetiva de urgência
  • PL 3.097/2025: Veda a posse e o porte a pessoas indiciadas por violência doméstica
  • PL 3.098/2025: Torna obrigatória a comunicação formal da existência de arma de fogo sob posse, porte ou acesso de agressor em caso de violência doméstica
  • PL 3.099/2025: Prioriza a fiscalização dos registros de posse e porte de pessoas que têm histórico de violência doméstica e familiar

Violência sexual e de gênero

Outros projetos em análise tratam de coibir a violência contra a mulher em situações específicas, como turismo e transporte público, melhorar o atendimento a elas nas delegacias especializadas e reunir dados sobre agressores.

O PL 3.545/2025, da senadora Ivete da Silveira (MDB-SC), determina que as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher devem ser preferencialmente chefiadas por delegadas. Esses postos da Polícia Civil são responsáveis pelo primeiro atendimento às vítimas de violência.

Ao justificar o projeto, a senadora lembrou que essas delegacias são a porta de acesso das vítimas ao sistema de justiça, e que a lei já garante o atendimento em sala reservada e, de preferência, por policiais mulheres.

“Também seria desejável que a delegacia fosse preferencialmente (mas não obrigatoriamente) comandada por uma delegada, com o intuito de assegurar um ambiente ainda mais receptivo e alinhado com a proteção da mulher em situação de vulnerabilidade”, argumenta Ivete. O projeto aguarda encaminhamento às comissões.

Outro projeto na lista é o PL 3.050/2025, da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), que inclui na Política Nacional de Turismo medidas para proteger as mulheres. Entre essas medidas estão:

  • Capacitação dos prestadores de serviços para garantir a segurança das mulheres viajantes
  • Implementação de unidades de atendimento à mulher em áreas turísticas
  • Instalação de estruturas que garantam a segurança das mulheres em pontos de embarque e desembarque de passageiros

Feminicídio

Outra preocupação dos senadores é com o crime de feminicídio, definido pela lei como o assassinato de mulheres por razões da condição do gênero feminino, em decorrência da violência doméstica e familiar, ou por menosprezo à condição de mulher.

Um dos novos projetos que abordam o tema é o PL 3.088/2025, do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), para impedir que a atenuante de idade prevista no Código Penal seja aplicada no caso de feminicídio. As circunstâncias atenuantes podem diminuir a pena, e uma delas é o fato de o condenado ter menos de 21 anos ou mais de 70 na data da sentença.

A Lei 15.160, de 2025, já excluiu esse benefício no caso de crime de violência sexual contra a mulher. Se o projeto do senador Kajuru for aprovado, a atenuante deixará de ser aplicada também nos crimes de feminicídio.

“Não podemos esquecer que a violência contra a mulher pode ser praticada por homem de qualquer idade, tendo em vista a inferior capacidade de resistência física da vítima, não se justificando, portanto, a concessão de qualquer benefício etário em favor do agente”, diz o senador na apresentação do texto.

Outros projetos

  • PL 2.927/2025, da senadora Jussara Lima (PSD-PI): Inclui no Código Penal o crime de submeter à prostituição (ou outra forma de exploração sexual) alguém que não possa oferecer resistência
  • PL 3.341/2025, da senadora Augusta Brito: Cria um programa para prevenir assédio e violência sexual no transporte público coletivo de passageiros
  • PL 3.109/2025, da senadora Augusta Brito: Amplia o acesso público ao registro unificado de dados e informações sobre violência contra mulheres
  • PL 3.452/2025, da senadora Daniella Ribeiro: Valoriza cursos de combate à violência contra a mulher na avaliação de títulos em concursos públicos federais e torna o tema obrigatório nos cursos de formação
  • PL 2.979/2025, do senador Ciro Nogueira (PP-PI): Aumenta a pena para o estupro que resulta em morte, além de enquadrá-lo como feminicídio
  • PL 2.945/2025, do senador Wilder Morais (PL-GO): Aumenta para 50 anos a pena máxima para condenados por múltiplos crimes de homicídio, feminicídio ou estupro (atualmente, o tempo máximo é de 40 anos)

Fonte: Agência Senado

Fim do mistério em “Vale Tudo”: Odete Roitman não morreu; desfecho já era previsto

18/10/25
Por Leonardo Vila Nova
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O autor do disparo contra a personagem de Débora Bloch foi Marco Aurélio, vivido por Alexandre Nero, mas, um plano com Freitas, salva a vida da empresária, que foge do País
Em uma reviravolta previsível para muita gente, eis que chegou ao fim o grande segredo da teledramaturgia brasileira: Odete Roitman não morreu! Pelo menos, no remake de “Vale Tudo”, que chegou ao fim nesta sexta (17), “a vilã das vilãs” conseguiu escapar da morte, em um plano arquitetado junto com Freitas (Luis Lobianco).

Neste derradeiro episódio, coube a Marco Aurélio, interpretado por Alexandre Nero, a autoria do disparo que teria assassinado Odete Roitman (Débora Bloch). Esse “desfecho” resgata quem seria o autor do tiro originalmente, na versão de 1988, o Marco Aurélio interpretado, na época, por Reginaldo Faria, mas, que acabou sendo modificado em cima da hora.

No novo final, Marco Aurélio vai ao quarto de Odete, no Copacabana Palace, após Heleninha (Paolla Oliveira) sair de lá e errar o tiro. O diretor da TCA, então, acerta em cheio o tiro no peito de Odete.

Porém, o que ninguém contava é que, em uma armação com Freitas (Luis Lobianco), Odete seria salva, sobrevivendo e fugindo do País.

Apesar de representar uma “reviravolta”, esse desfecho já era imaginado, inclusive por Aguinaldo Silva, um dos autores da versão original de “Vale Tudo”, que chegou a declarar publicamente seu palpite de que Odete não havia morrido.

Outros finais
Apagada ao longo da trama, Raquel, personagem de Taís Araújo, teve o seu merecido “happy end”, se casando com Ivan (Renato Góes). Também coube à cozinheira cuidar e criar o neto, Salvadorzinho, já que Maria de Fátima (Bella Campos), em mais uma tentativa de alpinismo social, decide não criar o filho e ir embora com um fazendeiro rico.

O último capítulo também foi momento de dar um desfecho a tramas que, simplesmente, “sumiram” da novela, como o caso do casal lésbico Cecília (Maeve Jinkings) e Laís (Lorena Lima), que reapareceu no capítulo desta sexta (17), oficializando a sua união.

“Vale Tudo”, trajetória
Ao longo de 173 capítulos, a versão 2025 de “Vale Tudo” teve a missão de atualizar, sob a caneta de Manuela Dias, a trama original de uma das mais icônicas novelas da tevê brasileira, criada por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères, e exibida entre 1988 e 1989.

Havia grande expectativa em torno da nova versão, cuja ideia era dialogar com o público e sociedade atual, imersa nas redes sociais, com novos códigos de comportamento e de consumo.

No entanto, o que era para ser uma atualização do enredo, acabou gerando controvérsias. Em sua versão original, “Vale Tudo” arrebatou o público por ser uma novela com profundo teor de crítica social e densa abordagem dramática.

Isso acabou se perdendo na sua versão de 2025, com a mudança radical no enredo de determinados personagens, a distorção e esvaziamento de questões centrais na narrativa da novela, entre outros aspectos que terminaram por simplificar a obra original.

O apagamento da personagem Raquel, vivida em 2025 por Taís Araújo, é a polêmica mais flagrante no andamento da novela. Em 1988, ela era a protagonista (vivida por Regina Duarte), personagem central do enredo.

No remake, a Raquel de Taís perdeu espaço, enredo e importância na história de “Vale Tudo”, chegando, até mesmo, a sumir de alguns capítulos. Fala-se que isso seria uma retaliação da autora às críticas de Taís Araújo, que questionou os rumos da sua personagem.

Na tentativa de “cativar” um novo público, a profundidade da crítica social de “Vale Tudo” deu lugar a conflitos mais genéricos e inexpressivos, atravessados por uma avalanche de merchandising, erros de continuidade e personagens dramaticamente mais rasos do que em suas versões originais.

A adaptação gerou diversas críticas, inclusive do viúvo de Gilberto Braga, Edgar Moura Brasil, que afirmou que Manuelas Dias destruiu a obra original e não teve respeito pela história, considerando que a nova versão trazia, entre outros equívocos, “personagens tacanhos e incoerentes”.

Sucesso ou fracasso?
Diante das controvérsias que fizeram parte da trajetória do remake de “Vale Tudo”, a novela parece ter tido dois efeitos distintos: sucesso comercial e fracasso de audiência.

“Vale Tudo” tornou-se, até então, a novela das 9 com maior faturamento da história da TV Globo. No entanto, encerra nesta sexta (17) com a terceira pior média da audiência da história para o horário.

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Show que Zezé Di Camargo pediu anistia a bolsonaristas custou R$ 450 mil aos cofres de cidade de Santa Ccatarina

18/10/25

Agência  O Globo

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Em apresentação ao lado do irmão, cantor sertanejo defendeu golpistas que depredaram patrimônio nacional em Brasília em 8 de janeiro de 2023

A apresentação recente da dupla Zezé Di Camargo e Luciano na cidade de Porto Belo (SC), na última segunda-feira (13), custou R$ 450 mil aos cofres do município.

show foi marcado por uma manifestação exaltada de Zezé a favor de bolsonaristas, conhecidos pela propagação de críticas e desinformação a respeito das políticas de fomento à cultura.

Na ocasião, o artista, de 63 anos, levantou uma camiseta em que se lia a seguinte mensagem: “Anistia já para os presos do 8 de janeiro”.

Em português claro, não houve concorrência para a definição de valores pelo serviço prestado, prática comum e legal no meio.

Nesse caso, a empresa Live Talentos, representante da dupla sertaneja, estipulou um preço para o cachê e a realização do show, e a prefeitura pagou a quantia determinada, estabelecendo que a apresentação fosse gratuita para a população, como especificado no contrato ao qual o Globo teve acesso.

O valor da apresentação de Zezé Di Camargo & Luciano equivale à cerca de 64% da receita da pasta responsável por turismo na cidade Porto Belo, concorrido destino catarinense no verão. Além dessa verba, o orçamento ao turismo municipal conta com transferências financeiras, que elevam o montante da fundação para R$ 5,7 milhões.

De acordo com o Portal da Transparência, a empresa Live Talentos ainda não recebeu o pagamento para o show de 110 minutos.

Quando o repasse for efetuado, porém, ela passará a figurar entre as principais fornecedoras da prefeitura em 2025, atrás apenas de contratos voltados à assistência ambulatorial e hospitalar, à pavimentação, ao saneamento e ao fornecimento de uniformes escolares.

 

Acidente com ônibus em Saloá deixa mortos e feridos

18/10/25

Diário de Pernambuco

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O veículo com cerca de 30 passageiros tombou na estrada. Não há número oficial de mortos, mas informações não oficiais falam em oito vítimas fatais

Acidente em Saloá/Reprodução/Redes sociais

Acidente em Saloá (Reprodução/Redes sociais)

Um acidente com ônibus nesta sexta-feira (17) à noite deixou mortos e vários feridos na BR-423, na altura da Serra dos Ventos, no município de Saloá, Agreste pernambucano. Apesar de não haver dados oficiais, alguns veículos de comunicação da região falam, até agora, em oito mortos.

Segundo informações iniciais, o ônibus com 30 passageiros saiu de Santa Cruz do Capibaribe, também no Agreste, com destino ao município de Brumado (BA). Imagens postadas nas redes sociais mostram o veículo tombado na lateral da rodovia.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Corpo de Bombeiros estão no local para realizar o socorro. No local, haveria sete mortos. Parte dos feridos foi levado para o hospital municipal de Saloá. A reportagem entrou em contato com o hospital que informou que 16 pessoas deram entrada e uma delas acabou indo a óbito.

Outros feridos foram levado para o Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns. Ambulâncias de outros municípios próximos também ajudaram no resgate.

Em nota, o Corpo de Bombeiros informou que foi acionada por volta das 20h e enviou cinco viaturas de salvamento, resgate e comando operacional para o local.

Matéria em apuração

Janela partidária como saída para os impasses

18/10/25

Por Carlos André Carvalho (interino)

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Em Pernambuco, alguns deputados já revelaram que vão mudar de legenda em março de 2026
A janela partidária é um tema recorrente e controverso na política brasileira. Trata-se do período de 30 dias – seis meses antes das eleições – que permite a parlamentares eleitos (deputados, no caso do ano que vem) mudarem de partido sem perder o mandato e concorrer ao pleito por outra sigla. Criada para conciliar a fidelidade partidária (o princípio de que o mandato pertence ao partido) com a liberdade dos políticos, a janela acarreta debates exaltados sobre seus benefícios e malefícios ao sistema democrático.

Em Pernambuco, alguns deputados e deputadas já adiantaram que vão dar adeus aos seus respectivos partidos em março do ano que vem, como Dani Portela, que sairá do PSOL para entrar no PT por questões internas na legenda a que pertence hoje. Também não é novidade que Izaias Régis e Débora Almeida, ambos da bancada governista na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e filiados ao PSDB, devem se juntar ao PSD, partido da governadora Raquel Lyra (PSD). Ele vai tentar uma vaga na Câmara; ela, a reeleição.

Os deputados Luciano Duque, Fabrizio Ferraz, Gustavo Gouveia e Wanderson Florêncio, todos do Solidariedade, devem fazer as malas e correr para o Podemos. Um dos motivos é que o partido que os acolhe apoiará o prefeito João Campos (PSB) para governador em 2026. Caso semelhante é o da líder do governo na Assembleia, Socorro Pimental, que é do União Brasil, mas, com a concretização da federação União Progressista, pode ficar numa saia-justa se o bloco resolver apoiar Campos. Socorro, comenta-se, está só aguardando a decisão para resolver se fica ou não no União Brasil.

Joãozinho Tenório, do PRD, legenda que também tende a apoiar Campos em 2026, deve correr para o PSD porque está com Raquel. Como a política não é uma ciência exata, é possível que as coisas mudem até março de 2026, mas não custa nada projetar o que pode acontecer.

Agenda
A governadora em exercício Priscila Krause (PSD) recebeu ontem, no Palácio do Campo das Princesas, a embaixadora da Alemanha no Brasil, Bettina Cadenbach. A visita, de caráter institucional e diplomático, marca as comemorações pelos 35 anos da Reunificação Alemã e reforça os laços históricos de cooperação entre estado e o país europeu. Pernambuco e Alemanha mantêm relações econômica, tecnológica e acadêmica. A Alemanha é o 8º maior investidor direto no Brasil, com mais de R$ 100 bilhões em investimentos, e referência global em pesquisa, desenvolvimento e combate à crise climática.

Hospital
O deputado estadual Antonio Coelho (UB) defendeu, ontem, em pronunciamento no plenário da Alepe, a construção de um hospital estadual regional em Petrolina, no Sertão do São Francisco. Para ele, a proposta atenderia a uma necessidade urgente, legítima e inadiável da região, assegurando acesso a políticas públicas de saúde mais eficientes e próximas, reduzindo a necessidade de longos deslocamentos até o Recife para serviços que deveriam estar disponíveis  lá no Sertão.