Granito inaugura hoje Campeonato Masculino de Futsal

14/04/22

Ascom PMG

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Começa  hoje, a partir  das 16 horas,  na quadra poliesportiva Evandir Marcelino Valões, o campeonato municipal de futsal masculino, promovido pela Prefeitura Municipal de Granito em mais uma ação importante da secretaria de Cultura, Esporte, Turismo, Mulher e Lazer.

O certame é  por demais  importante  no apoio  os desportos, e contribui fortemente  para  movimentar a cidade, trazendo divertimento e lazer, de modo especial para a juventude.

De parabéns a atual gestão municipal, os atletas e o município de Granito que dá exemplo de organização e compromisso com a inclusão social através do esporte.

 

Trafico de influência ? Empresário confirma à PF que pagou reforma de escritório de Renan Bolsonaro

14/05/22

O Globo

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Em depoimento, Luís Felipe Belmonte disse que ‘o fato de ser filho do presidente é irrelevante’; filho do presidente nega qualquer irregularidade
Jair Renan Bolsonaro, acompanhado pelo advogado Frederick Wassef, comparece à PF em Brasília para depor no caso de tráfico de influência Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo
Jair Renan Bolsonaro, acompanhado pelo advogado Frederick Wassef, comparece à PF em Brasília para depor no caso de tráfico de influência Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo
BRASÍLIA  — O empresário Luís Felipe Belmonte confirmou à Polícia Federal que pagou R$ 9,5 mil para reformar um escritório em Brasília usado por Renan Bolsonaro, filho “Zero Quatro” do presidente Jair Bolsonaro. O depoimento foi prestado no inquérito que apura suspeita de tráfico de influência de Renan Bolsonaro junto ao governo federal. O filho do presidente nega ter praticado qualquer irregularidade.

Luís Felipe Belmonte ficou conhecido por atuar na montagem do partido Aliança para o Brasil, que abrigaria Bolsonaro. O projeto de criação da legenda, contudo, naufragou. Depois disso, o empresário se tornou dirigente do PSC no Distrito Federal. Em depoimento, ele disse à PF que o pedido de contribuição financeira para uma obra de melhoria em uma sala comercial ocupada pelo filho do presidente foi feito pelo próprio Renan Bolsonaro e pelo personal trainer e então parceiro de negócio Allan Lucena.

Como revelou O GLOBO, a PF teve acesso a mensagens de celular trocadas entre o educador físico e uma arquiteta. Os diálogos indicavam que a dupla buscou empresários para obter pagamentos destinados à montagem do escritório usado por Jair Renan, localizado em um camarote do estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Procurado, o advogado Frederick Wassef, defensor de Renan Bolsonaro, disse em nota que o filho do presidente “não solicitou dinheiro a ninguém, não recebeu um único real de quem quer que seja, não recebeu carro de presente, não atuou para nenhuma empresa, não solicitou que ninguém pagasse nada a ninguém e seu nome foi usado indevidamente” e que “não marcou reunião em nenhum ministerio”. Allan Lucena não se manifestou.

Responsável pela reforma na sala comercial utilizada por Renan Bolsonaro,  a arquiteta Tânia Fernandes confirmou AO GLOBO o recebimento dos recursos de Belmonte.

— Foi isso mesmo. Eu fiz o contrato de reforma do camarote, com o que seria feito, e ele (Belmonte) fez a transferência. Depois, gerei o recibo de pagamento e executei a obra conforme estava planejado. Foi uma reforma simples e rápida. Foi mais pintura geral, um pedaço de parede de gesso, ajustes de elétrica, polimento da pedra que já tinha, instalação de iluminação simples e instalação de um piso flutuante de compensado imitando madeira. Neste orçamento, foi feito o pagamento de materiais e mão de obra. É mais uma maquiagem do local, pois obra mesmo do tipo estrutural, ou alterações não ocorreu.

— No final, prestei contas e gerei o recibo de pagamento, como todo profissional faz. O resto de materais, como mobílias, móveis, painéis, plantas e placa da logo deles, foi de patrocinadores de outras empresas, que foram passadas para mim e eu só defini o tipo, cor e tamanho. A tratativa ou acordos ou não foram comigo. Só defini, mediante catálogos, o que ficava bom lá dentro.

‘Bolsa reforma’:  Arquiteta fala em pedir ajuda para obra em escritório de Jair Renan

Questionado pela PF sobre o pagamento para Renan Bolsonaro, Belmonte afirmou que “já patrocinou diversos atletas e atividades nessa área (esportiva)”, que faz isso desde 2016, porque possui uma empresa do setor. “O fato de ser filho do presidente da República é irrelevante”, disse.

O comprovante de transferência bancária obtido pela PF atesta que o pagamento foi feito à arquiteta Tânia Fernandes. A polícia teve acesso a um áudio enviado por Belmonte. Na gravação, o empresário deixa claro que preferiria que não houvesse geração de nota fiscal para o pagamento.

— Então, a nota fiscal não precisa. Porém, se ela desejar passar, pode passar, sim. Fica a critério dela. Mas não precisa. Tendo o contrato certinho, fica tudo ok  — disse Belmonte, de acordo com a transcrição da PF.

A PF quis saber se o empresário solicitou a Jair Renan a intermediação junto ao governo federal de seus interesses comerciais. Ele respondeu negativamente. Afirmou que não tem nenhum negócio que envolva o poder público e que não houve nenhuma contrapartida ao pagamento. “Não tem nenhum relacionamento com o poder público”, disse. Belmonte ainda disse que, se precisasse falar com Bolsonaro, “trataria diretamente, não seria por intermédio do sr. Jair Renan”.

‘Bolsa móveis’

Mensagens obtidas pela Polícia Federal indicam que empresários foram procurados para pagar obras de reforma em uma sala comercial ocupada por Renan Bolsonaro. Nessas conversas, a arquiteta responsável pela obra chegou a ironizar a busca por patrocinadores e disse que pediriam “bolsa móveis e bolsa reforma”.

Em uma conversa do dia 22 de maio de 2020, Allan disse a Tânia: “Estamos indo já em um patrocinador”. Em seguida, ela respondeu: “Oba, preciso de todos os patrocinadores. Veja as cotas para patrocinar a execução”.

No diálogo, o personal trainer disse que, quando o orçamento da reforma estivesse finalizado, seria mais fácil montar as cotas de patrocínio para oferecer aos empresários. “Cota eletrônicos. Cota móveis. Cota reforma. Kkkkkk”, escreveu ele.

Em tom de deboche, Allan afirmou que esses pedidos poderiam vazar para a imprensa e gerar manchetes a respeito do assunto: “Já já sai na mídia. Filho de presidente pede Bolsa Móveis”.

Mais:

‘Mil vezes mais fácil’: Arquiteta pediu ajuda de Jair Renan para Bolsonaro receber empresários no Planalto

No Telegram:Conspirações sobre ‘anticristo’ e fraude nas urnas lideram conteúdo em vídeo da extrema direita

PDT sinaliza permanência na Frente Popular: Wolney se reúne com Danilo e Silvio Costa

14/05/22
blog da Folha
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Wlney, Danilo e Silvio Costa Filhos
  —     
Nesta sexta-feira (13), o presidente estadual do PDT, Wolney Queiroz, se reuniu com o pré-candidato ao Governo do Estado, Danilo Cabral (PSB), e o presidente estadual do Republicanos, Silvio Costa Filho. O encontro sinaliza a permanência da sigla pedetista na Frente Popular.

Nesta semana, Wolney deu uma entrevista à Rádio Folha FM 96,7, em que disse ter uma tendência de permanecer na base governista, mas ponderou que ainda precisava passar por conversas sobre o apoio dele ao presidenciável Ciro Gomes, uma vez que a Frente está alinhada nacionalmente com o petista Lula. Por outro lado, o convidado admitiu manter conversas com Marília Arraes, do Solidariedade, e com Miguel Coelho, do União Brasil.

A permanência de Wolney Queiroz na Frente Popular é estratégica. O PSB quer ter uma chapa 100% de esquerda e isso inclui a presença pedetista.

Por eleição, Bolsonaro vai ao Cade contra a Petrobras, que ele mesmo indica o presidente e conselheiros

14/05/22
Por Fernando Castilho-JC Negócios
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Petrobras diz que que não mantém conversas com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre mudanças em sua política de preços

 

ALAN SANTOS/PR
Bolsonaro ataca a politica de preços da Petrobras e diz que aumentos não são de sua responsabilidade – Foto: Alan Santos/PR

Aliás, já fez isso ao orientar que a AGU inicie estudos que possam atuar contra a empresa em processos que já tramitam no Conselho, se aproveitando da existência de demandas em que o Cade questiona a Petrobras por outros motivos, mas que poderiam ser acrescidos de novos questionamentos.

Bolsonaro não está preocupado com as consequências disso para o mercado, ou mesmo para a empresa. O presidente quer um argumento para, junto aos seus apoiadores, dizer  que a Petrobras é a responsável pela inflação.

Ele já vem organizando o esquema junto com o Centrão, cujo senador Ciro Nogueira indicou o novo presidente Alexandre Cordeiro, e que seria o canal para colocar o tema na pauta de julgamentos do organismo.

Uma ação do Governo contra a Petrobras no Cade assusta o mercado. Não pelo fato de a empresa perder o processo. Mas porque isso deixaria claro que o Governo passa a se apropriar das ações do colegiado.

Prejudicaria a reputação do Brasil internacionalmente, e assusta as empresas porque nas disputas, empresas tentam antes de ir à Justiça. E como só cai ao Cade quem é grande, uma suspeita sobre o controle do Cade teria repercussão internacional.

O presidente não está preocupado com isso. Como o aumento dos combustíveis é um dos assuntos em que ele perde apoio, ele decidiu usar a estrutura do governo para atacar formalmente uma empresa controlada pelo governo. O governo tem a maioria dos membros do Conselho de Administração e indica o presidente do conselho e o presidente da empresa.

Na verdade, o presidente tenta se afastar da responsabilidade pelo aumento da inflação.

A ação contra a Petrobras no Cade não é uma questão de combate à inflação, já que está ampliando fortemente as despesas do governo, inclusive, prejudicando a ação do Banco Central. Trata-se de uma tentativa de passar a imagem que a questão Petrobras não é um problema do governo.

A ação do governo foi reforçada pela indicação do novo ministro das Minas e Energia, Adolfo Sachsida, que tomou posse prometendo estudos para privatizar a Petrobras.

O comportamento do novo ministro e as ameaças do presidente em seus pronunciamentos revelam que a petroleira terá que se defender sozinha contra as ações de seu maior acionista e principal beneficiário em termos de dividendos, royalties e participações especiais.

Num comunicado ao mercado, a empresa esclareceu que não mantém conversas com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre mudanças em sua política de preços.

A companhia informa também que não tem conhecimento de achados de infrações à ordem econômica nos processos administrativos em curso no Cade.

PETROBRAS
PLATAFORMAS DO PRE-SAL DA PETROBRAS – Petrobras

E que reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações para cima e para baixo, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato da volatilidade para os preços internos.

Mas a simples menção de uma ação já serviria aos interesses do presidente na campanha. Ele poderia dizer que, sem poder mudar a política de preços, está tentando intervir na empresa através do Cade.

Para isso, os ministros Paulo Guedes e Adolfo Sachsida cuidariam de formatar o discurso em plano econômico, inclusive reformatando a ideia de privatizar a empresa.

Ao menos até agora, as chances de o Governo debater no Congresso uma redução da sua participação no capital da empresa são diminutas.

Ontem, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco – Casa que deve, por lei, analisar uma eventual proposta – disse que “A privatização da Petrobras definitivamente não é uma solução de curto prazo”. Ou seja: este ano, dificilmente algum senador vai destinar um minuto para tratar de privatização da Petrobras.

De fato, o tema privatização não dá um voto a nenhum deputado ou senador da base aliada. Mas os ministros Guedes e Sachsida vão querer ajudar.

Eles podem prejudicar a Petrobras e que a empresa que cuide de se defender sozinha, mas sabem que uma eventual vitória de Bolsonaro nas próximas eleições é a única chance de continuarem nos cargos.

E eles valorizam muito isso.

Ameaçados de despejo por obras da Ferrovia Transnordestina cobram apoio na Alepe

14/05/22

AscomAlepe

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“Uma vez teve uma reunião no DNIT (…), disseram que nós somos invasores. Nós somos invasores por que? Porque a própria ferrovia foi que deu a primeira moradia, (…) ela própria construiu a primeira moradia em Frexeiras, que tem 80 anos. (…) Se a gente é invasor, por que não colocaram fiscais para dizer que a gente não podia? Aí dizem, ‘eles sabiam’. Eu tenho minha casa lá e eu não sabia que eu não podia fazer”.

 

 

Andréa Lúcia da Silva é representante da comunidade de Frexeiras, um distrito de Escada, na Mata Sul. A angústia dela é a mesma de 130 famílias de cortadores de cana e aposentados que vivem na localidade e estão ameaçadas de perder as casas em que vivem há anos, sem qualquer indenização, de acordo com uma decisão transitada em julgado em favor da Ferrovia Transnordestina. O caso dessa e de outras comunidades ameaçadas de despejo foi tema da audiência pública realizada pela Comissão de Cidadania da Alepe, nesta sexta, dia 13.Luana Varejão, do Centro Popular de Direitos Humanos, lamenta que ações judiciais dispersas tratem uma questão de interesse público de forma fragmentada. Segundo um levantamento da entidade, em Pernambuco, a Transnordestina entrou com 141 processos de reintegração de posse contra 1070 famílias, a maioria delas localizada na Mata Sul e na Região Metropolitana do Recife.  O representante da Diocese de Palmares, também na Mata Sul, Lenivaldo Lima, afirmou que, desde 2014, há ações para reintegração de 370 imóveis no município, e os moradores recebem ameaças de demolição por parte de representantes da Transnordestina e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, o DNIT.

Já a representante da Comunidade da Linha, no bairro do Ibura, no Recife, Terezinha Francisca de Jesus, afirmou que as ações judiciais são realizadas de forma separada para enfraquecer a ação coletiva, e relatou que as famílias que lutam pela manutenção da moradia são formadas, em grande parte, por mães, idosos e doentes.

Em nome da Transnordestina Logística, o gerente de Patrimônio, Regulação e Relações Institucionais, Roberto Jorge Vieira, explicou que há duas ferrovias com situações distintas no Estado. Por um lado, existe o projeto inconcluso da nova Transnordestina, que está sendo construída a partir de Salgueiro, no Sertão Central. O gestor argumenta, no entanto, que as famílias em questão residem às margens de uma outra ferrovia, a Tronco Sul. Essa infraestrutura, construída pela antiga Rede Ferroviária Federal, passa por dentro de núcleos habitacionais, está abandonada em vários pontos e foi privatizada em 1997.

Roberto Vieira argumenta que a empresa é obrigada, pelo contrato de concessão, a ingressar com ações de reintegração de posse nas margens da Tronco Sul, o que só poderia ser evitado pelo Governo Federal. “Na verdade, a gente é obrigado a entrar com essas ações por proteção da faixa de domínio. A Ferrovia Transnordestina Logística não tem essa autonomia de usar, gozar e dispor da faixa de domínio como bem entender. (…)  As linhas hoje compõem o Sistema Nacional Ferroviário, e toda linha férrea só pode ser retiradas com (…) o Governo Federal adentrando no assunto e dizendo que aquela malha não compõe mais o Sistema Ferroviário Nacional”.

No mesmo sentido, o supervisor do escritório do Recife da Agência Nacional de Transportes Terrestres, ANTT, Antônio Pereira de Jesus, alegou que cabe à União resolver o problema como uma questão de política pública.

Do ponto de vista jurídico, o defensor público da União, André Carneiro Leão, defendeu a aplicação da medida provisória 2.220 de 2001, que determina o direito de uso daquele que já ocupa imóvel público por pelo menos cinco anos para moradia própria. Ele considerou inadequadas as decisões, por parte do Poder Judiciário, que ignoram esse dispositivo e o direito constitucional à moradia e informou que irá ajuizar uma ação para suspender os processos de reintegração enquanto não há um projeto concluído para uso das ferrovias em questão. Além disso, o direito ao reassentamento das famílias que forem removidas foi defendido pela representante da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, Ana Fabíola Ferreira.

A importância da mobilização comunitária foi enfatizada por João Paulo, do PT, e Carol Virgulino, co-deputada do mandato Juntas, do PSOL. “Temos muito a trabalhar (…), só que vocês têm um papel fundamental, que é acordar (…) Jaqueira, que é acordar Palmares, e que na próxima audiência a gente não caiba nesse plenário”.

A presidente do Colegiado de CidadaniaJô Cavalcanti, do mandato coletivo Juntas, do PSOL, lembrou que o déficit habitacional de Pernambuco é de mais de 326 mil residências, situação que só não é mais grave graças à lei, de autoria própria, que suspende reintegrações, despejos e remoções durante a pandemia. Ela ainda anunciou, como encaminhamentos do encontro, a criação de um Grupo de Trabalho para tratar do tema, com participação de diversas instituições, incluindo o Ministério da Infraestrutura; a apresentação do projeto da nova Transnordestina; e a articulação, junto à bancada federal de Pernambuco, para que seja realizada uma audiência pública sobre o tema na Câmara dos Deputados.

Sport vence Chape e pula para liderança da Série B

14/05/22
William Tavares
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Leão chegou aos 14 pontos, ocupando o topo do torneio, mas ainda pode ser ultrapassado por Bahia e Cruzeiro, que jogam no fim de semana
Juba marcou o gol da vitória do Sport

No aniversário de 117 anos, o Sport recebeu os parabéns, mas foi quem deu o presente ao torcedor. Nesta sexta (13), contra a Chapecoense, na Arena Condá, o Leão venceu por 1×0, pela Série B do Campeonato Brasileiro 2022. O “Dia Divino” daria orgulho a Guilherme de Aquino. Afinal, o resultado fez a equipe encerrar o dia na liderança da competição, com 14 pontos. Bahia e Cruzeiro ainda podem ultrapassar os pernambucanos no fim de semana. Mas, até lá, o topo será vermelho e preto.

Depois da Ilha do Retiro, o estádio preferido de Luciano Juba deve ser a Arena Condá. Foi lá que, no ano passado, o meia marcou um dos gols mais bonitos da carreira, na vitória leonina por 1×0 perante a Chapecoense, pela Série A. Meses depois, agora pela Série B, ele novamente comemorou um gol no mesmo palco. Em cobrança de falta colocada, o prata da casa rubro-negro abriu o placar para os pernambucanos em Santa Catarina.

O gol precoce favoreceu a estratégia do Sport de jogar no erro da Chape. Os mandantes tiveram que se abrir para buscar ao menos o empate antes do intervalo. O Leão ainda ensaiou alguns contra-ataques, mas passou a maior parte do tempo fechado. Maranhão, em chute de fora da área, acertou a trave de Maílson. Depois, Bianqui, na pequena área, finalizou em cima de Sabino. O time rubro-negro segurou a pressão e foi impenetrável nos primeiros 45 minutos.

Com Giovanni na vaga de Jaderson, o técnico Dal Pozzo reforçou o meio-campo para diminuir o espaço que a Chapecoense tinha no setor. A pressão, no entanto, permaneceu. A entrada de Claudinho na Chape deu mais trabalho para o lado esquerdo da defesa leonina. Bem marcado na área, Varanda não aproveitou os diversos cruzamentos que recebeu.

Já estava difícil para o Sport segurar a bola no campo de ataque. Com a saída de Búfalo, a situação piorou. Kayke, o substituto, teve dificuldade em fazer o pivô. Ainda assim, foi dele a chance de “matar o jogo”. O atacante, na pequena área, mandou por cima e deixou os minutos finais ainda mais tensos.

Ao colocar Chico no final do jogo, o Sport deu o recado: a hora era de fechar os espaços e garantir o 1×0. Os minutos finais foram de paciência e concentração para comemorar o triunfo em Chapecó em pleno aniversário. Os pernambucanos voltam aos gramados na terça, contra o Novorinzontino, às 21h30, no Jorge Ismael de Biasi.
Ficha técnica

Chapecoense 0
Vagner; Ronei (Tiago Real), Léo, Xandão e Fernando; Betinho, Matheus Bianqui, Lima (Claudinho); Orejuela(Chrystian), Varanda e Maranhão (Derek). Auxiliar técnico: Fabiano Xha.

Sport 1
Mailson; Ewerthon, Rafael Thyere, Sabino e Lucas Hernández (Chico); William Oliveira, Bruno Matias e Jáderson (Giovanni); Everton Felipe (Thiago Lopes), Luciano Juba (Vanegas) e Búfalo (Kayke). Técnico: Gilmar Dal Pozzo.

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