Uma raridade no Brasil
Por: Agência Brasil
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| Foto: Divulgação/ACTP
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Uma raridade no Brasil
Por: Agência Brasil
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| Foto: Divulgação/ACTP
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirmou na tarde de ontem (3) à reportagem do Jornal do Commercio que está avaliando a possibilidade de suspender parcialmente o uso do bafômetro em blitz. A medida visa proteger os policiais rodoviários do risco de contágio do novo coronavírus (COVID-19).
Segundo o órgão, está sendo realizado pela área de saúde da instituição um estudo para analisar a possibilidade da implementação dessa medida. O documento enviado pelo Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado de Pernambuco (SINPRF–PE) propõe que os testes sejam feitos apenas quando houver evidências ou sinais que o condutor fez o uso de bebidas alcoólicas.
O presidente do SINPRF–PE, Thiago Arruda, explicou que “o procedimento lida com a tecnologia dos etilômetros passivos, onde o aparelho capta o ar do ambiente. Com isso, a gente tem uma exposição mais do que necessária para a atividade do policial rodoviário federal. Nossa preocupação é que, com esse contato excessivo, o policial não venha a ser um vetor da doença dentro da sociedade”. A informação foi divulgada em entrevista ao Programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, nesta terça-feira.
A medida não tem previsão para ser colocada em prática, ou ser rejeitada. O documento foi enviado na segunda-feira (2) para a Superintendência da PRF, em Brasília. Após ser avaliado pela área de saúde da instituição, dependendo do parecer, a documentação segue para a Diretoria de Operações para, enfim, ser reenviado para Pernambuco com um laudo definitivo da situação.
Por: Agência Brasil
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| Foto: José Cruz/Agência Brasil |
Corra, aproveite a oportunidade !
Há oportunidades em todos os níveis de escolaridade

A Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco divulgou para hoje (3), uma relação de 223 vagas de emprego disponíveis pelo Estado. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridades e alguns postos sem necessidade de experiência. Do total, 50 vagas são reservadas para pessoas com deficiência e um cargo é temporário.
Os postos de trabalho estão espalhados pelas cidades de Arcoverde, Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Garanhuns, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Paudalho, Paulista, Petrolina, Recife, Serra Talhada, Santa Cruz do Capibaribe, Salgueiro e Vitória de Santo Antão.
Os interessados devem comparecer a uma das unidades da Agência de Emprego portando carteira de trabalho, identidade e CPF, ou acessar o site www.empregabrasil.mte.gov.br.
No Recife, o atendimento funciona de segunda a sexta-feira, na avenida Rio Branco, no bairro de Casa Amarela e em Afogados.
Rio Branco
Avenida Rio Branco, 155, Bairro do Recife
(81) 3355-2900
Casa Amarela
Avenida Norte Miguel Arraes de Alencar, 5.600, Casa Amarela
(81) 3355-2559
Afogados
Estrada dos Remédios, 162, Afogados

Por Machado Freire
Aqui no Brasil, qualquer cidadão ou cidadã que deseje se candidatar a um cargo eletivo –de vereador ao presidente da República, é obrigado pertencer (estar filiado) a um partido político. A legislação eleitoral define a quantidade e o funcionamento dos partidos, do menor ao maior município brasileiro, não permitindo a existência de nenhuma agremiação partidária clandestina.
Apesar dos rigores da Lei, os políticos aproveitadores costumam usar e abusar das agremiações partidárias, que passam praticamente a funcionar como propriedade privada de determinados indivíduos e de suas famílias.
A manutenção dos partidos cai nas costas do contribuinte brasileiro, uma vez que as agremiações são mantidas através do milionário Fundo Partidário, com recursos da União, que tem origem nos impostos que todos pagamos.
Defendo que a legislação eleitoral seja aprimorada para evitar “usos e abusos” nos partidos políticos, a começar pelas exigências para a criação e manutenção de um partido, pois já existem siglas demais. Passamos do pluripartidarismo !
As irregularidades que acontecem nos partidos políticos existentes em nosso País chegou ao clímax nas últimas eleições presidenciais. Foi e continua sendo apurados usos indevido de recursos distribuídos com candidatos, que atingiu diretamente o PSL, partido pelo qual o presidente Bolsonaro foi eleito.
Surgiu um tal candidato ” laranja” que registrava a candidatura e recebia grandes somas de dinheiro para gastar na campanha. Só que esse candidato ou candidata não obtinham os votos que eram esperados.
Alguns dos candidatos investigados informaram que as grandes somas de dinheiro não chegaram até eles, como foi o caso de uma candidata a deputada federal em Pernambuco, que obteve uma votação vergonhosa.
Então, como estamos nos aproximando do pleito de outubro, é importante os partido políticos não permitam ser chamados de “partido de aluguel”, ou coisa parecida e passe a praticar o que a legislação eleitoral define.
Mas cabe a cada candidato, já agora na preparação das pré-candidatura, exigir dos dirigentes partidários que joguem limpo com seus filiados, informando tudo o que deve ser praticado até o momento em que será depositado o voto nas urnas de 4 de outubro.
Os candidatos não podem ser comparados a um “cego em tiroteio”. Precisamos de mais seriedade e decência.
Vamos jogar limpo neste jogo democrático !