João Campos é reeleito prefeito do Recife com votação recorde

07/10/24
João Campos vota no Recife — Foto: Wilson Castro/W9 Press/Estadão Conteúdo

João Campos vota no Recife — Foto: Wilson Castro/W9 Press/Estadão Conteúdo

Com 100% dos votos apurados, às 20h20, foram computados 725.721 votos para João Campos, ou 78,11% dos válidos, a maior votação para a prefeitura do Recife entre todas as 11 eleições realizadas na cidade, desde o retorno do voto direto para o cargo, em 1985.

Confira abaixo o resultado da eleição

Resultado da eleição para prefeito do Recife — Foto: g1

Resultado da eleição para prefeito do Recife — Foto: g1

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até o pleito anterior, em 2020, a maior votação pertencia ao ex-prefeito Geraldo Julio (PSB), que foi reeleito no 2º turno em 2016 com 61,30% dos votos válidos.

Completam o top 5 o próprio prefeito João Campos em sua primeira vitória, no 2º turno de 2020, com 56,27% dos votos válidos; o ex-prefeito João Paulo (PT), ao ser reeleito no 1º turno de 2004 com 56,11% dos votos válidos; e o ex-prefeito Jarbas Vasconcelos (MDB), eleito no 1º turno de 1992 com 52,72% dos votos válidos.

Jarbas Vasconcelos (PSB) em turno único de 1985: 35,20% (149.937 votos)

'Tenho certeza de que meu pai está muito orgulhoso', diz João Campos após ser reeleito prefeito do Recife

‘Tenho certeza de que meu pai está muito orgulhoso’, diz João Campos após ser reeleito prefeito do Recife

João Campos é o terceiro prefeito reeleito na história do Recife. O primeiro foi João Paulo (PT), em 2004. Em 2016, Geraldo Julio (PSB) também conseguiu a reeleição. Apenas Roberto Magalhães (à época, no PFL), tentou e não conseguiu ser reeleito, em 2000.

Na chapa de João Campos, o Recife elegeu também Victor Marques (PCdoB) como vice-prefeito. Chefe de gabinete do prefeito no primeiro mandato, Victor é estreante nas urnas e amigo pessoal de Campos.

Sua filiação a um partido político foi feita perto do fim do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral após uma longa disputa, nos bastidores, pelo posto. O PT, partido aliado de João Campos, pleiteou a vaga.

Quarto mandato consecutivo do PSB

A reeleição de João Campos amplia a hegemonia do PSB no Recife e atinge um ineditismo: quatro mandatos eleitos de maneira consecutiva na cidade. Antes de Campos, Geraldo Julio (PSB) foi eleito em 2012 e reeleito em 2016. Antes disso, o melhor desempenho era do PT, que tinha vencido três eleições seguidas com João Paulo (2000 e 2004) e João da Costa (2008).

Contabilizando a eleição de Jarbas Vasconcelos para a prefeitura em 1985 pelo PSB, o partido tem o maior número de vitórias na capital pernambucana após a redemocratização: cinco vezes. Antes do período da ditadura militar (1964-1985), o PSB também venceu as eleições municipais do Recife com Pelópidas da Silveira, duas vezes, em 1955 e 1963.

Perfil

Prefeito do Recife desde janeiro de 2021, João Campos tem 30 anos e é engenheiro civil. É filho do ex-governador Eduardo Campos e bisneto do também ex-governador Miguel Arraes, ambos já falecidos. Entrou na política como chefe de gabinete do ex-governador Paulo Câmara (sem partido), em 2016.

Em 2018, se elegeu deputado federal com votação recorde de mais de 460 mil votos. Deixou o mandato após dois anos para assumir a prefeitura. Quando assumiu, aos 27 anos, se tornou o mais jovem prefeito de uma capital brasileira.

A Frente Popular do Recife, da qual João Campos foi candidato à reeleição, é liderada pelo PSB e tem o apoio da federação composta pelo PT, PCdoB e PV e dos partidos União Brasil, Republicanos, MDB, Solidariedade, Avante, Democracia Cristã, Agir e PMB.

Campanha

A eleição de 2024 entra para a história como a menos acirrada do Recife após a redemocratização. O favoritismo do prefeito João Campos marcou a campanha e foi sentido ainda nas primeiras pesquisas. O candidato ficou acima dos 70% das intenções de voto em todos os levantamentos do Datafolha e do Quaest divulgados pela TV Globo a partir de julho.

Com o início oficial da campanha eleitoral, em 16 de agosto, o cenário não foi alterado e o prefeito manteve a dianteira nas pesquisas que não indicaram, em nenhum momento, possibilidade de um 2º turno.

A eleição de 2024 teve, ao todo, três debates no Recife. O primeiro deles, na Associação dos Docentes da UFPE (Adufepe), na Zona Oeste, não contou com a presença de João Campos, que faltou. Na última semana da eleição, houve debate com os cinco candidatos de partidos com representação no Congresso Nacional, na TV Jornal e na TV Globo, que fez o último encontro do pleito.

Nas ruas, a campanha teve como uma das principais marcas os windbanners, cavaletes feitos com tecido e com uma estrutura semelhante a birutas, comuns em postos de combustível. João Campos chamou atenção ao lançar “santinhos colecionáveis”. Nas redes sociais, a mistura de ritmos marcou os jingles divulgados pelos candidatos.

Propostas

Durante as eleições, o prefeito João Campos propôs a triplicação de vagas na rede de creches do Recife. Ele também prometeu entregar cinco complexos educacionais para expandir a rede de ensino integral.

Na saúde, o prefeito disse que vai construir um centro de diagnóstico por imagem no Centro do Recife com capacidade de realizar 350 mil exames por ano. Na área da segurança, João Campos prometeu que vai armar o Grupo Tático Operacional (GTO) da Guarda Municipal e que vai equipá-lo com câmeras corporais.

O prefeito prometeu ainda, durante a campanha, a construção de um parque no bairro do Ibura, além da duplicação da ladeira da Cohab, ambos na zona sul. Como medida para o enfrentamento à crise climática, o gestor prometeu a criação de parques alagáveis nas margens dos rios, para que a água seja absorvida por essas estruturas, evitando enchentes, começando pelo rio Tejipió.

Entre outras promessas de campanha do PSB, estão ainda a construção de uma nova ponte, conectando os bairros do Cordeiro, na Zona Oeste, ao de Casa Forte, na Zona Norte. João Campos disse também que pretende perdoar dívidas de imóveis vinculados a uma nova atividade na edificação, além de ampliar em seis vezes o número de postes de iluminação pública na orla de Boa Viagem, na Zona Sul da cidade.

Riva Bezerra, do PSD, é a nova prefeita de Cedro

07/10/24

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Riva Bezerra, do PSD, foi eleita neste domingo (6) prefeita de Cedro (PE) para os próximos quatro anos. Ao fim da apuração, Riva Bezerra teve 3.959 votos, 50,49% dos votos válidos (dados a todos os candidatos).

Confira o resultado do 1º turno em Cedro após a apuração:

  • Riva Bezerra (PSD): 3.959 votos, 50,49% dos votos válidos
  • Marly de Neguinho (MDB): 3.882 votos, 49,51% dos votos válidos

A eleição em Cedro teve 8.130 votos totais, o que inclui 82 votos brancos, 1,01% dos votos totais, e 207 votos nulos, 2,55%.

A abstenção foi de 1.952 eleitores, 19,36% do total de aptos a votar nas eleições 2024 na cidade.

Quem é Riva Bezerra

Riva Bezerra tem 59 anos, é divorciada, tem superior completo e declara à Justiça Eleitoral a ocupação de empresária. Ela declarou um patrimônio de R$ 940.311,83.

O vice-prefeito eleito em Cedro é Antonio Leite, do REPUBLICANOS, que tem 57 anos.

Os dois fazem parte da coligação CEDRO PRA FRENTE, formada pelos partidos PSD e REPUBLICANOS.

Mucio Angelim é o novo prefeito de Parnamirim

07/10/24

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Múcio Angelim Nivaldo Parnamirim

Parnamirim (PE): Múcio Angelim (PP) foi eleito prefeito da cidade para o próximo mandato.   O candidato do PP  foi  eleito com 55,11% dos votos válidos e 8.421 votos recebidos.

A eleição neste município já está decidida  e o atual prefeito , Nininho Carvalho, que se encontra inelegível foi derrotado nas urnas.

 

 Xicão Tavares é eleito prefeito de Verdejante

07/10/24

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Eleição gera nova divisão de forças entre Raquel Lyra e João Campos Por

07/10/24

Por JC

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Foto: reprodução

eleição deste domingo (6) mexeu nas cadeiras partidárias de Pernambuco e colocou em evidência um duelo entre o grupo da governadora Raquel Lyra (PSDB) e do prefeito do Recife João Campos (PSB), eleito com ampla vantagem na capital, como era esperado.

A gestão estadual tinha certeza de que elegeria 80 prefeitos aliados nessa eleição. Ou seja, a expectativa de Raquel era ter 43% dos 184 municípios pernambucanos no ciclo que começa em janeiro.

Contudo, o grupo encerrou o domingo com uma grata surpresa: com 100% das urnas apuradas, os partidos que integram a base governista contabilizaram 90 cidades vitoriosas. Ou seja, o resultado saiu melhor que a encomenda e a governadora conseguiu demonstrar força política em grande parte do Estado.

Por outro lado, siglas da base aliada de João Campos conseguiram 89 municípios do Litoral ao Sertão, um a menos que a gestão estadual. Com uma diferença mínima, os números mostram que a polarização gerada entre os Executivos pode ser um prenúncio do que virá em 2026.

Outras cinco cidades pernambucanas tiveram como eleitos candidatos cujos partidos ficaram divididos no pleito e não tiveram apoios explícitos, completando a soma dos 184 municípios do Estado.

O PSDB de Raquel Lyra, que tinha cinco prefeituras ao final das eleições municipais de 2020 — incluindo a própria gestora, então prefeita de Caruaru —, conseguiu ampliar a presença no Estado e agora lidera o ranking partidário, com 32 cidades. O crescimento foi de 540% em quatro anos.

O PSB de João Campos, que tinha 53 prefeitos em 2020, registrou uma queda considerável, de 41%, e ficou com 31 no pleito deste ano. (Veja o ranking completo dos partidos ao final desta matéria).

Grande Recife

Na Região Metropolitana do Recife, a eleição foi marcada por embates diretos entre candidatos apoiados pela governadora e pelo prefeito da capital. A tucana acumulou vitória em quatro cidades, sendo três delas com candidatos do seu PSDB e uma do Partido Progressista de Eduardo da Fonte.

Em Igarassu, o PSDB de Raquel reelegeu Professora Elcione num embate direto com Miguel Ricardo (Republicanos), filho do deputado estadual Mário Ricardo, que contava com apoio de João Campos. A atual prefeita teve 58,06% dos votos.

Itapissuma, por sua vez, elegeu Júnior de Irmã Teca (PSDB), com 57,78%, frente aos 41,22% de Cal Viola, do PSB de João Campos.

Na Ilha de Itamaracá, o tucano Paulo Galvão somou 6.849 votos (47,32%) e derrotou Paulo Batista (Republicanos), com 6.194 (42,80%), que tinha apoio de nomes ligados ao PSB de João, como o senador petista Humberto Costa e o ministro Silvio Costa Filho (Republicanos).

Raquel também elegeu seu candidato na cidade de Moreno, onde Edmilson Cupertino (PP) somou 71,75% e derrotou Nino de Enoque (PL) e Aninha Araújo (PSB).

Jaboatão dos Guararapes, por sua vez, tinha um cenário especial. A cidade reelegeu Mano Medeiros (PL) no primeiro turno. O atual prefeito bateu Clarissa Tércio (PP), que embora integrasse o partido de Eduardo da Fonte, não contou com apoio da governadora. O nome do PL também bateu Elias Gomes (PT), que tinha apoio de João Campos e ficou em terceiro.

As vitórias do grupo de João na RMR

Além do Recife, onde se sagrou vitorioso com folga e colocou o candidato de Raquel, Daniel Coelho (PSD), na quarta posição, o PSB fez mais duas cidades: Abreu e Lima e São Lourenço da Mata. Esta última registrou a maior vantagem na RMR, com Vinícius Labanca somando 88,39% dos votos contra Jairo Pereira, do PSDB da governadora, que ficou com 11,61%.

Em Abreu e Lima, Flávio Gadelha teve 68,81% do eleitorado frente a Dr. Marquinhos, também tucano, que teve 29,43%.

O Republicanos, que integra a Frente Popular do Recife, elegeu Diego Cabral, em Camaragibe, em cima de Jorge Alexandre (Podemos), e Carlos Santana, em Ipojuca, contra Adilma (PP), ambos partidos que integram a base do governo.

Outro aliado do campo socialista eleito neste domingo foi Lula Cabral (Solidariedade), que, mesmo com candidatura sub júdice, bateu Keko do Armazém (PP), que tinha Raquel no palanque, no Cabo de Santo Agostinho.

Em Araçoiaba, Jogli Uchoa, do PSD, partido aliado do governo, venceu a eleição somando 66,15% com apoio de nomes do grupo de João Campos, como a senadora Teresa Leitão (PT) e Silvio Costa Filho.

Segundo turno de embates diretos

Nas duas cidades pernambucanas em que haverá segundo turno, a disputa ocorre entre um nome da governadora e outro apoiado pelo prefeito do Recife.

Em Olinda, Vini Castello (PT), com apoio do PSB, teve 38,75% e vai enfrentar a candidata de Raquel e de Lupércio, Mirella Almeida (PSD), que ficou em segundo lugar, com 30,02%. A diferença entre eles foi de 18 mil eleitores.

Em Paulista, a disputa para a segunda etapa ficou entre Ramos, do PSDB de Raquel, e Junior Matuto, do PSB de João. O candidato governista ficou na frente, com 44,36%, contra 30,66% do deputado estadual socialista.

Os duelos no interior

Os embates diretos entre os grupos de Raquel e João também se estenderam pelo interior. Em Caruaru, seu reduto eleitoral, a governadora pôde respirar aliviada e elegeu seu ex-vice-prefeito Rodrigo Pinheiro (PSDB), que tinha como principal adversário o ex-prefeito Zé Queiroz (PDT), que, por sua vez, tinha João Campos no palanque.

Em Petrolina, foi o contrário: Simão Durando (União Brasil), aliado da família Coelho, que pulou para o lado de João Campos, bateu o candidato do governo Júlio Lóssio (PSDB).

Já em Garanhuns, outra vitória do PSB. O atual prefeito Sivaldo Albino levou a melhor contra o deputado estadual Izaías Régis (PSDB), líder do governo Raquel na Assembleia Legislativa de Pernambuco, e se reelegeu com amplos 71,37%.

Em Bezerros, os diversos comícios da governadora ao lado da atual prefeita agradaram e ela conseguiu reeleger Lucielle Laurentino (União Brasil), que bateu Vaqueiro Neto de Valmir (PSB).

Veja a lista de prefeitos eleitos por partido em Pernambuco

  • PSDB: 32
  • PSB: 31
  • PP: 24
  • Republicanos: 22
  • PSD: 19
  • MDB: 12
  • União Brasil: 10
  • Avante: 8
  • Podemos: 8
  • PT: 7
  • PV: 5
  • PL: 2
  • PDT: 1
  • Solidariedade: 1
  • PRD: 1
  • PCdoB: 1

Zebra X Leão: Fábio Lisandro derrrota oligarquia da família Sá em Salgueiro

07/10/24

Por Machado Freire

http://blogfolhadosertao.com.br

 

O aliado da governadora Raquel  Lyra, o prefeito eleito  teve uma maioria de 6.103 votos e  fez uma  bancada majoritária de 9 dos 15 representantes do povo na Casa Epitácio Alencar.

 

Fabinho anuncia que governadora entregará mais de 600 escrituras públicas a moradores do bairro Cohab nessa quarta-feira

 

Esta segunda-feira (7 de outubro)  pode ser considerada   o dia da maior  ressaca política da história de Salgueiro, mais importante  colégio eleitoral do Sertão Central, com a   a vitória  de mais de 6 mil votos  na disputa entre a zebra e o leão, onde o atual prefeito, Marcones Libório de Sá (PSB)   foi derrotado  pelo oposicionista  Fábio Lisandro de Barros – Fabinho, do PRD (foto).

Não foi apenas a vitória do azul contra o amarelo,  nem  a derrota  sofrida pela zebra: foram as duas coisas, gerando um fato que entrou para a história como a algo que marcou o fim da supremacia de um grupo político que contava  mais de  duas décadas no poder: a ex-prefeita Creuza Pereira teve três mandatos,  e o atual prefeito (derrotado), Marcones Libório de Sá,   que tentava  a segunda reeleição.

Fabinho Lisandro, com origem no distrito de Umãs  havia  saído de duas derrotas para a Assembleia Legislativa de Pernambuco e contava apenas com o irmão Flávio Barros,   representando o grupo  no segundo  o mandato de vereador, não tendo conseguido  reeleição.  Ele precisava de apenas 6 votos pra renovar o mandato.

O triunfo  da oposição tem um significado muito importante:     além da maioria histórica  6.103 votos , o novo grupo   comandará  o Executivo e o Legislativo,  algo  que Marcones Libório não conseguiu ao longo de sua carreira política, como vereador, vice prefeito e gestor por três mandatos.  E como diz o poeta, “o sonho acabou”.

Quem deve estar doido para ver o sonho virar  realidade – a partir de janeiro de 2025, é Fábio Lisandro,  que  não se cansou de dizer na campanha que  queria uma oportunidade para administrar o município que “tem potencial” e podia ser comparado a um “gigante adormecido”.

Mas como  todo mundo tem o direito de sonhar (e  ver o sonho virar realidade), Fabinho  deve “deixar a poeira baixar” e convencer seus  aliados  mais próximos  que  nada pode ser feito como “num passe de mágica”,  e para a máquina andar é preciso ser muito bem azeitada e conduzida  com base  na realidade.

Que tal, por exemplo,  uma consulta à governadora Raquel Lyra, para saber como conseguir recursos dos tesouros estadual e federal, para viabilizar  uma série de projetos ?   Mas  é preciso que os aliados do futuro governo, chamado pelo grupo vitorioso de “próximo prefeito”,  tenham muita prudência, competência e seriedade na condução da coisa pública.

E o contador profissional Fabinho Lisandro sabe muito bem que “apurado não é lucro” e que é permitido  “sonhar acordado”, mas é preferível acordar para não ter que conviver a vida inteira com “um sonho de uma noite de verão”.

Os números:   Fabinho Lisandro  obteve 19829 votos (58,42%),  contra 13.723 (40,43%),  e Antonio Rocha do Mobiliza, foi lembrado plor 388 eleitores (1,14%). Foram computados 953 votos nulos, 483 votos em branco e  uma abstenção  de 7.497 votos, ou 17,49%.

 

Vereadores eleitos em Salgueiro:

 

Eduarda Sampaio (REPUBLICANOS) – 1.804 votos – 5,31%
Léo Parente (PRD) – 1.216 votos – 3,58% (reeleito)
Professor Agaeudes (REPUBLICANOS) – 1.160 votos – 3,41% (reeleito)
Sávio Pires (PRD) – 1.142 votos – 3,36%
Zé Carlos (REPUBLICANOS) – 1.135 votos – 3,34%  (reeleito)
Mael do Divino (REPUBLICANOS) – 1.077 votos – 3,17%
Eliane Alves (PSB) – 1.073 votos – 3,16% (reeleita)
Henrique Leal Sampaio (PSD) – 956 votos – 2,81% (reeleito)
Veronaldo Gonçalves (PSB) – 876 votos – 2,58%
Mariano Barros (PSB) – 854 votos – 2,51% (reeleito)
Baldin (PRD) – 811 votos – 2,39% (reeleito)
Paizinha Patriota (PSD) – 783 votos – 2,30%
Tiago Arraes (MDB) – 747 votos – 2,20%  (reeleito)
Pitel (MDB) – 681 votos – 2,00%
Cleber Freitas (PP) – 586 votos – 1