Danilo Cabral recebe apoio das oposições em Vitória de Santo Antão

24/06/22

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O pré-candidato a governador Danilo Cabral (fotos)  reuniu em seu palanque a esmagadora maioria das forças políticas de Vitória de Santo Antão. Estão com o socialista o prefeito Paulo Roberto; os deputados estaduais Joaquim Lira, Aglailson Victor e Henrique Queiroz Filho; além dos ex-prefeitos Aglailson Júnior e Elias Lira, e do ex-deputado Henrique Queiroz. A união desses apoios certamente fará do único pré-candidato de Lula a governador majoritário no município.

Danilo passou a noite da véspera de São João na cidade. O roteiro começou com uma conversa animada, lembrando os tempos de Eduardo Campos com Aglailson Júnior, um eduardista histórico, e seu filho Aglailson Victor, jovem liderança da Assembleia Legislativa de Pernambuco.

De lá, o pré-candidato foi recebido por todo grupo de Henrique Queiroz, referência na política pernambucana, que exerceu dez mandatos de estadual, e Henrique Filho, que dá seguimento ao trabalho do pai no Legislativo estadual. Também estava no encontro a prefeita de Glória do Goitá, Adriana Paes.

A noite terminou na abertura do São de Vitória ao lado do prefeito Paulo Roberto e do deputado Joaquim Lira, filho do também ex-prefeito Elias Lira. Eles reuniram todos seus aliados para receber Danilo com muita energia e hospitalidade em uma festa bonita, que promoveu o reencontro do povo de Vitória com o São João.

“É sempre um prazer voltar a Vitória, onde tenho muitos amigos. Uma cidade que honra Pernambuco com sua tradição. Aqui, nosso conjunto político tem muitos serviços prestados, como a atração de fábricas. Receber o apoio das principais forças da cidade é muito significativo para mim. Vamos, juntos, fazer uma bonita campanha. Eu serei governador de Pernambuco a partir de janeiro de 2023 para aprofundar as mudanças iniciadas por Eduardo e fazer um reencontro de Pernambuco com o Brasil”, destacou Danilo.

Fotos: Marcus Mendes

E pode ? Suspeito de corrupção, Milton Ribeiro receberá do governo salário de R$ 26 mil pelos próximos 6 meses

24/06/22

Por Kaarina Moraes/JC

Com informações da Estadão Conteúdo

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Ribeiro foi incluído na chamada “quarentena” do serviço público, que autoriza o pagamento de “remuneração compensatória” àqueles que exerceram altos cargos no governo

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Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Ex-ministro da Educação Milton Ribeiro foi preso nessa quarta-feira (22) em operação da Polícia Federal – FOTO: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O ex-ministro do governo Jair Bolsonaro (PL) Milton Ribeiro, preso na última quarta-feira, 22, receberá da União pelos próximos seis meses o equivalente a cerca de R$ 26 mil. A remuneração foi autorizada no final do mês passado pela Comissão de Ética Pública da Presidência, que considerou haver “conflito de interesses após o exercício de cargo” no Executivo federal.
Ribeiro foi incluído na chamada “quarentena” do serviço público, que autoriza o pagamento de “remuneração compensatória” àqueles que exerceram altos cargos no governo. A justificativa para esse “auxílio desemprego” por seis meses é o fato de figuras públicas de destaque, como ministros, terem tido acesso a informações privilegiadas que podem ser usadas por esses ex-servidores em seus novos cargos na iniciativa privada.
A Comissão de Ética Pública da Presidência define como informação privilegiada “a que diz respeito a assuntos sigilosos ou aquela relevante ao processo de decisão no âmbito do Poder Executivo Federal que tenha repercussão econômica ou financeira e que não seja de amplo conhecimento público”. O processo de Milton Ribeiro foi concluído no dia 31 de maio. O nome do ex-ministro consta com a tarja com “com conflito”.
Suspeito de coordenar um “gabinete paralelo” de pastores no Ministério da Educação, Milton Ribeiro havia sido preso por ordem da 15ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, mas foi solto nesta quarta-feira, 23, por ordem do desembargador federal Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. O ex-ministro da Educação foi alvo da Operação Acesso Pago, da Polícia Federal (PF), que cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão contra os acusados de instalar o “gabinete paralelo” no MEC.
Mais:

Corpo do indigenista pernambucano Bruno Pereira chega ao Recife

24/06/22

Portal Folhape

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Velório: de acordo com a administração do cemitério Morada da Paz, em Paulista, a cerimônia ao público e  foi liberada a partir das  das 9h
Chegada do Corpo do indigenista Bruno Pereira no Aeroporto Internacional dos Guararapes

O corpo do indigenista pernambucano Bruno Pereira chegou ao Aeroporto Internacional dos Guararapes em um jato da Polícia Federal, por volta das 18h40 desta quinta-feira (23). Logo após o pouso, os restos mortais do indigenista foram colocados em um carro funerário que seguiu para o Cemitério Morada da Paz, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR), onde está sendo velado e será cremado nesta sexta (24).  

Segundo a delegada da Polícia Federal, Luciana Martorelli, estavam no avião sete policiais federais e uma perita do Instituto Nacional de Criminalística, de Brasília.

De acordo com a administração do cemitério, o velório foi  aberto ao público a partir das 9h, na sala de velório central. Já a cremação, que está marcada para às 15h, será reservada à família.

Entenda o caso

O indigenista foi morto a tiros aos 41 anos junto com o jornalista britânico Dom Phillips, enquanto iam de barco para a cidade de Atalaia do Norte, oeste do estado do Amazonas, na região da reserva indígena do Vale do Javari, durante uma pesquisa para um livro sobre a preservação ambiental da floresta.

Eles foram vistos pela última vez em 5 de junho, e os restos mortais foram encontrados no dia 15 deste mês. Porém, as identidades do indigenista e do jornalista só foram confirmadas entre os dias 17 e 18.

Investigações

Segundo a Polícia Federal, os dois foram mortos por pescadores ilegais quando passavam de barco pela reserva do Vale do Javari. Bruno Pereira foi morto com dois tiros na região abdominal e torácica e um na cabeça. Dom Phillips levou um tiro no abdômen/tórax. A munição usada no assassinato foi típica de caça.

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Corrupção no MEC: Veja as evidências levantadas pela PF sobre Milton Ribeiro e pastores

24/06/22

Agência O Globo

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Ao pedir detenção à Justiça, investigadores indicaram pagamentos como evidências de propina a grupo ligado a religiosos

Ao pedir a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, a Polícia Federal apontou a existência de uma “organização criminosa” infiltrada no Ministério da Educação (MEC) para a suposta prática de crimes contra a administração pública.

No requerimento enviado à Justiça Federal, os investigadores citam que Ribeiro cometeu “façanha criminosa” ao agir em conjunto com os pastores lobistas Arilton Moura Gilmar Santos ao “utilizar verbas públicas em contrapartida a benefícios próprios”. A defesa do ex-ministro nega qualquer irregularidade.

A investigação detectou transações financeiras suspeitas da mulher do ex-ministro, Myriam Ribeiro, do ex-assessor do Ministério da Educação Luciano Musse e do genro do pastor Moura, Helder Bartolomeu. Musse e Bartolomeu também foram presos na operação, mas liberados ontem.

A investigação da cita PF três indícios do que seriam pagamentos de propina ao grupo. Um deles foi a venda de um veículo Kia Sportage pela mulher do ex-ministro para a filha de Moura, pelo valor de R$ 60 mil. Outros dois se referem a transferências bancárias de R$ 20 mil a Musse e de R$ 30 mil a Bartolomeu. Segundo a PF, esses pagamentos foram feitos por solicitação de Moura em troca de acesso facilitado ao ministro e a verbas da pasta.

Os pedidos de recursos, segundo a investigação, foram feitos ao empresário José Edvaldo Brito, que preside o partido Avante de Piracicaba (SP). Brito disse ter conseguido uma reunião com o então ministro na sede do MEC depois de encontrar Musse em um hotel de Brasília.

Na reunião, segundo o dirigente partidário, Ribeiro gravou um vídeo para anunciar uma visita ao município paulista de Nova Odessa, cidade de 60 mil habitantes a 40 quilômetros de Piracicaba. Em troca de ter viabilizado o evento, Moura solicitou a emissão de passagens aéreas “para sua comitiva particular, da qual fazia parte Luciano Musse”, além de uma propina de R$ 100 mil “a título de colaboração”, segundo o MPF.

Musse era apontado como interlocutor dos pastores dentro do MEC e foi demitido logo após a saída de Ribeiro do governo.

A cerimônia em Nova Odessa ocorreu em agosto do ano passado e reuniu autoridades de 70 municípios da região. Ao Globo, Brito disse que durante o evento recebeu novo pedido de dinheiro por parte de Moura e relatou a um integrante do MEC. A denúncia foi então comunicada a Ribeiro, que decidiu levar o caso à Controladoria-Geral da União (CGU). O empresário, porém, disse que os pagamentos que já havia feito não se tratavam de propina, mas contribuições para atividades religiosas. Dos R$ 100 mil solicitados, ele afirmou ter tranferido R$ 67 mil a pessoas ligadas ao pastor.

— Somos cristãos e houve um pedido de doação missionária, passaram as contas e fizemos depósito — afirmou ao Globo: — Para mim isso foi um golpe, porque a gente agiu de boa vontade.

Veja as evidências levantadas pela PF

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Mutirão promovido pela Corregedoria para retirada de certidões de pessoas atingidas pelas chuvas começa na segunda-feira

24/06/22

Imprensa Corregedoria PE
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O Mutirão da Cidadania, instituído pela Corregedoria Geral da Justiça de Pernambuco (CGJ-PE), tem início na próxima segunda-feira (27/6).  A ação acontece a partir das 10h, no Emergencial Gusmão, localizado na Travessa do Gusmão, 178, no Recife.A iniciativa conjunta com a Ouvidoria Geral de Justiça, conta com a parceria com a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de Pernambuco -ARPEN-PE. Em caráter excepcional, os Ofícios de Registro Civil das Pessoas Naturais dos Municípios do Recife e os que integram a sua Região Metropolitana, estão autorizados a prestar os serviços necessários para a emissão de 2ª via de certidões de casamento, nascimento e óbito, nos abrigos onde se encontram pessoas que tiveram seus documentos perdidos ou inutilizados em decorrência das chuvas que atingiram o Estado de Pernambuco. Além do Recife, a ação também será realizada em Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Paulista e Camaragibe. Os documentos serão emitidos gratuitamente. Responsáveis pelos cartórios irão até os abrigos, aplicarão formulários para obter informações das pessoas e emitirão certidões.A Corregedoria também está em contato com as Prefeituras das cidades para garantir que o maior número possível vítimas sejam beneficiadas com a retirada dos documentos. Segundo o corregedor-geral da Justiça de Pernambuco, desembargador Ricardo Paes Barreto (foto), a preocupação da Corregedoria é prestar um serviço de utilidade pública para aqueles que perderam tudo com as chuvas. “Diante das fortes chuvas que assolaram nossa região aqui do Recife, Grande Recife, Mata Norte e Mata Sul, tivemos essa preocupação. Essas pessoas receberão os cartórios sem ônus, sem custo e, nos próprios abrigos, vamos tirar a segunda via de documentos de certidão de nascimento, certidão de casamento, certidão de óbito. É o mínimo que nós podemos fazer e devemos fazer por essas pessoas tão sofridas”, esclareceu o magistrado.