Aniversariante, Patriota faz falta ao Congresso como legítimo deputado do Sertão

28/01/26   –    http://blogfolhdosertao.com.br –  Por Magno Martins

Meu amigo Gonzaga Patriota, decano da Câmara dos Deputados, está aniversariando hoje. Em meio aos paparicos que recebe desde cedo, aproveito para lamentar a sua não reeleição. Patriota foi um excelente parlamentar, sério, trabalhador, criativo e extremamente devotado às suas bases.

Uma pena não ter emplacado o 11º mandato por um triz. Perdeu o Sertão, o Agreste, Pernambuco, enfim. Não é fácil se eleger federal por dez mandatos seguidos, 40 anos de parlamento nacional. Mas é fácil de explicar. Patriota nunca desapontou a sua legião de eleitores e fãs.

Que construiu, diga-se de passagem, com muito suor no rosto, serviço prestado ao Estado e à sua gente. Diferente do que acontece hoje, as emendas parlamentares de Patriota se destinavam a projetos estruturadores do Nordeste, como a Ferrovia Transnordestina, da qual foi autor do projeto original.

Nunca fiz uma viagem ao Agreste ou Sertão para não encontrar Patriota em suas bases, ouvindo o povo, colhendo sugestões e reivindicações. Tem a sabedoria inerente a um político: ouvir a voz rouca das ruas. Patriota honrou todos os seus mandatos, e sou prova disso porque faço a cobertura do Congresso Nacional desde que aportou em Brasília para cumprir o seu primeiro mandato.

Patriota não se reelegeu por falta de votos. Teve quase 70 mil votos. Não emplacou o décimo primeiro mandato por um único motivo: foi traído por deputados do seu próprio partido, o PSB, que invadiram as suas bases.

 

Este Blog Folha do Sertão  congratula-se com  o caro amigo e conterrâneo sertanejo Gonzaga Patriota  que enfrentou tantas lutas e batalhas memoráveis em defesa  do nosso Sertão.   É inquestionável  reconhecer que se trata de um político que soube dar uma boa resposta ao seus conterrâneos,  com a conquista de ações que ficarão para sempre, como a Adutora de Salgueiro, obra jamais lembrada pelos coroneis ligados à ditadura militar de 1964.

João Campos volta a criticar Polícia Civil por “ato criminoso”; Raquel Lyra diz que investigação ocorreu “dentro da legalidade”

28/01/26  –  http://blogfolhadosertao.com.br –  Por Pedro  Beija

Prefeito acusa abuso de autoridade em investigação contra secretário; Governadora vê ação “dentro da legalidade” e diz que “ninguém está acima da lei”

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), voltou a criticar nesta terça-feira (27) a atuação da Polícia Civil na investigação que envolveu o secretário municipal de Articulação Política, Gustavo Monteiro, e classificou a ação como “ato criminoso”. Em sentido oposto, a governadora Raquel Lyra (PSD) afirmou que a apuração ocorreu “dentro da legalidade”, em sua primeira manifestação sobre o caso.

O episódio ganhou repercussão após reportagem da TV Record apontar suposta “espionagem” e “perseguição política” contra o secretário da gestão municipal.

De acordo com a reportagem, agentes da Polícia Civil acompanharam a rotina de Gustavo e instalaram um rastreador em um veículo oficial da prefeitura. O governo estadual sustenta que a ação seguiu os procedimentos legais, enquanto a gestão municipal afirma que houve abuso de autoridade.

João Campos fala em “ato criminoso” e “abuso de autoridade”

Em entrevista à CNN Brasil, João Campos afirmou que a investigação não seguiu os ritos legais e que, até o momento, não foi apresentado qualquer procedimento formal que justificasse a atuação da Polícia Civil. Segundo ele, a própria corporação informou, em nota, que não houve abertura de inquérito.

O prefeito afirmou que a instalação de um rastreador em um veículo oficial da prefeitura, sem autorização judicial, caracteriza ilegalidade.

“Você não pode colocar um rastreador, comprado na internet, num carro oficial de uma prefeitura, sem uma ordem judicial”, disse.

João Campos também afirmou que já foram feitos pedidos formais de esclarecimento à Secretaria de Defesa Social e à Polícia Civil, mas que não houve apresentação de documentos que comprovassem a regularidade do procedimento. Segundo ele, a Prefeitura do Recife seguirá adotando providências com base em orientações jurídicas.

“Vou oficiar tudo de maneira formal e seguindo as orientações dos advogados da Prefeitura e da Procuradoria do Município. Não adianta tentar fabricar legalidade a partir de agora. A Justiça vai querer acessar os sistemas e saber quais foram os atos formais em torno disso”, afirmou.

O prefeito disse ainda que os responsáveis pela ação, incluindo quem autorizou a investigação, terão de se explicar judicialmente, citando a Lei de Abuso de Autoridade.

“Essas pessoas que cometeram isso e, principalmente, quem deu essas ordens vão ter que se explicar. O que foi feito é um crime, um abuso de autoridade. Agiram à margem da lei”, afirmou.

Apesar das declarações públicas, a Prefeitura do Recife ainda não detalhou quais medidas concretas serão adotadas.

Raquel Lyra defende trabalho da Polícia Civil: “Dentro da legalidade, como sempre”

Se manifestando pela primeira vez sobre o caso, a governadora Raquel Lyra saiu em defesa do trabalho da Polícia Civil e disse que as ações foram feitas “dentro da legalidade”.

De acordo com a governadora, a apuração seguiu os parâmetros legais previstos para esse tipo de procedimento e que o trabalho da Polícia Civil reforça o combate à corrupção no Estado.

“A polícia recebeu uma denúncia grave de corrupção, fez o seu papel de investigação dentro da legalidade, como sempre. Nós somos um Estado, um governo que respeita as leis e sempre busca trabalhar para garantir transparência e isonomia”, afirmou a governadora.

“Ninguém está acima da lei. A gente precisa sempre combater a corrupção, e foi isso que foi o trabalho que a Polícia Civil fez”, complementou.

A posição do governo estadual já havia sido apresentada na segunda-feira (26) pelo secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, durante entrevista coletiva. Segundo ele, a atuação da Polícia Civil ocorreu no âmbito de uma verificação preliminar de informações (VPI), instrumento previsto na legislação, e não resultou na abertura de inquérito por falta de elementos.

Carvalho afirmou que o procedimento foi encerrado e que não houve monitoramento da rotina pessoal ou familiar do secretário, mas apenas do veículo citado na denúncia anônima. O secretário também informou que será aberta apuração interna para investigar eventual vazamento de informações sobre o caso.

 

No Recife: Programa Rua Tinindo requalificará mais uma via na Imbiribeira

28/01/26 – http://blogfolhadosertao.com.br  – Imprensa PCR

Intervenção na Rua Henrique Moser recebe investimento de R$ 368 mil da Prefeitura do Recife e inclui obras de drenagem e pavimentação para melhorar a mobilidade e o escoamento das águas

Mais uma via na Imbiribeira receberá ações do Programa Rua Tinindo

O prefeito do Recife, João Campos (foto)  assinou  nesta terça-feira (27), junto com o vice-prefeito e secretário de Infraestrutura, Victor Marques, a Ordem de Serviço para a execução de mais uma obra de requalificação de vias do Programa Rua Tinindo. Desta vez, as intervenções acontecerão na Rua Henrique Moser, no bairro da Imbiribeira.

Durante a agenda, o prefeito destacou as intervenções já realizadas no bairro e anunciou novas obras voltadas à melhoria da drenagem da área. “Vamos fazer grandes reservatórios de água para ajudar a conter os alagamentos. As obras da Imbiribeira receberam um investimento de R$ 600 milhões. Conversei com os moradores e vamos trabalhar juntos para mudar o patamar da drenagem da cidade”, declarou o prefeito João Campos.

Moradora da Rua Henrique Moser há muitos anos, Vera Vanderley falou sobre a expectativa da comunidade com o início da obra. “A gente passou a vida toda com essa rua empoeirada, esperamos muitos anos por isso. Todo mundo está muito feliz. Minha família toda mora aqui e foi o melhor presente que ganhamos este ano”, afirmou.

Sob a responsabilidade da Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb), a intervenção na Rua Henrique Moser contará com a implantação de nova rede de drenagem e pavimentação. O trecho contemplado possui extensão total de 152 metros. A obra compreende a execução de 1.002,10 m² de pavimentação em asfalto, 725 m² de passeios em concreto e a implantação de 296 metros de sarjeta. O investimento total da intervenção é de R$ 368.556,10. As obras terão início no dia 2 de fevereiro, com prazo de conclusão estimado em seis meses.

Na região da Imbiribeira, já foram implantadas outras dez intervenções, também voltadas à drenagem e pavimentação. As ações contribuem para melhorar a circulação de pessoas e o escoamento das águas pluviais, trazendo mais conforto e qualidade de vida para moradores e frequentadores da área.

RUA TININDO – As obras do Programa Rua Tinindo já foram concluídas em cerca de 160 ruas e tiveram serviços de pavimentação e drenagem iniciados em mais de 31 vias, distribuídas nas seis RPAs da cidade, melhorando as condições de tráfego e levando mais conforto, dignidade e qualidade de vida para moradores e condutores.

Fotos: Edson Holanda/Prefeitura do Recife

Animal símbolo do Nordeste vira alvo da China e corre risco de desaparecer

28/01/26  –  http://blogfolhdosertao.c0m.br    –   Por Alan da Silva

O jumento brasileiro, um ícone do Nordeste, enfrenta uma ameaça crítica de extinção devido ao abate intensivo para exportação. A população, que em 1999 alcançava 1,37 milhão, caiu para cerca de 78 mil em 2025, com base em dados da FAO e do IBGE.

A principal causa é a demanda chinesa por ejiao, uma gelatina derivada da pele dos jumentos. Atualmente, três frigoríficos na Bahia estão autorizados pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) a realizar o abate desses animais para esse fim.

Impacto cultural

Os jumentos possuem uma história rica e são parte integral da identidade cultural do nordeste brasileiro. Antigamente usados no transporte de mercadorias e água, hoje enfrentam abandono devido à mecanização.

Entretanto, além do aspecto cultural, a exploração desenfreada ameaça a população global desses animais. Organizações internacionais apontam que a situação brasileira pode ser um prenúncio de um problema mundial, caso medidas não sejam tomadas.

Consequências econômicas e sociais

Em regiões secas, os jumentos são vitais para o transporte e o trabalho rural. Sua potencial extinção não só representa uma perda ambiental, mas também social, prejudicando as famílias que dependem deles.

O abate rápido não é sustentável, uma vez que os jumentos possuem um longo ciclo reprodutivo, o que dificulta a reposição populacional necessária. Essa prática compromete a cadeia de produção local e evidencia a falta de políticas públicas eficazes para gerenciar a situação.

A proibição do abate de jumentos é assunto de discussões ativas no Brasil. Projetos de lei tramitam no Congresso para limitar ou proibir essa prática, espelhando medidas já adotadas em países africanos, onde moratórias foram estabelecidas.

Além disso, avanços tecnológicos, como a fermentação de precisão para produção de colágeno, oferecem alternativas sustentáveis à exploração dos jumentos. Essas inovações são vistas como soluções possíveis para substituir o uso animal na indústria.

“Movimento direto da oposição, bateu o desespero”, diz Daniel Coelho sobre ataques contra Raquel

28/01/26  —  http://blogfolhadosertao.com.br  -Mariana Souza

Secretário de Raquel Lyra, Daniel Coelho fez referência ao caso de Gustavo Monteiro, assessor de João Campos (PSB), na Prefeitura do Recife. Oposição ao governo acusou a Polícia Civil de “espionagem” contra o secretário municipal

Pré-candidato a deputado federal e secretário de Meio Ambiente de Pernambuco, Daniel Coelho (PSD), em visita ao Diario nesta terça (27)/Foto: Rafael Vieira/ DP Foto

Pré-candidato a deputado federal e secretário de Meio Ambiente de Pernambuco, Daniel Coelho (PSD), em visita ao Diario nesta terça (27) (Foto: Rafael Vieira/ DP Foto)

O pré-candidato a deputado federal e secretário de Meio Ambiente de Pernambuco, Daniel Coelho (PSD), disse, em visita ao Diario, nesta terça (27), não ter dúvidas de que os mais recentes ataques contra o governo Raquel Lyra (PSD) partem diretamente da oposição e fazem parte de uma estratégia política diante do avanço da governadora nas pesquisas e no cenário eleitoral de 2026.

Esta semana, uma investigação da Polícia Civil contra um aliado de João Campos (PSB), na Prefeitura do Recife, virou mais um capítulo da prévia eleitoral para a disputa ao governo.

A oposição chamou de “espionagem” a investigação e o rastreamento do secretário Gustavo Monteiro, chefe da articulação política. A administração de Raquel disse que essa narrativa era “falsa”.

“Sem nenhuma dúvida, é um movimento direto da oposição. É um movimento político. Isso é compreensível, a gente entende. Mas é ataque, porque bateu um desespero mesmo, porque estava caindo, porque tinha perdido a narrativa”, disse Daniel, em entrevista ao Diario.

Segundo Coelho, o campo oposicionista, liderado por João Campos, vinha dominando a narrativa política no estado até o ano passado, mas perdeu espaço nas redes sociais e na opinião pública.

Para Daniel, esse enfraquecimento teria levado os aliados do prefeito a impulsionarem a ofensiva contra a gestão estadual.

“João Campos era tratado como eleito no primeiro turno. Isso era o que se dizia nas ruas, na imprensa, entre políticos e na população. Hoje, não tem instituto que não diga que João está caindo e Raquel subindo. Isso gerou desespero”, afirmou.

 

Para o secretário, a eleição em Pernambuco já está polarizada entre Raquel Lyra e João Campos e que não há espaço real para uma terceira via competitiva. “A eleição foi antecipada exatamente por uma polarização natural. Já existe um candidato muito consolidado no campo da oposição. Não vejo espaço para outro”, opinou.

Coelho criticou o que chamou de tentativa de transformar investigações legítimas em ataques eleitorais. “A governadora está sendo acusada de quê? De investigar corrupção com a Polícia Civil dela? Não tem problema. Isso é prerrogativa da Polícia Civil. Agora, criar narrativa de perseguição é fake news em cima de meia-verdade”, declarou.

Comparações

De acordo com Daniel, que integra a base de Raquel, a campanha em 2026 será baseada no comparativo entre modelos de governo. “Não é campanha de ataque pessoal, é de comparação. Como é que estavam as estradas quando o PSB entregou Pernambuco para Raquel em 2023? Como estava a segurança pública? A saúde? A gente vai mostrar o que era e o que é hoje. “A população vai julgar e, na comparação dos modelos, eu não tenho dúvida de que caminha com Raquel”, afirmou.

Coelho ainda lembrou que João Campos foi chefe de gabinete do ex-governador Paulo Câmara e, portanto, não pode se descolar do legado do PSB no estado. “Ele era o assessor mais importante de Paulo Câmara. Não era um estranho ao governo. Então, a gente vai comparar os modelos”.

Daniel também defendeu que Raquel Lyra rompeu com práticas antigas da política pernambucana, o que teria gerado uma reação de setores do sistema político. “Ela prometeu um governo técnico, sem entregar o estado a negociatas partidárias, e cumpriu. Todo processo de mudança gera reação. O sistema reagiu”.

Na Assembleia Legislativa, ele afirmou que, apesar das dificuldades com a mesa diretora, o governo já tem maioria e que a base tende a crescer até a eleição. “Hoje a gente já tem cerca de 30 parlamentares firmes na base. A oposição tenta prejudicar com manobra regimental, mas não vence mais votação”.

Sobre sua própria candidatura, Daniel disse que será candidato a deputado federal em 2026 e que pretende deixar a Secretaria de Meio Ambiente em abril, no prazo legal. “Vou me dedicar integralmente à campanha a partir de abril. Até lá, sigo concentrado nas ações da secretaria”, confirmou.

Coelho já conta com apoios como o da prefeita de Olinda, Mirella, e de lideranças na Região Metropolitana. “Sempre fui muito votado em Olinda. Isso reforça a nossa candidatura. Tenho parcerias em Recife, Jaboatão e outros municípios”.

Acusação de espionagem

Os aliados de João Campos  fizeram denúncias de um suposto esquema de monitoramento político, apontando a Polícia Civil como responsável por utilizar um grupo informal de mensagens e o rastreamento de veículos para acompanhar os deslocamentos do Secretário de Administração, Gustavo Monteiro, chamada de “espionagem” pela oposição ao governo estadual.

O governo do estado, por meio da Secretaria de Defesa Social (SDS), rebateu as acusações e justificou que as diligências foram procedimentos preliminares padrão para apuração de uma denúncia anônima.

A Polícia Civil confirmou que houve monitoramento e informou que a apuração teve início a partir de uma denúncia de suposto recebimento de propina por parte de Monteiro. Segundo a corporação, o foco da investigação era um veículo da frota da Prefeitura do Recife utilizado pelo secretário.

De acordo com a gestão de Raquel Lyra (PSD), o caso foi arquivado por ausência de indícios de crime e a atuação policial foi estritamente técnica, sem motivação política. O secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, ainda disse ser falsa a narrativa de espionagem, em coletiva de imprensa na última segunda (26).

A oposição do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) já se mobilizou para solicitar que a Polícia Federal assuma as investigações, alegando falta de isenção nos órgãos estaduais.

“Ninguém está acima da lei”, diz Raquel sobre monitoramento de secretário

28/01/26   –  http://blogfolhdosertao.com.br   –  Blog Dantas Barreto

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) enviou ofício à SDS solicitando informações sobre a investigação

A governadora de Pernambuco Raquel Lyra/Francisco Silva/ DP foto

A governadora de Pernambuco Raquel Lyra (Francisco Silva/ DP foto)

A governadora Raquel Lyra (PSD), garantiu, nesta terça-feira (27), que a Polícia Civil cumpriu o seu papel ao investigar “uma denúncia grave de corrupção”. Ela enfatizou que isso faz parte das funções da Secretaria de Defesa Social (SDS), não importa quem seja o investigado. Raquel se referiu à operação Nova Missão, que apurou , entre os meses de agosto e outubro de 2025, a suspeita de que o secretário de Articulação e Política Social do Recife, Gustavo Monteiro, estava recebendo propina de fornecedores. Porém, nada foi comprovado neste período.

“A polícia recebeu uma denúncia grave de corrupção e fez o seu papel também. Fez seu papel de investigação dentro da legalidade como sempre. Nós somos um Estado, um governo que respeita as leis, que busca trabalhar para garantir a transparência e isonomia. Agora, ninguém está acima da lei. A gente precisa, claro, sempre combater a corrupção e foi isso que a polícia civil fez”, disse Raquel Lyra. A governadora publicou as declarações nas suas redes sociais.

Ontem, o secretário Alessandro Carvalho concedeu entrevista coletiva e garantiu que tudo foi feito de forma legal. Ele relatou que nada foi comprovado contra Gustavo Monteiro e disse que foi aberta uma investigação para apurar o vazamento das mensagens trocadas pela equipe de inteligência da Polícia Civil. Carvalho suspeita de um dos agentes, que já havia sido afastado das funções por repassar informações sobre outro caso.

Desde que a Rede Record revelou o teor da investigação da Polícia Civil, no programa Domingo Espetacular, a governadora Raquel Lyra vem sendo acusada pela oposição de utilizar as forças de segurança para perseguir os adversários políticos.

Hoje, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) enviou ofício à SDS solicitando informações sobre a investigação.