Alepe aprova reajuste dos funcionários públicos de Pernambuco

16/03/22

AscomAlepe

blogfolhadosertao.com.br

 

O Plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou, nesta terça (15) , os projetos de lei que tratam das atualizações salariais do funcionalismo público em Pernambuco. A proposta que abrange a maior parte das categorias, com previsão de 5% de reajuste linear sobre o vencimento-base, foi aprovada em Primeira Discussão, assim como as proposições específicas para os servidores da saúde, militares e policiais civis. A previsão é de que as matérias retornem à pauta de votações nesta quarta, para análise em Segunda Discussão.

Já a atualização do piso salarial dos professores foi discutida em dois turnos nas reuniões realizadas em caráter ordinário e extraordinário, nesta terça.

A proposta que trata da atualização dos valores pagos aos docentes em Pernambuco foi tema do pronunciamento de José Queiroz, do PDT. O parlamentar elogiou o Governo do Estado pela proposta de reajustar em quase 35% o valor do piso e cobrou que as prefeituras façam o mesmo pelos professores da rede municipal. “Por isso, me surpreendeu quando na minha cidade de Caruaru, o professorado efetivo decretou greve porque a prefeita só concede 10%, ora, é um péssimo exemplo para quem carrega a proposta de pré-candidata a governadora.”

A proposta que reajusta os soldos dos militares foi alvo de críticas do deputado Joel da Harpa, do PP. Ele lamentou a rejeição da emenda proposta por ele para permitir ao Poder Executivo acabar com as faixas salariais existentes dentro de uma mesma patente. O parlamentar também disse que o aumento aprovado deveria ser maior. “Cinco anos sem aumento salarial, o que se esperava é que o Governo do Estado fizesse um gesto pelos profissionais de segurança pública, mandasse pelo menos 40%. Veio com 20% e ainda anunciando que fez o maior da história, ludibriando o povo de Pernambuco.”

Os quatro anos dos assassinatos de Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro, e do motorista dela, Anderson Gomes, foram registrados pela deputada Jô Cavalcanti, do mandato coletivo Juntas, do PSOL. A parlamentar cobrou a identificação dos mandantes do crime e lamentou a falta de segurança dos militantes e defensores de direitos humanos no Brasil.

 

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