Sport bate o Brusque fora de casa

0/10/22

Por Yure Teixeira/Folhape

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Leão chegou aos 49 pontos, mas viu Vasco derrotar o Operário e manter distância em três pontos

Jogadores comemoram gol de Wanderson diante do Brusque

Demorou, mas a segunda vitória do Sport fora de casa nesta Série B aconteceu. Cinco meses depois de derrotar a Chapecoense, na Arena Condá, o Leão voltou a Santa Catarina, desta vez para encarar o Brusque, na noite desta terça-feira (4), no Augusto Bauer. Em duelo válido pela 33ª rodada da Série B, o Rubro-negro esteve longe de fazer um grande jogo, mas conquistou os três pontos, graças a um gol de Wanderson na reta final do confronto, e manteve a distância para o G-4 em três pontos. O time pernambucano soma 49 pontos, contra 52 do Vasco, que ganhou de 3×2 do Operário/PR, em Ponta Grossa.

Ciente da necessidade dos três pontos, Claudinei Oliveira optou por mandar um Sport a campo com a mesma formação que iniciou o Clássico dos Clássicos da semana passada. A escalação com quatro atacantes, no entanto, fez com que o Rubro-negro perdesse a maioria dos duelos no meio-campo. Em uma primeira etapa com Luciano Juba e Labandeira apagados, coube a Vagner Love ter a melhor oportunidade do Leão. Após contra-ataque, o camisa 99 recebeu de Gustavo Coutinho, limpou bem a marcação e chutou de canhota para boa defesa de Belliato, aos nove jogados.

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A partir do lance, o Brusque passou a dominar as ações ofensivas. Primeiro, Paulo Baya parou em boa intervenção de Saulo. Na sequência, o Quadricolor chegou a balançar as redes com Diego Jardel, em gol anulado por impedimento. Na reta final, Sander foi expulso pelo lado rubro-negro, ao dar joelhada imprudente nas costas de Fernandinho, em lance revisado por Raphael Claus no VAR. O camisa 11 do time da casa também acabou indo para o chuveiro mais cedo por revidar com um tapa no lateral-esquerdo.

Na volta do intervalo, Claudinei optou por retornar sem modificações e recuou Juba para atuar no espaço deixado por Sander. Sem dar tantos espaços para o ataque adversário, o Leão passou a incomodar mais a zaga mandante. Em cabeçada de Coutinho, aos oito, a bola raspou na trave de Belliato. Após o susto, o goleiro do Brusque ainda apareceu para fazer duas grandes intervenções. Primeiro, em bela cobrança de falta de Juba. Em seguida, em chute colocado de Coutinho, para evitar que o Sport abrisse o placar. Aos 43 minutos, entretanto, Búfalo ganhou da marcação e tocou em Wanderson, que contou com desvio de Toty para anotar o único tento da partida.

Ficha do jogo

Brusque 0
Belliato; Pará (Gabriel Taliari), Everton Alemão, Wallace Reis e Alex Ruan (Angelo); Matheus Trindade, Rodolfo Potiguar e Diego Jardel (Toty); Paulo Baya (Alex Sandro), Mascote (Crislan) e Fernandinho. Técnico: Gilson Kleina.

Sport 1
Saulo; Eduardo (Ezequiel), Thyere, Sabino e Sander; Ronaldo (William Oliveira), Fabinho e Juba; Labandeira (Denner), Love (Wanderson) e Gustavo Coutinho (Parraguez). Técnico: Claudinei Oliveira.

Estádio: Augusto Bauer (Brusque/SC)
Árbitro: Raphael Claus (FIFA/SP)
Assistentes: Danilo Ricardo (FIFA/SP) e Rodrigo Figueiredo (FIFA/RJ)
VAR: Vinícius Furlan (SP)
Gols: Wanderson, aos 43′ do 2T (SPT)
Cartões amarelos: Gustavo Coutinho, Ronaldo Henrique, Sabino (SPT)
Cartões vermelhos: Sander (SPT) e Fernandinho (BRU)

Veja quem  já declarou apoio em Lula e Bolsonaro pro segundo turno até agora

04/10/22

Por Eduarda Melo

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Dando a largada na campanha para o segundo turno, o ex-presidente Lula, assim como Jair Bolsonaro, já iniciaram sua busca por apoiadores.

ERNESTO BENAVIDES / AFP E MAURO PIMENTEL / AFP
Lula e Bolsonaro vão ao segundo turno no fim de outubro. Primeiro turno teve Lula com 48,43% e Bolsonaro com 43,20% – FOTO: ERNESTO BENAVIDES / AFP E MAURO PIMENTEL / AFP
No último domingo (02/10) o Brasil foi às urnas decidir seus representantes pelos próximos 4 anos. No âmbito do executivo nacional, a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) será decidida no segundo turno apenas. 

No primeiro turno, Lula ficou com 47,85% dos votos válidos contra 43,70% de Bolsonaro.

Sérgio Moro, recém eleito para o senado pelo Paraná, declarou apoio para Jair Bolsonaro (PL), pra quem fez campanha durante o primeiro turno.

O atual presidente deve contar também com o apoio de Romeu Zema (Novo), reeleito governador de Minas Gerais e ACM Neto (União Brasil), que disputa o segundo turno para o Governo da Bahia.

Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no momento busca unir-se com Simone Tebet (MDB) e Ciro Gomes (PDT). Acordos estão sendo feito entre os partidos para que isso seja possível.

Marina Silva (Rede), recém eleita deputada federal, declarou que espera que Tebet e Ciro colaborem com a campanha do petista para a presidência da república.

O senador e ex-presidente do PSDB, Tasso Jereissati, declarou apoio a Lula no segundo turno.

Em Pernambuco, Danilo Cabral (PSB) e Marília Arraes (Solidariedade) fazem campanha para o petista no segundo turno.

ELEIÇÕES 2022: LULA (PT) se pronuncia após divulgação de resultado

Lula é a última saída, diz Ciro Gomes

04/10;22
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“Espero que esta decisão ajude a oxigenar, temporariamente que seja, a nossa democracia”, afirmou pedetista sobre o apoio ao ex-presidente Lula

Ciro Gomes (Foto: Reprodução)
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT), quarto colocado no primeiro turno da disputa presidencial de 2022 com 3% dos votos, declarou apoio à candidatura do ex-presidente Lula (PT) para o segundo turno do pleito

Acompanho a decisão do meu partido, o PDT. Frente às circunstâncias, é a última saída”, afirmou Ciro em vídeo publicado nesta terça-feira (4). “Espero que essa decisão ajude a oxigenar, temporariamente que seja, a nossa democracia.”

Confira o posicionamento completo de Ciro Gomes:

“Meus amigos e minhas amigas, acabamos de realizar uma reunião da Executiva Nacional ampliada do PDT em que por unanimidade nós tomamos uma decisão (a de apoiar Lula para o segundo turno das eleições). E eu gravo esse vídeo para dizer que acompanho a decisão do meu partido, o PDT. Frente às circunstâncias, é a última saída.

Lula e Bolsonaro, em busca de votos que decidam segundo turno no Brasil

04/10/22

Por AFP

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Campanha para o segundo turno das eleições começou nesta segunda-feira (3)

Lula e Bolsonaro

A campanha para o segundo turno das eleições presidenciais começou nesta segunda-feira (3), com mensagens de confiança de Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL), que agora saem em busca de novos eleitores para assegurar a vitória em 30 de outubro.

ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de 76 anos, superou no primeiro turno, com 48,43% dos votos, o presidente Bolsonaro, com 43,20%, mas ficou longe de uma vitória folgada, como previam as pesquisas, que o davam como vitorioso inclusive no domingo, sem a necessidade de adiar a decisão para o fim do mês.

A vantagem, de cinco pontos percentuais, deixou a definição em aberto e antecipa semanas de campanha intensa e agressiva em um país profundamente dividido, coincidiram analistas consultados pela AFP.

“Precisamos conversar com todas as pessoas que não votaram conosco no primeiro turno”, disse Lula a jornalistas depois de uma reunião com sua equipe política em São Paulo.

“O Lulinha paz e amor está pronto para conversar com todo mundo”, prosseguiu o ex-presidente, que aposta, ainda, na formação de um “bloco de democratas” que vença Bolsonaro no segundo turno.

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Bolsonaro, por sua vez, escreveu que seu projeto tem “o necessário para libertar o Brasil do autoritarismo, da chantagem e da injustiça que tanto nos indigna”.

“A mudança mais profunda do país já começou! Não é o povo que deve temer”, escreveu em sua conta no Twitter.

Os apoios de Simone Tebet (MDB), terceira colocada no pleito, com 4% dos votos, e de Ciro Gomes (PDT), com 3%, terão um papel relevante no segundo turno. Tebet prometeu que vai anunciar seu posicionamento no “momento oportuno”, enquanto Ciro, duro crítico de Lula e Bolsonaro, pediu tempo para se manifestar.

Bolsa em alta
Como já ocorreu em outros eventos-chave recentes, como a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, o Brexit na Grã-Bretanha e o plebiscito sobre o acordo de paz na Colômbia, todos em 2016, os principais institutos de pesquisa erraram em suas previsões.

Os números do domingo corresponderam, ao contrário, ao cenário “otimista” defendido pela equipe de campanha de Bolsonaro, de 67 anos, e o deixam com chances de ser reeleito.

A bolsa de São Paulo fechou nesta segunda-feira em alta de 5,54%, em sinal do apoio da comunidade econômica não só a Bolsonaro, mas à nova configuração conservadora do Congresso.

“Independentemente de quem vencer o segundo turno, terá que governar com um Congresso mais orientado à direita, mais liberal e pró-mercado, com um grande peso”, disse o economista Igor Macedo de Lucena.

“Disputa acirrada”
Leandro Consentino, cientista político do instituto Insper, prevê um “final aberto” e “uma situação equilibrada” para os dois candidatos, com Bolsonaro mostrando força em estados-chave como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, no sudeste, e que reúnem 40% do colégio eleitoral do país.

“É o reflexo de um país muito conservador”, avaliou Mateus Alcântara, um publicitário de 26 anos, no dia seguinte à eleição no Rio de Janeiro. “Estamos em um momento de polarização enorme e o bolsonarismo cresce cada vez mais”.

Bolsonaro tem governado em meio a crises, principalmente com uma gestão questionável da pandemia e um constante desafio às instituições democráticas. Aliás, disse esperar um posicionamento das Forças Armadas sobre a transparência das eleições, depois de questionar a confiabilidade da urna eletrônica.

Ele mantém sólido apoio entre o eleitorado evangélico, do agronegócio e setores conservadores.

Nesta segunda, prometeu um bônus de Natal às mulheres beneficiárias do Auxílio Brasil, que paga R$ 600 aos mais vulneráveis, um segmento que ele tenta conquistar frente ao segundo turno.

Enquanto isso, Lula, ainda à sombra dos escândalos de corrupção revelados quando o PT estava no poder e que decepcionaram muitos de seus seguidores, conta com o apoio das classes populares, das mulheres e dos jovens.

“O segundo turno promete ser uma disputa acirrada. O presidente vai investir para diminuir sua rejeição entre jovens e mulheres e, ao mesmo tempo, aumentar a do PT, demonizando-o”, disse Paulo Calmon, cientista político da Universidade de Brasília (UnB). “Será uma campanha agressiva e de baixo nível”, acrescentou.

Lucas Ramos agradece os 85.571 votos e sua eleição para a Câmara Federal

04/10/22

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“Quando a gente acredita e se dedica de corpo e alma para um projeto, o esforço e comprometimento andam lado a lado as nossas ações.

E esse trabalho, ontem foi reconhecido nas urnas. Irei honrar a responsabilidade gigante de ter sido escolhido pelos pernambucanos para representá-los na Câmara dos Deputados. Vou, mais uma vez, me entregar completamente, dia e noite, trabalhando por aqueles que mais precisam.

A confiança será retribuída com entregas, resultados e melhoria na qualidade na vida de todos. 85.571 vezes obrigado! Deputado de Pernambuco. E agora, do Brasil.”

LUCAS RAMOS

Jogo sujo: Bolsonaro plromete 13o. para mulheres como estratégia para o segundo turno

04/10/22
Por Lorena Lins
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Desta vez o alvo será o eleitorado feminino, no qual o presidente tem a maior rejeição

Reprodução
Presidente Jair Bolsonaro promete 13 do Auxílio Brasil caso seja reeleito – FOTO: Reprodução

Segundo o jornal Metrópoles, o presidente Jair Bolsonaro vai utilizar o Auxílio Brasil como principal arma na sua campanha para o segundo turno das eleições deste ano.

Mas desta vez o alvo será o eleitorado feminino, no qual o presidente tem a maior rejeição.

Ainda de acordo com o jornal, o chefe de Estado pretende anunciar a promessa, se reeleito, de que vai pagar o 13 salário do Auxílio Brasil para as mulheres chefes de família em 2023.

Na avaliação do presidente, o aumento para R$ 600 no seu governo não foi bem explorado na campanha do primeiro turno e agora precisa ser mais trabalhado para o segundo turno, segundo o Metrópoles.

O plano de Bolsonaro ainda precisa ser aprovado como um projeto de lei no Congresso. No começo do ano, o senador Alexandre Silveira (PSD-MG) fez uma proposta parecida, mas não foi aprovada.

Já a campanha do presidente, avalia que explorar o Auxílio Brasil vai ajudá-lo a avançar no segundo turno e, assim, superar o seu rival na competição, o ex-presidente Lula (PT).

Calendário Auxílio Brasil:
Ministério da Cidadania/GOV.
Os pagamentos são realizados de acordo com o último número do NIS do beneficiário. – Ministério da Cidadania/GOV.

Clebel Cordeiro é condenado por crimes de invasão de terras da União e furto de água