O governador de Pernambuco, Paulo Câmara- foto (PSB), se manifestou nas redes sociais agora há pouco:
“O Sete de Setembro é uma data para celebrar a liberdade, a democracia e o progresso do nosso país. Não para promoção pessoal ou para o presidente ameaçar e desrespeitar os demais poderes constituídos. Infelizmente, ele está em campanha permanente e não governa o país.
Enquanto isso, no mundo real, longe dos delírios totalitários de Bolsonaro, a inflação, a fome e a miséria estão de volta e o Brasil segue sem perspectivas.”
O ato que celebrou o 199º aniversário da Independência do Brasil, foi realizado nesta terça-feira, em frente ao Palácio do Campo das Princesas
Em comemoração ao 199º aniversário da Independência do Brasil, o governador Paulo Câmara (foto) comandou, na manhã desta terça-feira (07.09), uma cerimônia no Palácio do Campo das Princesas, onde rememorou os valores do 7 de Setembro. Acompanhado do desembargador Fernando Cerqueira, presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), e do general de Exército Richard Fernandez Nunes, comandante militar do Nordeste, o chefe do Executivo estadual fez o hasteamento das bandeiras do Brasil, de Pernambuco e da insígnia do Governo.
“Estamos próximos de iniciar as comemorações do bicentenário da Independência do Brasil. Uma ação importante que o povo brasileiro lutou por liberdade, democracia e por direitos que cheguem a todos. É uma luta incansável, no qual precisamos estar sempre atentos às reivindicações para que possamos fazer do nosso Estado e do nosso país, um lugar cada vez mais justo e melhor de se viver”, destacou Paulo Câmara.
Também estiveram na solenidade os secretários estaduais Humberto Freire (Defesa Social) e Gilberto Freyre Neto (Cultura); o chefe da Casa Militar do Estado, coronel PM Carlos José; o brigadeiro-do-ar César Farias Guimarães, comandante do Comando Aéreo do Nordeste; o capitão-de-mar-e-guerra Cássio Santos, comandante do Hospital Naval do Recife; o capitão-de-mar-e-guerra Márcio Rebello, capitão dos Portos de Pernambuco; os comandantes gerais da Polícia Militar de Pernambuco, coronel José Roberto de Santana, e do Corpo de Bombeiros, Rogério Coutinho; o chefe da Polícia Civil, Nehemias Falcão; e a gerente geral da Polícia Científica, Sandra Santos; além do deputado estadual Aluisio Lessa, representando a Assembléia Legislativa.
Ao utilizar a palavra calote (dívida que não foi paga por falta de vontade ou por má-fé) destaco não dívidas monetárias, mas promessas, e acordos assinados não cumpridas do (des)governo Bolsonaro feitas junto a órgãos internacionais, no contexto da emergência climática que o mundo vive e enfrenta.
Ao indicar um conhecido inimigo do meio ambiente, e negacionista da causa climática para ministro do meio ambiente, já se sabia o que estava por vir. Só não se esperava que o país fosse atirado ao limite, tornando-se um pária e desacreditado junto à comunidade nacional e internacional.
Bem vamos aos fatos. Na principal reunião mundial ocorrida em dezembro de 2015 sobre o clima, o Brasil subscreveu o que ficou conhecido como o Acordo de Paris, tratado no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU). Foram definidas metas voluntárias dos países para a redução de emissão de gases do efeito estufa (chamada de Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, em inglês), principal responsável pelo aquecimento global. O objetivo era conter o aquecimento, assegurando que o aumento da temperatura média global não ultrapassasse 2 °C em relação aos níveis pré-industriais — preferencialmente, o limite deveria ser de 1,5 °C.
Em dezembro de 2020, o Acordo de Paris completou cinco anos, e todos os países signatários tiveram que apresentar novas versões dos compromissos assumidos (NDC) de 2015 que eram, no caso do Brasil, reduzir em 43% as emissões até 2030 e de chegar em 2025 com redução de 37%, ambas em relação aos níveis de emissões de 2005. Significava emitir 1,2 bilhões de toneladas de gases até 2030, e 1,3 bilhões de toneladas até 2025. Além do Brasil assumir a redução do desmatamento da Floresta Amazônica.
A nova NDC apresentada pelo (des)governo Bolsonaro reduziu os esforços do país em cortar as suas emissões permitindo inclusive, que o país chegue em 2030 emitindo mais do que o que havia sido prometido há cinco anos atrás. Além de nada falar sobre reduzir o desmatamento. Esse tipo de comportamento, viola as regras do Acordo de Paris, que afirma que os países não podem retroceder em suas metas de emissões. O Brasil, portanto, retroagiu em uma agenda que, inclusive, já esteve na liderança.
Ao invés de apresentar metas mais ambiciosas, o Ministério do Meio Ambiente apresentou duas novas metas – a de emissões até 2025 e uma segunda para emissões até 2030 – que na prática permitiriam ao país, emitir até 2030, 400 milhões de toneladas a mais de gases do efeito estufa do que o previsto na meta original. A nova meta, com o mesmo percentual de redução, permitiria o Brasil emitir 1,6 bilhões de toneladas até 2030, e para 2025 as emissões passariam para 1,7 bilhões de toneladas.
O que ficou conhecido como “pedalada climática” foi uma das astucias do ex-ministro Salles que não atualizou a base de cálculo utilizada para calcular as emissões. A base de cálculo utilizada foi a do Segundo Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa, que estimava para 2005, o valor absoluto dos gases emitidos de 2,1 bilhões de toneladas. Na verdade, segundo a versão mais atualizada, a Terceira Edição do Inventário naquele ano, foram emitidas 2,8 bilhões de toneladas. Esta safadeza do ministro foi detectada tanto pelo Observatório do Clima, como pelo Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais da UFMG, corroborada por várias organizações ambientalistas. Nesta nova proposta nada foi mencionado sobre a redução do desmatamento da Floresta Amazônica.
A desfaçatez não parou por aí. Em abril de 2021 o novo presidente eleito dos EUA, Joe Biden, convocou uma cúpula para discutir o Clima no Planeta, convidando 39 líderes mundiais. E assim marcar o retorno oficial deste país ao Acordo de Paris, já que sob o governo anterior de Trump tinha saído do Acordo.
Nesta ocasião o governo brasileiro enviou uma carta ao presidente Biden comprometendo acabar com o desmatamento ilegal no Brasil até 2030, desde que houvesse investimento internacional. Já para zerar as emissões de carbono até 2050, outra meta assumida, a estimativa do governo brasileiro é que precisaria de 10 bilhões de dólares por ano.
Todavia, o desgaste e o descrédito já eram marcas registrada do (de)governo Bolsonaro, fruto de uma gestão marcada pelo desmatamento recorde da Floresta Amazônica, pelo desmonte dos órgãos de fiscalização, e pelas graves acusações contra o ex-ministro Salles, por tráfico internacional de madeira, patrocinado pela Embaixada Americana no Brasil,.
Os fatos gravíssimos e incontestáveis demonstram o quanto da omissão, e mesmo do incentivo governamental, no mais grave problema ambiental do país, que é redução das queimadas e o desmatamento ilegal da Floresta Amazônica. Em 2015, a taxa de desmatamento era de cerca de 6 mil km². Em 2020, essa taxa praticamente duplicou, ficando em torno de 11 mil km². As emissões do país também aumentaram muito. E até mesmo as promessas feitas pelo país pioraram.
Diante de tanto desprezo e desrespeito ao meio ambiente, e de tanta destruição e ameaças aos biomas ao longo dos últimos anos, não nos parece que o atual (des)governo tenha credibilidade tanto internamente como externamente para continuar com suas promessas mentirosas, ilusórias e não cumpridas. As pressões aumentam a cada dia. E chegamos a uma situação em que os negócios estão sendo afetados pela posição governamental; além obviamente, da saúde e vida das pessoas.
Agora é a crise hídrica e energética que emerge diante da falta de planejamento, de gestão, de interesses escusos permitindo o ganha-ganha das distribuidoras. Nada de São Pedro, como responsável. A falta de investimentos para as energias renováveis, a diversificação da matriz elétrica com fontes renováveis, são verdadeiramente decisões não tomadas que levaram à crise atual.
As sucessivas escolhas dos recentes governos na área energética proporcionaram ao consumidor, tarifas mais caras (a 2º maior do mundo, por kWh consumido), uso de fontes não renováveis (derivados de petróleo nas termelétricas) emissoras de gases de efeito estufa. Decisões equivocadas, nos levaram a insegurança energética e possível desabastecimento.
Já passou a hora de nos livrarmos de um desgoverno que tanto mal provocou e provoca a sociedade brasileira. Xô Bolsonaro.
Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco*
7 de Setembro, data Magna da Independência do Brasil !
O “Dia da Pátria” bem que deve ser comemorado por nossos patrícios como algo importante do ponto de vista político e histórico, igual a todos os países do mundo- inclusive os de regimes totalitários. Devemos enaltecer e continuar defendendo a liberdade, a democracia e, sobretudo, a paz social. É preciso que encaremos e respeitemos esta data sem recorrer ao discurso azedo de um punhado de pessoas que se acham no direito de tripudiar a Lei Maior do nosso País e incorrer em atos irresponsáveis e eleitoreiros. É ridículo exigir democracia apelando – de forma aberta e escancarada, por ações nefastas e negacionistas que tendem a empanar a cruel realidade que enfrentamos com o empobrecimento das famílias de trabalhadores desempregados, que hoje estão na “rua da amargura”, sem condições de comprar um botijão de gás e pagar o aluguel de casa. Exigir liberdade de expressão com agressões à própria Constituição Federal é NEGAR seriedade e respeito à maioria dos nossos compatriotas “sem eira nem beira”. No grupo do “faz de conta” exige-se até que os Poderes Legislativo e Judiciário sejam extintos, tamanha é a falta de seriedade e de interesse público. Eles defendem a liberdade de expressão que “perdeu o rumo da prosa” e transformou-se de repente em um mote que aponta para agressão fácil, generalizada, defendida por pessoas que se transformaram em “massa de manobra”; que seguem como “cego em tiroteio” a uma ordem de quem não demonstra a mínima preocupação com quem sofre por falta de comida, saúde e educação. Querem transformar o Brasil em uma republiqueta de quinta categoria, na base do grito, da chacota e tem como ponto de partida uma tal de “motociata domingueira” , que só serve para fazer barulho nas ruas de cidades simples do interior, cujas famílias precisam de abastecimento de água, saneamento, emprego e renda. Imaginem só: querem transformar a motociata e um “programa de governo”. Perai, “parem o andor que o santo é de barro” (Machado Freire )
1 – Constituição brasileira: Liberdade de expressão – Inciso IX – Artigo Quinto
https://www.politize.com.br/artigo-5/liberdade-de-expressao/ Terça-feira 7 de setembro de 2021. Dia da Pátria. Dia da Independência do Brasil.
2 – Manifestantes pressionam e conseguem acesso à Esplanada dos Ministérios no Distrito Federal. Bolsonaristas retiraram, ontem à noite, barreiras e entraram na Esplanada sem resistência da polícia.
3 – Presidente Bolsonaro muda marco da internet. Presidente assina MP – Medida Provisória – que cria barreiras para o cancelamento ou suspensão de contas nas redes sociais.
4 – Presidente da Associação Nacional de Entidades Representativas de Policiais Militares e Bombeiros Militares (Anermb), sargento Leonel Lucas afirmou que uma grande quantidade de militares já informou que irá a algum protesto a favor do presidente hoje. A entidade é a maior do país e representa policiais e bombeiros militares, englobando 58 entidades em 24 estados, com 286 mil associados. Efetivo da Polícia Militar é 14% maior que o das Forças Armadas no Brasil.
Jornalista Ivan Maurício
Ministro de Minas e Energia afirma que crise hídrica não será resolvida em 2021. ‘Nossos reservatórios estão em níveis baixos e ficarão ainda mais baixos até o fim do ano’, disse o ministro Bento Albuquerque.
Arroz e feijão passam a ser isentos de ICMS no Estado do Rio Janeiro. Medida visa a deixar alimentos mais baratos.
Presidente da Petrobras, pernambucano Joaquim Silva e Luna, publicou artigo informando que o custo do litro de gasolina é de 2 reais e o resto imposto.
Governo federal reduziu, ontem, de 13% para 10% a adição de biodiesel no diesel. É mais uma tentativa de reduzir o preço do diesel, já que a soja, principal matéria-prima do biodiesel, subiu muito recentemente. O lado negativo da medida é elevar a poluição.
PODCAST DO JORNALISTA IVAN MAURÍCIO COM AS NOTÍCIAS MAIS IMPORTANTES DO DIA. TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA FICAR BEM INFORMADO
O SUPREMO DA CORTE
Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou prender Márcio Giovani Nique, conhecido nas redes sociais como Professor Marcinho e simpatizante do presidente Bolsonaro. Prisão preventiva foi solicitada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e referendada pelo magistrado. Professor Marcinho foi preso em Santa Catarina.
Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou o bloqueio de saques da conta bancária da Aprosoja (Associação Nacional dos Produtores de Soja), por suposto financiamento de atos violentos no 7 de Setembro. Alexandre de Moraes atendeu um pedido da PGR (Procuradoria Geral da República). Segundo a decisão, o bloqueio vale até amanhã. Brasil é o maior produtor e exportador de soja do mundo.
Alexandre de Moraes autoriza prisão de ex-PM que o ameaçou. Ministro do STF também autorizou buscas contra o prefeito de Cerro Grande do Sul (RS), Gilmar Alba (PSL).
OS SUPREMOS DA CORTE
Ministro Luís Fux, do STF, manda Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul retirar bandeira do Brasil Império hasteada na sede do tribunal. Segundo Tribunal de Jusriça de Mato Grosso do Sul, hasteamento da bandeira é uma homenagem aos 200 anos da Independência do Brasil, que será comemorado em 2022.
“A corda foi muita esticada, e foi esticada de ambos os lados. Penso que o Judiciário também esticou a corda”, disse, ontem, o ex-ministro do STF Marco Aurélio Melo. Marco Aurélio voltou a chamar de “natimorto” o Inquérito das Fake News e ressaltou que o país não está “melhor” com as providências que estão sendo tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
CENSURA
Depois de realizar uma live com o caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, alvo de um mandado de prisão expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o jornalista Oswaldo Eustáquio teve sua conta no Twitter e seu canal no YouTube bloqueados, em mais uma ação que coloca em xeque a liberdade de expressão no Brasil.
Rússia, bloqueou, ontem, um site ligado a Alexei Navalny, principal opositor do presidente Vladimir Putin.
LEGADO DA COPA
Governo do Estado vai gastar mais de R$ 100 milhões com manutenção da Arena Pernambuco nos próximos 3 anos.
Estiagem em Pernambuco. Governador Paulo Câmara decreta estado de emergência em 55 cidades de Pernambuco. 55 prefeitos poderão comprar sem licitação.
Na madrugada de ontem, ao menos 15 criminosos estiveram no aeroporto de Aquidauana, em Mato Grosso do Sul, e roubaram três aeronaves, uma delas pertencente ao cantor Almir Sater. Cada avião roubado está avaliado em cerca de R$ 650 mil. Ação da quadrilha durou cerca 30 minutos.
Pelé confirma que retirou tumor no cólon. Atleta do Século está na UTI, mas se recupera bem e deve ser transferido para um quarto hoje.
Ana Maria Braga renova contrato com a Globo e fica na emissora até 2025.
Morreu ontem o arquiteto José Luiz da Mota Menezes alagoano radicado em Pernambuco. Foi presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Pernambuco, integrante da Academia Pernambucana de Letras e professor da Universidade Federal de Pernambuco. Lutava contra um câncer.
Jean-Paul Belmondo, um dos maiores atores do cinema francês, morre aos 88 anos. Belmondo ficou conhecido por filmes dirigidos por Jean-Luc Godard como ‘Acossado’.
FRAUDE
Ministério Público Federal defende penalidade de empreiteira acusada de fraudar licitação da refinaria de Abreu e Lima.
CORRUPÇÃO
Justiça Federal do Distrito Federal, trancou uma ação penal contra o ex-presidente Lula. Petista era acusado, mais uma vez, de corrupção por ter recebido vantagens indevidas para influenciar no aumento de uma linha de crédito da Odebrecht no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para investimentos em Angola, segundo O Globo. A investigação, batizada de Janus II, teve início em 2016, como um desdobramento da Lava Jato.
ECONOMIA
Relatório do Boletim Focus, do Banco Central divulgado, ontem, Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro fechará 2021 com uma alta de 5,15%. Projeção é menor do que a estipulada na semana passada, de 5,22%. Inflação oficial do país, aponta uma elevação de 7,27% para 7,58% ao final deste ano — foi a 22ª semana consecutiva em que o indicador foi elevado.
Brasileiro está se endividando até para comprar comida, diz Confederação Nacional do Comércio. Pesquisa mensal sobre endividamento das famílias feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra novo recorde no número de endividados para o mês de agosto: 72,9%.
Varejo de São Paulo cresce 17,19% em agosto.
Poupança registra saída líquida de R$ 5,47 bilhões em agosto. Resgate foi o maior para o mês desde 2015.
Dólar pode cair abaixo de R$ 5 até o fim do ano, avalia Goldman Sachs. Goldman Sachs é um grupo financeiro multinacional, sediado em Nova Iorque fundado em 1869.
COVID EM PERNAMBUCO
Pernambuco registrou, ontem, mais sete mortes e 443 casos de Covid. As sete vítimas fatais tinham doenças preexistentes. Sete falecimentos que entraram para as estatísticas oficiais ontem ocorreram entre os dias 5 de março e 18 de agosto de 2021 – um intervalo de 184 dias.
COVID NO BRASIL
Brasil registra menores médias de mortes e casos desde dezembro. País registrou, ontem, média de 605 óbitos e 21.093 novos casos e mais de 19,8 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid.
Jogador de futebol Jairzinho, o furacão campeão de Copa do Mundo de 1970, recebe alta após se recuperar da Covid-19.
Após Covid, cantor e compositor Erasmo Carlos tem alta e já está em casa no Rio de Janeiro.
COVID NO MUNDO
Chile aprova uso emergencial da CoronaVac em crianças maiores de 6 anos.
AGORA AS BOAS NOTÍCIAS
SOBRE O COMBATE AO CORONAVÍRUS
Foram aplicadas em Pernambuco 8.406.070 doses de vacinas contra a Covid-19.
63,23% da população tomou a 1ª dose. Brasil está na frente dos Estados Unidos na aplicação da primeira dose da vacina contra a Covid.
Dias melhores virão. Com certeza.
Até amanhã bem cedinho. Se Deus quiser.
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