Carnaval 2025: Foliões lotam o Polo Bomba com show histórico da Limão com Mel e a sofrência de Priscila Senna

04/03/25

Ascom PMS

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Folia em Salgueiro tem  frevo, piseiro e pagode

 

O domingo de Carnaval em Salgueiro foi um sucesso incontestável de público. Os foliões lotaram o Polo Bomba para assistir a um show histórico da banda Limão com Mel, prata da casa, que há anos não tocava na cidade. Depois, foram contagiados pela sofrência da cantora Priscila Senna, uma das maiores artistas da atualidade em Pernambuco.

Milhares de pessoas disputaram cada espaço do local, movimentando um dos principais setores de bares, restaurantes, hamburguerias e pizzarias de Salgueiro. A festa ainda teve Danilo Veras e a banda Dó Ré Mirim no palco, além da também salgueirense Groov Nervoso, puxando os brincantes pelas ruas e avenidas no trio Cygnus.

Contando com o retorno de Edson Lima e do sanfoneiro Picapau, a Limão com Mel não decepcionou. Fez todo mundo dançar apresentando seus maiores sucessos em ritmo de Carnaval, além de alguns hits muito famosos nessa época. A apresentação foi precedida por discursos de Ailton Souza, proprietário da banda e um dos homenageados do Carnaval, e de um representante da família de Zé Wellington (in memoriam), o outro homenageado.

Hoje tem frevo, piseiro e pagode

Hoje o evento continua nos polos Multicultural (Memorial), de Umãs e Bomba, bem como no corredor da folia com o trio Cygnus. Os shows no palco começam às 16h30, com a Orquestra Bronzeada e a banda Versão Brasileira, tocando muito frevo e outros ritmos carnavalescos. Em seguida tem o pagode baiano de Chiclete Ferreira e Guetho é Guetho no trio. A cantora Fabiana Santiago e o piseiro de Anderson Rocha fecham a noite da segunda-feira no palco.

Extrema direita: “Forças poderosas querem silenciar Adélio”, diz advogada da família de Adélio Bispo

04/03/25

Por 247

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Advogados denunciam isolamento e irregularidades no caso do autor do atentado contra Bolsonaro
(Foto: Reprodução )

 

 Os advogados Edna Teixeira e Alfredo Marques, representantes da família de Adélio Bispo, denunciaram diversas irregularidades no processo e no tratamento dispensado ao réu, seis anos após o atentado contra Jair Bolsonaro. Em entrevista ao programa Boa Noite 247, conduzida pelo jornalista Joaquim de Carvalho, os defensores questionaram a condução das investigações, a manutenção do segredo de justiça e a ausência de garantias básicas de direitos humanos para Adélio, que permanece confinado em um presídio de segurança máxima sem acesso a familiares ou a tratamento médico adequado.

“Forças poderosas querem silenciar Adélio”, afirmou a advogada Edna Teixeira. “Ele está isolado, sem contato com a família, sem tratamento e sem nenhuma garantia dos seus direitos.”

Segredo de justiça e falta de transparência

Os advogados criticaram o fato de o processo permanecer em segredo de justiça, impedindo que a sociedade tenha acesso às informações completas sobre o caso. Para Alfredo Marques, essa ocultação de dados reforça a necessidade de uma investigação mais aprofundada: “Nada justifica mais a permanência desse sigilo. O que está sendo escondido? O que não querem que o Brasil saiba?”

Outro ponto abordado foi a atuação da Polícia Federal na segurança de Bolsonaro no dia do atentado. Marques apontou que parte da escolta do então candidato era composta por ex-policiais e voluntários sem treinamento adequado. “Como pode um candidato à Presidência da República ter sua segurança confiada ao submundo militar? Nada funcionou. E os responsáveis pela segurança, em vez de punidos, foram promovidos.”

Isolamento de Adélio e omissão dos direitos humanos

Além das inconsistências na investigação, os advogados denunciaram as condições em que Adélio Bispo se encontra. Considerado inimputável pela Justiça devido a transtornos mentais, ele deveria estar recebendo tratamento psiquiátrico, mas, segundo Marques e Teixeira, está completamente isolado.

“Já são seis anos que Adélio não tem acesso a ninguém. Trancafiado em uma cela minúscula, sem medicação, sem acompanhamento clínico, sem banho de sol e sem contato com a família”, denunciou Marques. “Se uma pessoa não fosse louca, certamente ficaria louca nessas condições.”

A advogada Edna Teixeira ressaltou a luta de Maria das Graças, irmã de Adélio, que tem enfrentado dificuldades para obter a curatela do irmão. “Ela é a única familiar próxima que tenta garantir seus direitos. No entanto, a Justiça entregou a curatela para um defensor público, ignorando o direito da irmã de cuidar dele. A Maria das Graças só quer saber do irmão, mas o sistema insiste em isolá-lo.”

Os advogados também criticaram a omissão do Ministério dos Direitos Humanos. Segundo Marques, um pedido formal foi enviado ao então ministro Silvio Almeida em janeiro de 2023 e, posteriormente, à ministra Macaé Evaristo, mas nunca houve qualquer resposta. “Era melhor não existir um Ministério dos Direitos Humanos do que ter um que assiste a essa barbárie calado”, afirmou. “Pedimos apenas que uma comissão composta por parlamentares, membros da OAB, do Ministério Público e do Conselho de Psiquiatria pudesse avaliar as condições de Adélio. E o que aconteceu? Nada.”

Contradições que necessitam de esclarecimento

Ao longo da entrevista, os advogados e Joaquim de Carvalho apontaram várias contradições na narrativa oficial sobre o atentado. Desde a suposta denúncia de que Bolsonaro poderia ser alvo de uma facada antes do ocorrido, até o fato de que, justamente no dia do ataque, o ex-presidente não usou colete à prova de balas — algo que ele fazia regularmente.

“Se ele estivesse de colete, toda a possível farsa cairia por terra”, disse Teixeira. “São muitas perguntas sem resposta, e forças poderosas querem silenciar Adélio.”

Apesar de todas as dificuldades, a defesa da família de Adélio afirma que continuará lutando para que ele tenha garantidos seus direitos básicos e para que as contradições do caso sejam esclarecidas. “A verdade precisa vir à tona”, concluiu Marques.

As reações da extrema direita bolsonarista ao sucesso internacional do filme “Ainda Estou Aqui”

04/03/25

Midias Sociais

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Ódio de bolsonaristas à vitória de “Ainda Estou Aqui” contrasta com celebrações do Oscar© Divulgação/Sony

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Reações da extrema direita

A vitória de “Ainda Estou Aqui” no Oscar 2025 como Melhor Filme Internacional provocou reações furiosas entre bolsonaristas e defensores da ditadura militar. Enquanto a maior parte do país celebrava o feito inédito, opositores usaram as redes sociais para desqualificar a premiação, criando delírios sobre a suposta influência do governo Lula na conquista.

Entre os comentários publicados no X (antigo Twitter), estavam frases como: “O preço da picanha vai cair depois dessa bosta de prêmio?”; “Lula não dá sorte, ele dá dinheiro, Oscar comprado”; “O filme é estrelado por uma atriz comunista e Hollywood é um antro desse tipo de gente”; “Agora, os problemas do Brasil acabaram né? Esse prêmio foi comprado pelo governo para desviar o que realmente importa”; “Oscar lixo premiou um filme lixo cheio de mentiras para ajudar o Lula”.

Parlamentar bolsonarista apaga elogio ao filme

O deputado federal Bibo Nunes (PL-RS) foi uma exceção entre os bolsonaristas ao elogiar a vitória de “Ainda Estou Aqui”, mas acabou apagando sua publicação após críticas de apoiadores.

Em sua postagem no X, o parlamentar escreveu que o prêmio fazia os brasileiros “voltarem a sentir orgulho do país”. “A vitória do filme ‘Ainda Estou Aqui’, como melhor filme internacional, faz com que nós brasileiros voltemos a sentir orgulho do nosso país, independentemente do enredo do filme”.

Após a repercussão negativa entre bolsonaristas, Nunes explicou ao UOL porque optou por deletar a publicação. “Apaguei porque achei chato. Irritou-me algumas pessoas interpretando com muito radicalismo”, afirmou.

Mesmo sem ter assistido ao longa, o deputado comparou a conquista ao impacto de um título na Copa do Mundo. “É bom para o brasileiro, bom para o ego, bom para o ufanismo ganhar um prêmio internacional”, declarou. Em seguida, criticou a obra por supostamente ter sido “politizada demais”. “Deixando a política de lado, é bom para o Brasil ganhar um prêmio internacional como esse”, disse. “Mas o filme ficou totalmente politizado, independentemente de enredo e conteúdo. Não vi o filme, mas é importante para o Brasil. Divulga o Brasil. O aspecto negativo é que politizou demais”.

Repercussão ofuscou outros temas

Demonstrando como a extrema direita se tornou minoritária, o impacto da premiação dominou as redes sociais e deixou outros temas em segundo plano, incluindo o Carnaval. O clima nas redes foi comparado ao de uma final de Copa do Mundo.

O impacto do filme

“Ainda Estou Aqui” reconstrói um período marcado pela censura, violência e perseguições da ditadura militar, utilizando um drama familiar para abordar o tema sem assumir um tom panfletário. Essa abordagem permitiu que o filme alcançasse públicos além da bolha progressista, incluindo conservadores e jovens que desconheciam a história do regime militar.

A atuação de Fernanda Torres, indicada ao Oscar pelo papel de Eunice Paiva, também contribuiu para a repercussão internacional do longa. A narrativa mostra as consequências da repressão política sobre as famílias das vítimas, o que ressoa globalmente em um momento de ascensão de governos autoritários.

Em seu discurso de agradecimento, Walter Salles homenageou Eunice Paiva e destacou sua resistência durante a ditadura. “Que durante uma perda sofrida em um regime autoritário, decidiu não se curvar e resistir”.

Raquel Lyra prestigia o Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca em celebração à memória do Mestre Salustiano

04/03/25

Imprensa PE

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Com apoio do Governo do Estado, por meio da Secult-PE e Fundarpe, o evento chegou à 19ª edição com apresentações de maracatus
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Reafirmando o compromisso do Governo do Estado na valorização da cultura popular pernambucana, a governadora Raquel Lyra conferiu de perto a força dos grupos de Maracatu de Baque Solto, nesta segunda-feira (3), ao lado da sua vice, Priscila Krause, no Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca, em Olinda. Esta é a 19ª edição do evento, que reúne apresentações de maracatu, considerado Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, e grupos de caboclinhos, coco e afoxé vindos de outros municípios de Pernambuco.
 
A gestora foi recebida por Pedro Salustiano, filho do Mestre Salustiano, e acompanhou o 33° Encontro Estadual dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco, na Praça Ilumiara Zumbi, no bairro de Tabajara, em Olinda, onde foi cumprimentada pelo público e moradores da localidade. Depois, a chefe do Executivo Estadual acompanhou mais apresentações na Casa da Rabeca. 
 
“Uma alegria acompanhar por mais um ano o Carnaval da Casa da Rabeca, com os herdeiros do mestre Salustiano e centenas de pernambucanos que perpetuam a sua tradição e a sua história. O Governo de Pernambuco tem a missão de garantir a salvaguarda e a preservação das nossas memórias e das nossas tradições. E, desta forma, poder fomentar e transmitir de geração em geração tudo o que faz parte da nossa cultura. Eu quero parabenizar a todos os filhos do nosso eterno mestre e a todos aqueles que vivem do Maracatu e mantém essa chama viva”, destacou Raquel Lyra.
 
Com apoio da gestão estadual, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), além da Prefeitura de Olinda, o evento deu uma demonstração da força da cultura popular com apresentações gratuitas. “Esse é um encontro que mescla ritmos como maracatu, cavalo marinho e caboclinhos. Aqui, vemos a força da nossa cultura. A Casa Rabeca é uma referência de lugar que mantém a nossa cultura popular e uma grande celebração de quem faz o Carnaval de Pernambuco”, explicou a secretaria de Cultura, Cacau de Paula.
 
Anfitriã da festa, a Família Salustiano e a Rabeca Encantada resgataram a memória e legado deixado pelo Mestre Salustiano, um dos grandes articuladores das brincadeiras que existem na Zona da Mata. “É importante que os gestores venham conhecer de perto os espaços culturais porque estando presentes eles conseguem enxergar as nossas necessidades e realizar apoios que são fundamentais. A família Salustiano é trabalho, resistência, luta e as portas estão sempre abertas”, disse Pedro Salustiano.
 
Os convidados desta segunda (3), foram grupos como Maracatu Leão de Ouro, Clube Carnavalesco Tribo indígena Capinawa, Caboclinho índio Tupi Guarani, Índio Canindé Brasileiro de Itaquitinga e a Tribo Indígena Orubá. “Mais um ano, o Carnaval de Pernambuco valoriza as tradições carnavalescas. A governadora Raquel Lyra vem desde os primeiros dias de gestão fazendo todos os ciclos, principalmente o Carnaval, que é uma das grandes manifestações culturais do Brasil”, considerou a presidente da Fundarpe, Renata Borba.
 
Acompanharam a agenda os secretários estaduais Paulo Nery (Turismo), Alessandro Carvalho (Defesa Social), Hercílio Mamede (Casa Militar), o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira Filho, o presidente da Empetur, Eduardo Loyo e o vice-prefeito de Olinda, Chiquinho.
 
 
Fotos: Yaci Ribeiro/Secom

Bomba Chiando na história: Bloco de Salgueiro vai a Olinda homenagear o Siri na Lata, no Carnaval de 2013

03/03/25
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 por Carlos Britto – 04 de fevereiro de 2013 
Hoje, o Bomba Chiando está totalmente descaracterizado e não tem um estandarte, que representa a “identidade ” do bloco.

O bloco salgueirense Bomba Chiando fará um gesto de grandeza e vai até Olinda, na terça-feira de Carnaval, homenagear os fundadores do Bloco Siri na Lata, criado há quatro décadas por um grupo de jornalistas e intelectuais em pleno regime ditatorial.

Logo no domingo (10), a troça carnavalesca fará sua apresentação em casa (Salgueiro), em homenagem ao comerciante José Vicente, uma das figuras mais queridas do Bairro da Bomba, onde chegou em 1960 e permaneceu por toda sua vida. Com origem em Itacuruba, José Vicente correu o mundo, mas construiu a família (dez filhos) com a esposa Maria Azevedo, dona Lia, na “Encruzilhada do Nordeste”.

O jornalista Machado Freire – que fundou e dirige o Bomba Chiando – afirma que ele e seus colegas jornalistas serão bem recebidos pelos organizadores do Carnaval de Olinda. “Comunicamos todos os detalhes à Secretaria de Cultura e assessores da Prefeitura de Olinda sobre a nossa programação e já recebemos sinais de boas vindas“, disse, acrescentando ser uma honra ter o bloco na programação da cidade Patrimônio da Humanidade.

“Ora, um bloco que tem um estandarte feito de couro de bode deve ser algo novo no Carnaval da Marim dos Caetés, que fica a mais de 500 quilômetros de Salgueiro, sem levar em conta a grande homenagem que prestaremos ao Siri na Lata ali no Fortim, na beira da praia“, vaticinou.

Serviço

A concentração do Bomba Chiando em Olinda será no Fortim (mesmo local onde se concentravam os sirizeiros), às 10h da terça-feira (12). Na ocasião, os foliões conhecerão o estandarte e vestirão a camisa do Bomba Chiando. E tome frevo de ladeira acima.

Já a concentração em Salgueiro, no domingo (10), será na Avenida Major Antonio Rufino (ao lado da estátua do Padre Cícero), também às 10h.

Na história:  Bloco de Salgueiro vai a Olinda homenagear Siri na Lata

machado Freire disse:

Considero minha iniciativa de criar o Bomba Chiando um dos grandes feitos da minha vida. Foi a forma que encontrei para levar alegria para os salgueirenses e homenagear, a cada ano,  uma personalidade e/0u alguém que merece ser reverenciada, a exemplo do comerciante José Vicente. Viva cultura e viva o sertão !

 

Obs. Hoje Machado Freire  está totalmente desligado  do bloco Bomba Chiando, que ele criou em 2011  e  vive uma situação  de cruel  descaracterização, pois não tem  nem mesmo um estandarte,  perdendo sua identidade. O bloco  perdeu sua finalidade  por inteiro, deixando de ser  o Bomba Chiando imaginado e criado por Machado Freire,  que  entende e sabe o que   é  Carnaval !

Carnaval 2025: Raquel Lyra participa da folia dos Papangus de Bezerros

03/03/25

Imprensa PE

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Com seis polos, a festa acontece até a terça (4), com música e desfile de fantasias

 

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Acompanhando as diferentes manifestações culturais do Carnaval de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra conferiu, neste domingo (2), o desfile dos Papangus de Bezerros, no Agreste Central de Pernambuco. A gestora seguiu o percurso dos mascarados pelas ruas do Centro do município ao lado da vice-governadora, Priscila Krause, da prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino e sua vice, Socorro Silva, até a prefeitura de Bezerros, onde fica o polo principal da festa. A animação dos Papangus é uma tradição reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e um dos destinos de folia mais procurados em Pernambuco. 

Também acompanharam o Carnaval dos Papangus, o senador Humberto Costa, os deputados federais Mendonça Filho e Carlos Veras e os deputados estaduais Joãozinho Tenório e João Paulo. “O ritmo do Carnaval de Pernambuco é a alegria e temos festa do Litoral ao Sertão. Estou muito feliz em poder estar aqui na terra dos Papangus, agradeço à prefeita Lucielle Laurentino, que preparou essa festa linda, recheada de muita cultura popular. Nós vemos pessoas de todas as idades brincando, fantasiadas e ocupando as ruas para brincar com muita paz e segurança. O Governo do Estado tem investido mais de R$ 50 milhões neste grande movimento multicultural que é o carnaval de Pernambuco. É lindo de ver a rede hoteleira lotada e os artistas da terra serem valorizados em mais de 80% da nossa grade, contemplando a cultura pernambucana”, destacou Raquel Lyra. 
O Carnaval de Bezerros deste ano tem como tema “Ritmos que unem gerações e tradição”, descentralizado em seis polos de animação, contando com o apoio Governo do Estado por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). “O carnaval de Bezerros é o maior do interior, tem um significado gigante para nossa cultura e apoiamos, participando de mais um ano”, comentou a secretária de Cultura, Cacau de Paula. 
O secretário de Turismo e Lazer, Paulo Nery, apontou que a festividade atrai turistas para diferentes regiões do Estado. “O Governo de Pernambuco tem trabalhado o Carnaval como atrativo turístico. É muito importante, porque conseguimos valorizar cada município, a tradição e a cultura nos diferentes polos. Comemoramos a rede hoteleira cheia de turistas por todo o Estado para conhecer mais da nossa cultura que é tão rica”, completou. 
A prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino, agradeceu a presença da governadora neste domingo, principal dia do festejo. “Começamos desde a semana passada com um gosto especial com muita música e cultura. Quem vem para curtir o carnaval aqui vem com paz, para apreciar o desfile dos Papangus em clima de diversão nos polos que estão espalhados pela cidade. Agradeço à presença da governadora e de todas as operativas do Governo do Estado, que ajudam a fazer essa festa tão linda”, disse. 
Também acompanharam a agenda neste domingo o secretário Hercílio Mamede (Casa Militar); o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira Filho; o presidente da Empetur, Eduardo Loyo, o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, entre outros. 
Fotos: Janaína Pepeu/Secom.
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Foliões curtiram shows no palco e trio elétrico na segunda noite de Carnaval em Salgueiro

03/03/25

Ascom PMSconsagrou

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A programação do carnaval multicultural  está animando os foliões do centro e arredores da região urbana da cidade

 

O Carnaval de Salgueiro teve continuidade nesse sábado, 1, com uma ampla programação animando a cidade. Os foliões salgueirenses e visitantes curtiram shows no palco do Polo Bomba e no trio elétrico Cygnus. O sábado ainda foi marcado pelo início dos blocos privados, que reforçam o evento com programações próprias.

A festividade começou no turno da tarde com o Bloco dos Sanfoneiros, que se concentrou na Girador do Prado e saiu pelas ruas e avenidas da cidade com a sanfona, o triângulo e a zabumba dando o tom da abertura da folia do sábado. Na sequência, no Polo Bomba, a banda salgueirense Zumzum bamba subiu ao palco e fez a festa das pessoas que já estavam presentes no local.

Seguindo estritamente os horários previstos, o cantor Luka Bass subiu ao trio às 20h e arrastou os foliões em puxada saindo do Polo Bomba e passando pela Rua Otávio Leitinho, Avenida Antônio Angelim, Girador do Prado e Rua Joaquim Sampaio. Em seguida, a dupla salgueirense Edy & André aqueceu os foliões para o show de Cesinha Garcia, principal atração da noite. O cearense fez todo mundo dançar, com um show vibrante para um grande público.

Hoje os festejos continuam com o Polo Multicultural, no Memorial do Couro; orquestra e passistas de frevo e encontro de paredões em Umãs; Bicharada de Mestre Jaime e Carnaval da Inclusão; bloco Bomba Chiando; matinê das crianças com a banda Dó Ré Mirim, no final da tarde; além de shows no palco do Polo Bomba e no trio elétrico. As atrações desta noite são: Danilo Veras, Limão com Mel e Priscila Senna, no palco, e a banda Groov Nervoso, no trio.

 

 

“Ainda Estou Aqui” vence Oscar de Melhor Filme Internacional e garante primeira estatueta do Brasil

03/03/25

Daniel Medeiros

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Filme concorria contra “A Garota da Agulha”, “Flow”, “A Semente do Fruto Sagrado” e “Emilia Pérez”
“Ainda Estou Aqui” venceu o Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Internacional, neste domingo (2). Em um momento histórico para o cinema brasileiro, o longa-metragem de Walter Salles conquistou o primeiro Oscar do Brasil em quase 100 anos de premiação.

Na categoria, a obra concorria contra “A Garota da Agulha”, “Flow”, “A Semente do Fruto Sagrado” e “Emilia Pérez”. Esta última chegou a ser apontada como favorita, mas perdeu forças graças às polêmicas envolvendo a atriz Karla Sofía Gascón, sua protagonista.

Baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, “Ainda Estou Aqui” conta a história real de Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Montenegro. No início da década de 1970, em plena ditadura militar, ela precisou assumir a liderança da sua família de cinco filhos e lidar com a dor do desaparecimento do marido.

Além do prêmio de Melhor Filme Internacional, o longa-metragem concorre em outras duas categorias. Fernanda Torres disputa a preferência dos votantes como Melhor Atriz e a obra ainda concorre como Melhor Filme.

O diretor Walter Salles subiu ao palco para agradecer o prêmio. Em seu discurso, o cineasta falou em nome do cinema brasileiro. “É uma honra tão grande receber isso de um grupo tão extraordinário”, começou.

Walter dedicou a estatueta a Eunice Paiva. “Isso vai para uma mulher que, depois de uma perda tão grande em um regime tão autoritário, decidiu não se dobrar e resistir”, disse.

Antes do Oscar, “Ainda Estou Aqui” já vinha percorrendo um caminho de reconhecimento internacional. O filme estreou em setembro do ano passado, no Festival de Veneza, onde venceu a Osella de Ouro de Melhor Roteiro.

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Prazo para Bolsonaro responder denúncia da PGR termina nesta semana

02/03/25

Meio Norte

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Prazo para Bolsonaro responder denúncia da PGR termina nesta semana | CNN Brasil

Após ter pedidos por extensão de prazo negados, a defesa de Jair Bolsonaro (PL) tem até a próxima quinta-feira (6) para enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) manifestação sobre a denúncia do plano de golpe. O ex-presidente é um dos 34 denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A defesa de Bolsonaro chegou a pedir que o prazo fosse de 83 dias a partir da intimação. A justificativa era de que esse foi o tempo utilizado pela PGR para construir a denúncia. O ministro Alexandre de Moraes, no entanto, decidiu manter o limite em 15 dias. Com isso, o prazo termina na próxima quinta-feira (6). Advogados alegaram não ter tido acesso a todos os autos do processo e, por isso, não conseguiriam fazer a defesa plena do acusado.

Já Moraes afirma que a equipe do ex-presidente não só “teve integral acesso aos autos e ao sistema” como também aos elementos de prova disponíveis. O caso será avaliado pela Primeira Turma do STF, composta, além do relator, pelos ministros Cristiano Zanin (presidente), Flávio Dino, Cármen Lúcia e Luiz Fux. Os dois ministros indicados por Bolsonaro para a Suprema Corte, Nunes Marques e André Mendonça, estão na Segunda Turma. Logo, não votam nesse caso. A defesa do ex-presidente entrou com solicitações para o impedimento de Zanin e Dino.

No caso de Zanin, que é ex-advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os advogados citaram o fato de o magistrado ter se dito incapaz de analisar um caso de Bolsonaro anteriormente. Sobre Dino, ex-ministro do governo, lembraram de uma queixa-crime apresentada ainda em 2021 contra Bolsonaro. Os dois pedidos foram rejeitados na última sexta-feira (28) pelo ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF.

Trump desmonta ilusões sobre a política externa dos EUA, diz The New York Times

02/03/25

Por 247

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Jornal norte-americano destaca como Trump e Vance desafiam narrativas sobre hegemonia dos EUA e alianças internacionais
Volodymyr Zelensky, Donald Trump e JD Vance
Volodymyr Zelensky, Donald Trump e JD Vance (Foto: Reuters/Brian Snyder )

 Uma análise publicada pelo The New York Times neste sábado (2) destaca como Donald Trump e seu vice-presidente, J.D. Vance, estão desafiando as ilusões da política externa dos Estados Unidos. Segundo o artigo, reproduzido pelo portal Observer Network, os dois líderes estão rompendo com a retórica tradicional da hegemonia norte-americana e expondo a fragilidade das alianças ocidentais. O texto cita um embate recente entre Trump e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ocorrido no Salão Oval, como um exemplo da nova abordagem direta e sem filtros da Casa Branca.

O artigo inicia citando o ex-secretário de Estado Henry Kissinger, que, em 2018, afirmou que Trump poderia ser um desses líderes históricos que aparecem para “marcar o fim de uma era e forçar o sistema a abandonar suas ilusões”. Para o The New York Times, essa previsão se concretiza agora, com Trump adotando uma postura que contraria décadas de consenso bipartidário sobre o papel dos EUA no mundo.

O colapso das ilusões ocidentais

A publicação critica a crença de que os EUA ainda podem manter a posição de “líder supremo do Ocidente”, sustentando um sistema global de alianças sem custos significativos. Segundo o jornal, a realidade é que a sobrecarga geopolítica levou Washington a uma crise estratégica, exigindo concessões e uma redistribuição de responsabilidades entre os aliados.

“Os Estados Unidos precisam reconhecer que vivem um mundo multipolar e não podem mais se dar ao luxo de agir como se estivessem nos anos 1990”, diz o artigo. Além disso, o The New York Times questiona a visão de que a Europa ainda pode ser uma parceira estratégica em pé de igualdade com os EUA. Com economias estagnadas, declínio populacional e capacidade militar reduzida, os países europeus teriam perdido a relevância necessária para manter essa posição.

O artigo também desafia o discurso predominante sobre a guerra na Ucrânia. De acordo com a publicação, a crença de que Kiev pode derrotar a Rússia com apoio ocidental irrestrito ignora a dura realidade militar e política. Sem uma intervenção direta dos EUA, a vitória ucraniana seria altamente improvável, tornando inevitável algum tipo de negociação com Moscou.

Trump e Vance: realismo sem sutileza

Ao longo do texto, o The New York Times reconhece que tanto democratas quanto republicanos já entendem as limitações da política externa dos EUA, mas aponta Trump como o primeiro presidente a “remover completamente as ilusões” sobre o tema. O problema, segundo a análise, é que a abordagem do republicano é excessivamente direta, sem a finesse necessária para suavizar as implicações diplomáticas dessas mudanças.

Isso ficou evidente no recente encontro de Trump com Zelensky. Após ouvir o ucraniano argumentar contra negociações com Vladimir Putin, o vice-presidente J.D. Vance respondeu duramente: “O mundo é assim, agora negociar com adversários pouco confiáveis é uma necessidade, não uma escolha”.

O artigo observa que, enquanto presidentes como Dwight Eisenhower e Richard Nixon praticavam o realismo na política externa, eles mantinham um discurso idealista para preservar alianças e evitar crises diplomáticas desnecessárias. Trump, no entanto, dispensa essa camada de diplomacia, o que pode gerar tensões dentro do próprio governo.

O desafio da diplomacia sem filtros

O The New York Times conclui que, embora Trump e Vance estejam certos ao expor as falhas da política externa tradicional dos EUA, falta à administração uma figura capaz de equilibrar a abordagem agressiva com um tom conciliador. O risco, segundo o jornal, é que a franqueza excessiva da dupla acabe gerando uma crise maior ao expor publicamente a fragilidade da posição americana no mundo.

Para os aliados europeus e para a Ucrânia, o recado é claro: os Estados Unidos não estão mais dispostos a manter compromissos incondicionais. A política externa norte-americana entrou em uma nova fase — e, gostem ou não, Trump está determinado a forçar todos a reconhecerem isso.