Em Paulista, Danilo e Júnior Matuto são bem recebidos em grande ato público

22/05/22

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Uma multidão considerável  (foto)  da cidade do Paulista, na Região Metropolitana, enalteceu o pré-candidato a governador Danilo Cabral em grande ato político promovido por Júnior Matuto, na noite  de sábado (20). Danilo e Matuto juntaram cerca de quatro mil pessoas no lançamento da pré-candidatura do ex-prefeito a deputado estadual, em Maranguape II.

 

“Tenho participado de muitas atividades como essa que eu estou aqui hoje. E lançamento de pré-candidatos a deputado estadual e a deputado federal. Nós estamos fazendo uma virada de chave na nossa pré-campanha! Estamos andando Pernambuco e as pessoas têm cada vez mais se incorporado a esse projeto que vai seguir mudando para melhor o nosso estado”, pontuou Danilo, que estava acompanhado do presidente da Assembleia Legislativa, Eriberto Medeiros, pré-candidato a deputado federal, além de vereadores e lideranças de todo o Litoral Norte.

“Eu vim aqui dar um depoimento a Júnior Matuto, pela relação que a gente construiu durante nossa vida. Ele sempre teve lado e eu valorizo isso na política. Porque, em política, tem gente que está de um lado, depois vai para outro lado. E Júnior não é dessas figuras. Júnior tem isso como marca da sua trajetória política, além de sua capacidade de luta, de superação; de quem vem lá de baixo e cresceu na vida fruto do trabalho, da sua obstinação. Júnior também tem a marca de está sempre do lado certo da história, sempre fiel e leal aos seus amigos”, destacou Danilo.

Da escola de Eduardo Campos, Danilo e Júnior vão trabalhar juntos para aprofundar as mudanças iniciadas em 2007. “Eu tenho certeza, Júnior, que serei governador de Pernambuco a partir de 1º de janeiro de 2023. E você vai me ajudar na Assembleia Legislativa como deputado estadual para, juntos, fazermos muito por Paulista e por Pernambuco”, cravou Danilo.

Miguel Coelho é o segundo candidato identificado com Bolsonaro, depois de Anderson Ferreira

22/05/22

Jamildo Melo

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Junto com Raquel Lyra, Miguel Coelho não tem apostado na tese do andor, confiando nas próprias experiências e nome
 Jonas Santos
PROPOSTA Ideia do pré-candidato é fazer um trabalho integrado com as prefeituras e com as ONGs – FOTO: Jonas Santos

Embora com uma distância considerável, em relação ao candidato Anderson Ferreira, do PL, o candidato do União Brasil Miguel Coelho aparece logo depois nas pesquisas internas dos partidos quando os eleitores são questionados a responder quem é o candidato apoiado por Bolsonaro, nestas eleições, em Pernambuco. O pai do ex-prefeito de Petrolina, de fato, foi líder do governo no Senado, mas afastou-se do cargo.

No outro campo de forças, das esquerdas, quem aparece como apoiada por Lula é Marília Arraes e Danilo Cabral, mas em um proporção bem maior em favor da deputada federal.

De acordo com essas mesmas pesquisas, a maioria dos respondentes concordou com a afirmação de que, este ano, o voto será dado na chapa de governo estadual levando em conta quem o candidato a presidente for apoiar. Estando correta a avaliação das pesquisas, haverá fortes palanques desde que ancorados nos palanques nacionais, seja Lula ou Bolsonaro.

Curioso notar que, no sentido inverso, o atual governador não seria um bom cabo eleitoral. A maioria não concordou com a afirmação de que votaria em um candidato apoiado pelo governador, mesmo tendo boas propostas.

Especial de domingo: Não governa, golpeia

22/05/22

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Por Luciano Siqueira, portal Vermelho *

    Parece até escusado insistir no que a cada instante é mais evidente: a absoluta predileção do presidente da República pela geração de atritos institucionais em detrimento de suas responsabilidades de governante.  Mas é preciso denunciar continuadamente isto.  Para que o golpismo não passe, absurdamente, a fazer parte da paisagem.

 

Não pode ser visto com naturalidade, algo compatível com a ordem constitucional. Sob pena de permitirmos a reedição da ditadura.

A expressão disso a essa altura é nítida: a cada dia mais evidente a tendência a ver frustrada sua intenção de se reeleger, procura por todos os meios negar a lisura do pleito a acontecer em outubro.

Fosse um torneio de futebol de várzea, estaria claro para todos os contendores: ele quer “melar” a competição porque sabe que vai perder e não aceita voltar para casa derrotado.

A jogada do momento é provocar um processo, por suposto abuso de poder, contra o ministro do STF Alexandre Moraes — justamente o próximo presidente do TSE que presidirá o pleito.

A denúncia não foi aceita pelo STF e Bolsonaro tenta agora o processo através da Procuradoria Geral da República.

Manobra que lhe possibilite adiante arguir a suspeição de Alexandre Moraes à testa do Tribunal Superior Eleitoral. E, por extensão, reforçar a “evidência” de que o resultado das urnas não deva ser validado.

E basta uma olhada rápida sobre a agenda do presidente para constatar essa obviedade: ele pouco governa, golpeia.

Tentativa mal engendrada de repetir aqui o que tentou o derrotado ex-presidente Donald Trump nos EUA.

O que recomenda às oposições combinarem uma dupla articulação: a busca das alianças partidárias e sociais que lhes reforcem; e a ampla convergência na resistência ao golpe.

É possível? Tem que ser.

Principalmente da parte da larga coligação que se forma em torno da candidatura de Lula, segundo as pesquisas com maior chance de sucesso.

Infelizmente é isso: no início da terceira década do século 20, no Brasil será preciso “ganhar — e levar”.

Com muita luta.
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Veja: Bolsonaro age como derrotado https://bit.ly/3wzziDL

  • Luciano Siqueira é médico, ex-deputado e ex-vice prefeito do Recife

Humberto Costa: “Lula só tem dois candidatos em PE: Teresa e Danilo”.

22/05/22

Por Carol de Brito
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O senador Humberto Costa (PT) voltou a reforçar a tese de que não há palanque duplo no Estado.

Paulo Câmara , Lula e Humberto Costa

No anúncio de uma aliança política na última segunda-feira, os pré-candidatos ao Governo do Estado, Marília Arraes (Solidariedade), e ao Senado, André de Paula (PSD), fizeram questão de deixar claro que votarão no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições deste ano. Apesar de não integrarem o palanque oficial do petista, eles deixaram explícito o apoio ao ex-chefe do Executivo em seus discursos.

O presidente estadual do PSD, André de Paula, inclusive, pretende propor ao dirigente nacional do partido pessedista, Gilberto Kassab, um encontro de Lula com os diretórios da sigla que defendem o projeto presidencial petista. Ao ser questionado sobre o posicionamento do palanque adversário da Frente Popular, o senador Humberto Costa (PT) voltou a reforçar a tese de que não há palanque duplo no Estado. Dessa vez, ele asseverou que o ex-presidente não só terá apenas um pré-candidato ao Governo do Estado, mas também defenderá somente um nome para ocupar a Casa Alta.

“Quem quiser votar em Lula, vota, mas, em Pernambuco, só tem dois candidatos de Lula, que são Danilo Cabral e Teresa Leitão. Lula não tem outros candidatos a nada”, garantiu. A costura do nome de Teresa Leitão para o Senado da Frente Popular foi fruto de intensas negociações entre o PSB e a cúpula nacional do PT. A indicação teve como objetivo assegurar que o ex-presidente Lula somente subiria em um palanque no Estado. Com o acordo fechado, o Partido dos Trabalhadores já está engajado na pré-campanha de Danilo Cabral, que já circula pelo Estado ao lado de Teresa Leitão.

Visita pode ficar para depois

A perspectiva de visita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Pernambuco pode ser adiada. Após sua lua de mel, o líder petista deverá priorizar agendas em Estados do Sul e, em seguida, pode se dirigir para o Norte. Com isso, o encontro tende a não ocorrer no início do mês. Contudo, lideranças petistas trabalham e garantem que ele vem para o Estado ainda no período de pré-campanha.

Encontro > Na próxima segunda, Lula, inclusive, terá a primeira reunião da pré-campanha com os partidos aliados. Vice-governadora de Pernambuco e presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos será uma das lideranças presentes.

tática > Durante o encontro, a coordenação da campanha petista vai analisar as perspectivas eleitorais e apresentar o resultado de pesquisas internas. A avaliação é que é possível traçar estratégias para vencer no primeiro turno.