Uma tornozeleira e a vibração progressista

21/07/25

Por Betânia Santana
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STF monitora ex-presidente Jair Bolsonaro e popularidade de Lula avança
A ttentativa do ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro (PL) de condicionar o fim do tarifaço, anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a sua anistia lhe rendeu uma tornozeleira e a apreensão, em sua casa, de US$ 14 mil (cerca de R$ 78 mil), um pen drive e o celular.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), também impôs restrições: não poderá usar redes sociais, manter contato com outros investigados nem aproximar-se de embaixadas.

As medidas, consideradas injustas e exageradas pela extrema-direita, animaram políticos do campo considerado mais progressista.

A postura contundente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em defesa da soberania brasileira, já mostrou uma alavancada em sua popularidade, segundo institutos de pesquisa.

Aliados de Lula também observam que as instituições saem fortalecidas, e a possibilidade de prisão de Bolsonaro é mais latente.

“A relação estreita de Trump e Bolsonaro, prejudicando a economia brasileira, diminui o ímpeto eleitoral bolsonarista. Com isso, o governo e a ala progressista trilham um caminho menos desfavorável nas próximas eleições”, avalia o cientista político Alex Ribeiro.

Aos olhos do também cientista político Elias Tavares, a decisão de Moraes provoca a vitimização dos bolsonaristas e constrói uma brecha inesperada para o governo Lula.

“A tornozeleira em Bolsonaro é muito mais do que um monitoramento judicial. Tornou-se um estandarte simbólico: para alguns, a justiça se concretiza; para outros, o sistema se retrai”, analisa.

Comando e ação
O vereador Osmar Ricardo assume em setembro a presidência do PT Recife. À Rádio Folha defendeu que a legenda avalie ação no governo João Campos. A Secretaria de Habitação (Felipe Cury) tem feito entregas e projetos. Mas a de Meio Ambiente (Oscar Barreto) perdeu força. Também acha que vale discutir mais espaço na prefeitura.

Festas e certificados

Dos 184 municípios pernambucanos, 131 fizeram festas juninas só com apoio do estado. Na segunda, o Ministério Público vai entregar certificados aos que detalharam despesas. Foram 3.498 artistas e R$ 306,3 milhões. No auditório da Esmape, na Joana Bezerra, às 15h.

Cidadãos

O prefeito do Recife, João Campos, recebe hoje o Título de Cidadão de Petrolândia, Sertão. Será no Projeto Apolônio Sales, zona rural, às 10h30. Outras homenagens ocorrerão nos próximos meses em Camaragibe, Garanhuns, Jaboatão e Olinda. Afogados da Ingazeira ainda vai votar o projeto.

Aplausos

Na reunião da SBPC,  a senadora Teresa Leitão disse que a política não decepciona, o que decepciona são alguns políticos.  “É preciso separar os que cumprem o papel republicano, de representatividade, daqueles para quem um dia a tornozeleira chega.”

Recife em fuga: o dia em que um boato sobre a barragem de Tapacurá espalhou pânico, provocou mortes e parou a cidade

21/07/25

Por Adriana Guarda
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Cinco décadas depois do boato que espalhou medo de um rompimento da barragem de Tapacurá, a cidade ainda guarda as marcas daquele 21 de julho de 1975

O fotojornalista Pedro Luiz guarda imagens do povo tentando fugir da cidade, sem destino, junto com a família e alguns pertences, com medo da água de Tapacurá

O relógio mal passava das 10h da manhã quando o Recife foi tomado por um fenômeno invisível e devastador: o pânico. A notícia, sussurrada de boca em boca, se alastrou com a força de um raio: “A barragem de Tapacurá estourou!”. Ninguém sabia a origem exata do boato, mas a cidade acreditou — e correu. Literalmente.

Em seu livro “Tapacurá – No planeta dos boatos”, o jornalista Homero Fonseca narra a tragédia. Carros foram abandonados no meio da rua, mães invadiram escolas para resgatar os filhos, ambulantes deixaram suas bancas. Pessoas se empurravam para subir nos ônibus, outros desciam pelas janelas. Os carros ignoravam os sinais de trânsito e andavam na contramão. Funcionários da saúde abandonavam os hospitais. Era cena de hospício.

No oitavo andar do prédio da Secretaria da Fazenda, no bairro de Santo Antônio, o então secretário Gustavo Krause olhava pela janela quando viu a cidade em colapso. “As pessoas largavam carros, corriam sem saber para onde. O medo era tanto que houve gente internada com problemas cardíacos”, lembra.

Pedro Luiz/Cortesia
Governador Moura Cavalcanti ajuda idosa em meio ao tumulto nas ruas do Recife, no dia 21 de julho de 1975 – Pedro Luiz/Cortesia

 

A poucos metros dali, do lado de fora do Palácio do Campo das Princesas, o governador Moura Cavalcanti soube do alarme falso, desmentiu o boato na rádio e correu para as ruas para tentar conter a multidão com a única arma que tinha: a própria presença. Na confusão, amparou uma idosa que passava mal no meio do tumulto. O gesto ficou eternizado em uma imagem do fotojornalista Pedro Luiz, hoje com 87 anos.

Testemunha daquele dia de caos, Pedro correu pelas ruas do Centro, documentando a angústia de uma cidade à flor da pele. Seu olhar não registrou apenas uma cena simbólica, mas ajudou a preservar a memória visual de um episódio jamais esquecido pelo medo, mas que carece de documentação.

“Mesmo que a barragem tivesse rompido, a água não chegaria ao Recife”, explica Krause. “Mas o pânico já estava instalado no imaginário das pessoas. Foi um medo coletivo, uma reprise do filme de terror vivido dias antes.”

Quatro dias antes, para ser exato, a cidade havia enfrentado a maior enchente de sua história recente. A cheia do Capibaribe havia submerso ruas, invadido casas, expulsado famílias inteiras. Quando o boato irrompeu, no dia 21 de julho, a população ainda não havia se refeito. “O Recife estava com os nervos à flor da pele”, diz Krause. “Era como se a cidade tivesse sangrado — e, de repente, sentisse que o sangue voltava a jorrar.”

O que se viu naquele 21 de julho de 1975 foi um êxodo urbano sem precedentes. O boato se espalhou rápido demais para ser contido. Nas ruas estreitas do Bairro de São José, na Dantas Barreto, na Rua Nova, uma maré humana tomava o asfalto. Do cais ao alto da Boa Vista, o Recife corria. E corria sem saber de quê.

Thiago Lucas
Gritos, correria e desesperam marcaram o dia 21 de julho de 1971 – Thiago Lucas

 

A enchente de dias antes já havia deixado 350 mil pessoas desabrigadas. O medo ainda morava nos olhos de quem perdeu casa, documentos, móveis, vizinhos. “As notícias iam chegando: ‘A água chegou em tal ponto’. E a gente pensava: ‘Meu Deus do céu, isso não vai parar’”, lembra Gustavo Krause. A cidade sangrava, e a desinformação agiu como um novo corte aberto.

Na Secretaria da Fazenda, Krause testemunhou o desenrolar do pânico de um ponto estratégico. Do alto do oitavo andar, viu o que chamou de “espetáculo do pânico social”. E desceu correndo. “Fui direto ao Palácio do Governo, que funcionava como centro de informações. Lá estavam o governador e a Casa Militar. A confirmação era de que a barragem não havia rompido.” Mas já era tarde. A cidade havia acreditado.

A catástrofe climática e social mobilizou o governo federal. Nos dias seguintes, o presidente Ernesto Geisel sobrevoou a cidade e se reuniu com o governador. “Quando as águas começaram a baixar, o governador entrou em contato com o presidente Geisel, que veio pessoalmente ao Recife com sua equipe para compreender a dimensão do desastre”, relembra Krause. “Fiz uma apresentação rigorosa dos danos econômicos e fiscais. Falei sobre a inadimplência e os efeitos a médio prazo na arrecadação do Estado”, conta.

O resultado foi um pacote de ações que uniu emergência e planejamento. “Já existia a barragem de Tapacurá, mas ela precisava ser ampliada e complementada por outras: Goitá, Jucazinho, Botafogo. Além disso, foi feita a ampliação da calha do Capibaribe e houve liberação do Fundo de Garantia para os afetados”, afirma.

Créditos subsidiados para o comércio, apoio técnico para drenagem, reforço na contenção dos rios. “Houve um compromisso assumido e cumprido, tanto pelo governo estadual quanto pelo federal. Foi uma providência feliz: atacar os pontos que, a curto prazo, prejudicaram violentamente o Recife, mas que, de certa forma, evitaram enchentes definitivas.”

Thiago Lucas
População subia em casas, prédios e até árvores, com medo que a água chegasse – Thiago Lucas
Ainda entre águas e boatos

Meio século depois, o Recife continua entre o mar e os rios — mas também entre a memória e a repetição. “A água é uma bênção, mas se não cuidarmos dela, não porque ela se vingue, mas porque ela cobra um preço”, diz Krause.

O que houve em 1975 não foi apenas uma tragédia natural ou um pânico social: foi o retrato de uma cidade vulnerável nas condições geográficas, sociais e institucionais. E se o boato foi a faísca, o combustível foi a ausência de confiança, de estrutura, de cuidado com o território.

Hoje, em tempos de fake news, Krause deixa um alerta: “A fake news é o boato misturado com inteligência artificial, algoritmo, não sei o quê. É o aperfeiçoamento tecnológico do boato”, pondera.

Lula assina carta com presidentes onde falam em “democracia sempre”

21/07/25

P>or Metrópoles

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Nesta segunda, Lula participará de reunião com os presidentes do Chile, Colômbia, Espanha e Uruguai em Santiago, capital chilena

Presidente Lula/Foto: Evaristo SA/ AFP

Presidente Lula (Foto: Evaristo SA/ AFP)

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os mandatários do Chile, Espanha, Uruguai e Colômbia publicaram, neste domingo (20), uma carta em defesa da democracia. No texto, os líderes dizem que como progressistas, devem agir “com convicção e responsabilidade frente àqueles que pretendem enfraquecer a democracia e suas instituições”.

A carta é assinada por Lula e pelos presidentes Gabriel Boric Font (Chile), Pedro Sánchez (Espanha),Yamandú Orsi (Uruguai) e Gustavo Petro (Colômbia).

Os líderes unem-se na defesa da democracia como ferramenta essencial para combater desigualdades e garantir direitos fundamentais. Eles enfatizam que a democracia não pode ser apenas um conceito abstrato, mas deve se traduzir em políticas concretas que reduzam disparidades e ampliem a participação cidadã. “Resolver os problemas da democracia com mais democracia”, diz a carta.

Os governos progressistas destacam que a revitalização da democracia exige a cooperação internacional e a inclusão de vozes diversas, desde movimentos sociais até jovens e centros de pesquisa. “A democracia é frágil se não for cuidada”, alertam.

Nos Estados Unidos: Morre Preta Gil, aos 50 anos

21/07/25

Agência O Globo

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Cantora e empresária, filha de Gilberto Gil fez longo tratamento contra a doença, no Brasil e nos EUA
Preta Gil, cantora, atriz, apresentadora e empresária, morreu neste domingo aos 50 anos, em decorrência de um câncer. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa dela. Preta passou as últimas semanas nos Estados Unidos, onde tentava um tratamento experimental contra a doença.

Filha do cantor e compositor Gilberto Gil, ela enfrentou um câncer quase dois anos contra um câncer no intestino, que a levou a cirurgias e exames no Brasil e, por fim, um tratamento nos Estados Unidos. A maneira corajosa e transparente como Preta lidou com a doença emocionou o Brasil. “Sei que fiz a escolha certa em dividir com as pessoas as minhas vulnerabilidades e meus sofrimentos. Mas com a cabeça erguida, como sempre foi, desde o começo”, disse ela quando venceu o Prêmio faz Diferença, do GLOBO, em 2024.

Preta Maria Gadelha Gil Moreira foi diagnosticada em janeiro de 2023 com adenocarcinoma, um câncer no intestino. Após cirurgia e tratamentos de quimioterapia e radioterapia, a cantora chegou a anunciar que a doença estava em remissão. Em agosto de 2024, contudo, ela foi a público dizer que o câncer havia voltado em diferentes partes do seu corpo: dois tumores nos linfonodos, um nódulo no ureter e metástase no peritônio.

Também em agosto de 2024, Preta Gil comemorou o aniversário de 50 anos com uma festa para 700 pessoas num dos armazéns da Zona Portuária do Rio, com shows da banda Psirico e da cantora Ludmilla. Na mesma época, ela lançou a autobiografia, “Preta Gil: os primeiros 50” (Globo Livros), no qual relata a luta contra o câncer e o término do casamento de oito anos com o produtor Rodrigo Godoy, em 2023, após descobrir que ele a tinha traído enquanto ela fazia o tratamento contra o câncer.

Em dezembro, ela passou por uma cirurgia que durou mais de 18 horas para a retirada de tumores espalhados pelo corpo.

Tratamento nos EUA

Em maio de 2025, Preta Gil viajou aos Estados Unidos, onde fez uma consulta no Virginia Cancer Institute, em Washington, para saber se poderia integrar grupos de pacientes que recebem tratamentos inovadores. Em seguida, ela viajou a Nova York para exames no Sloan Kettering Cancer Center, instituição que é referência mundial em tratamento e pesquisa de câncer. Amigos e familiares se revezaram na cidade americana para acompanhar a cantora, que seguia postando parte de sua rotina nas suas redes sociais. “Mais uma dose”, escreveu em uma das fotos.

Em participação no no programa “Domingão com Huck”, da TV Globo, Preta havia contado sobre a ideia de dar continuidade ao tratamento fora do Brasil. “Sou grata por passar por tudo isso podendo me tratar com dignidade. Entro em uma fase difícil. No Brasil, já fizemos tudo que podíamos, agora a minha chance de cura está no exterior, e é para lá que eu vou”, disse, na ocasião.
Primeiro disco em 2013

Preta Gil lançou seu primeiro álbum, “Prêt-à-porter”, em 2003, quando seu pai era ministro da Cultura do primeiro governo Lula, com um repertório mesclando pop, MPB, samba e funk. Na capa e no encarte do CD, ela estava nua. Diante da polêmica causada pelas fotos, ela disse, em entrevista a Fernanda Young que o barulho não teria acontecido se ela fosse magra. A partir desse momento, Preta passou a ser uma referência para a autoaceitação feminina, se posicionando contra pressão estética pela magreza ou por padrões físicos.

O segundo disco, “Preta”, veio dois anos depois, seguido pela turnê e o DVD “Noite Preta”. Em 2010, ela apresentou o talk show “Vai e vem”, com conversas sobre sexo, no canal GNT. Seu terceiro álbum, “Sou como sou”, foi lançado em 2012. No ano seguinte, ela comemorou dez anos de carreira com a gravação do DVD “Bloco da Preta”, do qual participam Lulu Santos, Ivete Sangalo, Anitta, Israel Novaes e Thiaguinho. O terceiro álbum, “Todas as cores”, veio em 2017.

Em 2009, a cantora lançou o Bloco da Preta, que logo tornou-se um sucesso do carnaval do Rio de Janeiro e, dez anos depois, estreou em São Paulo. Bissexual, ela era vista como símbolo de empoderamento pela comunidade LGBTQIA+.

Em paralelo com a carreira musical, Preta participou de novelas como “Caminhos do coração” (2007) e “Os Mutantes” (2008), da Record. Também atuou na série “As cariocas” (2010) e na novela “Cheias de charme” (2012), da TV Globo; além de filmes como “Billi Pig” (2011), “Crô em família” (2018) e “Filho da mãe” (2022).

Além da música e das novela, Preta Gil também se dedicou aos negócios. Em 2017, ela fundou a Mynd, ao lado de Fátima Pissarra e Carlos Scappini. A empresa é especializada em música, marketing de influência e entretenimento.

Autobiografia

Em agosto de 2024, Preta lançou sua autobiografia, “Preta Gil: os primeiros 50”, pela Globo Livros. “Vivi muitos altos e baixos, não foi uma vida fake. Foi vivida com tudo de bom e de ruim”, disse ela ao GLOBO na ocasião do lançamento. O livro não segue uma ordem cronológica: começa com seus relatos com a descoberta do câncer. Também lembra da infância no Rio, num colégio de classe alta, as primeiras experiências amorosas — com mulheres e com homens —,o acidente de carro que matou o irmão Pedro, em 1990, o sucesso como jovem produtora e o dia em que se entregou de corpo e alma ao posar nua para a capa de seu primeiro álbum, “Prêt-à porter”, em 2003.

— Com o disco, tive uma compreensão muito forte de que não era o mundo da “Preta no País da Tropicália”. Existiam pessoas que pensavam diferente de mim, que educavam seus filhos de forma diferente dos meus pais, com preconceitos, moralismos, racismo, gordofobia, machismo — disse ela na entrevista. — Tive que começar a lidar com a realidade, com pessoas que me julgavam, me odiavam. Isso foi um baque, mas enfrentei, enfrento até hoje, e tenho vencido, acho.

A madrinha Gal Costa sempre foi um colo seguro onde ela se agarrava quando pequena. “Minha madrinha sempre foi uma grande paixão. E, mais do que do meu pai, eu queria era estar atrás dela”, relembra Preta na autobiografia.

— Na infância e adolescência, fui muito próxima dela. Na vida adulta, a gente se encontrava muito esporadicamente. Mas, a partir de 2017, quando gravamos a música “Vá se benzer”, a gente virou amiga mesmo, de trocar ideia, de ligar para saber como estavam as coisas — afirmou.

Vida pessoal

Filha de Gilberto Gil e de Sandra Gadelha, Preta casou com o ator Otávio Muller, pai de seu único filho, Francisco Gadelha Gil Moreira Muller de Sá. O segundo casamento foi com o mergulhador Carlos Henrique de Lima. Entre 2015 e 2023, ela foi casada com o personal trainer Rodrigo Godoy, relação que terminou durante o tratamento contra o câncer.

Preta Gil afirmava-se bissexual, nunca escondeu que tinha tido relações com mulheres, e era uma defensora dos direitos das pessoas LGBTQIA+.

PE-630: Prefeito de Ouricuri reconhece luta do povo da Barra de São Pedro e agradece à governadora Raquel Lyra

21/07/25

Ascom PMO

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PE-630: Victor Coelho reconhece luta do povo da Barra e agradece à governadora  Raquel Lyra - Portal do Araripe

Durante a Missa do Vaqueiro, realizada neste domingo(20) em Serrita, o prefeito de Ouricuri, Victor Coelho, agradeceu pessoalmente à governadora Raquel Lyra pela confirmação da pavimentação da PE-630, no trecho que liga a BR-316 ao distrito de Barra de São Pedro, em Ouricuri.

A obra, com 13 km de extensão, está oficialmente contratada pelo Governo do Estado, por meio do DER, com investimento superior a R$ 25 milhões e prazo de execução previsto de 12 meses.

Para o prefeito, a confirmação da obra representa não apenas uma vitória da gestão municipal, mas principalmente o resultado da luta histórica dos moradores da Barra de São Pedro, que há anos reivindicam melhorias para a estrada.

“Essa conquista é fruto da nossa luta política, mas, acima de tudo, da força e da perseverança do povo da Barra. São anos de cobrança, insistência e esperança de quem vive essa estrada todos os dias e sabe o quanto ela é importante para essa comunidade”, afirmou Victor.

O gestor também destacou a postura do Governo do Estado diante da demanda:

“Agradeci pessoalmente à governadora Raquel Lyra, que atendeu a essa demanda tão antiga e reafirmou seu compromisso com o Sertão e com o povo de Ouricuri”, completou.